sexta-feira, 20 de março de 2026

Ai de ti, alcateia de hienas risonhas, sob o comando da mamba negra de nove garras

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 20 DE MARÇO DE 2026 – 1. Ai de ti, alcateia de hienas, porque André Mendonça já fez o sinal bem claro de que é chegada a véspera de teu dia, e tu não viste; porém a voz de Daniel Vorcaro te abalará até as entranhas. 

2. Ai de ti, porque a ti denominam clã, e cingiram tua fronte com uma coroa de crimes; e deste risadas ébrias e vãs na Praça dos Três Poderes. 

3. Donald Trump já moveu o mar de uma parte e de outra parte, e as ondas da sua Marinha tomaram o palácio do clã, e tu não viste este sinal; estás perdida e cega no meio de tuas iniquidades e de tua maldade. 

4. Sem Constituição, quem te governará? Foste iníqua perante o Brasil, e Tio Sam mandará sobre ti a Pax Americana. 

5. Grandes são os edifícios de concreto, e eles se postam diante da esquadrilha de Lockheed Martin F-22 Raptor qual alta muralha desafiando a bomba atômica; mas eles se abaterão como as calçadas bombardeadas de Brasília. 

6. E as putas esculturais que frequentam o Setor Hoteleiro Sul nadarão nas ruas da Ilha da Fantasia e a vasa fétida do chão em chamas cobrirá tua face; e o Setentrião lançará os rios aéreos sobre ti num referver de nuvens qual um bando de porcos em pânico, até morder a aba de teus monumentos; e as muralhas do inferno ruirão. 

7. E os jacarés-açus habitarão os teus porões e os negros dragões-de-komodo os teus gabinetes; e as sucuris se entocarão no Lago Paranoá, desde o Pontão até o Lago Norte. 

8. Foste iníqua perante Jair Messias Bolsonaro, e a mídia decente mandou sobre ti a multidão de suas verdades. Então, quem especulará sobre o metro quadrado do teu palácio? Pois na verdade não haverá palácio algum, mas jaula. 

9. Ai daqueles que dormem nos leitos úmidos das bacanais, e desprezam o sofrimento dos famintos, saqueados e estuprados, e não obedecem a Lei. 

10. Ai daqueles que passam em seus carros negros, blindados, buzinando alto, pois não terão tanta pressa quando virem pela frente o próprio diabo, com um forcado, como um Netuno. 

11. As advogadas que ganham dezenas de milhões de reais como se fossem trocados se estendem na pérgula e passam no corpo óleos odoríferos para tostar a tez, e os mafiosos fazem das maletas recheadas de dinheiro instrumentos de concupiscência. 

12. Uivai, jumentos, e clamai, prostitutas, e rebolai-vos na cinza, porque já se cumpriram vossos dias, e voz serão incinerados vivos. 

13. Ai de ti, alcateia, porque as hienas e os urubus estarão nas portas dos de teus elevadores, e prostitutas, quando for chegado o tempo das propinas, abrirão as bolcetas nos apartamentos de luxo dos hotéis cinco estrelas; ou sacudirão suas bolcetas nas calçadas infames de Brasília. 

14. E os presos políticos que morrem aos poucos nas prisões da ditadura serão libertados para todo o número de suas gerações. 

15. Por que rezais nas igrejas, alcateia de hienas, e levais flores para Iemanjá em pleno dia? Acaso alguém não conhece a multidão de vossos pecados? Até os cachorros sabem disso. 

16. Antes de te perderes eu agravarei a tua demência – ai de ti, alcateia de hienas! Os gentios, os favelados, os moradores de rua, cairão uivando sobre ti, e os canhões do povo se voltarão contra teu corpo, e troarão; mas o fogo levará milênios para lavar os teus pecados de um só dia. 

17. E tu, filho do Foro de São Paulo, ouve a ordem: reserva para Trump os mais espaçosos aposentos de teu palácio. 

18. E no Setor de Clubes Sul o povo comerá cabeças de ladrões fritas no crânio; e Silvio Barbato tocará piano para fantasmas de pioneiros, cujos nomes passaram muitos anos nas colunas dos cronistas, no tempo em que havia colunas e havia cronistas. 

19. Pois grande foi a tua vaidade, alcateia de hienas, e fundas foram as tuas mazelas; já se incendiou o Irã, e não viste o sinal, e Daniel Vorcaro assinou uma delação premiada e ainda não vês o sinal. Pois o fogo e a delação premiada te consumirão. 

20. A rapina dos urubus e a libação da perdição, e a ostentação das putas do 21, em cujos diamantes se coagularam as lágrimas de mil meninas miseráveis – tudo passará e vocês terão que mamar a miratinga do diabo. 

21. Assim qual escuro alfanje a nadadeira dos imensos porta-aviões passarão ao largo, no Atlântico, enviando caças e bombardeiros; muitos peixes grandes morrerão por se banharem no uísque do desvio de 8 trilhões de reais. 

22. Pinta-te qual puta e coloca todas as tuas joias, e aviva o verniz de tuas unhas e o batom da Justiça e canta a tua última canção, pois em verdade é tarde para rezar; e que estremeça o teu corpo cheio de máculas, desde a Praça dos Três Poderes até a divisa com Goiás, porque eis que sobre ti vai a fúria das leis naturais, que a destruirão. Canta a tua última canção indecente! 

23. És uma alcateia de hienas, mas te pareces com urubus de toga sobrevoando carniça, sob o comando de uma mamba negra de nove garras. 

24. A trilha monstruosa dos teus assassinatos, roubos trilionários, mentiras e alianças com ditaduras e terroristas foram registrados em livros como O CLUBE DOS ONIPOTENTES e O OLHO DO TOURO, e és vigiada em trincheiras, como a Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Associados (Ajoia Brasil); por jornalistas que conseguiram se refugiar nos Estados Unidos; e pelos que despertaram à luz de Olavo de Carvalho. 

25. É chegada a tua hora. Serão derrubados os ladrões, os praticantes do nepotismo, o Centrão, todo o sistema. Até o Amapá expulsará os políticos saltitantes e que querem varrer do mapa Israel e os Estados Unidos. 

26. Os narcotraficantes serão hospedados no Centro de Confinamento do Terrorismo, em Tecoluca, San Vicente, El Salvador. 

27. Ladrões que roubaram bilhões serão condenados à prisão perpétua e estupradores de crianças serão capados. 

28. Donald Trump enjaulou Nicolás Maduro e está exterminando os terroristas do Irã e a ditadura castrista de Cuba. 

29. A tua hora, alcateia de hienas, está chegando. Pode até demorar, ainda, mas está chegando. Se fizerem com Donald Trump o que fizeram com Bolsonaro, outros, ainda mais severos, o substituirão. Estão matando Bolsonaro a conta-gotas, mas mitos não morrem. 

30. Os teus crimes, sob o comando da mamba negra, são tão infames, e tantos, que nada te redimirá. Levarás, no inferno da tua mente, a mandioca de Trump. 

31. Os tribunais de contas, as universidades, as escolas, o Ministério da Cultura, as estatais, os gabinetes dos políticos e da Justiça serão desinfetados. 

32. E a trilogia será dada por encerrada, com o lançamento do terceiro volume.

quarta-feira, 18 de março de 2026

O Anticristo e a Pax Americana

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 18 DE MARÇO DE 2026 – O Anticristo reencarnou em 5 de maio de 1818, em Tréveris, a mais antiga cidade da Alemanha, fundada no século I a.C e que sediou o governo do Império Romano na região, nos séculos III e IV. O Anticristo foi batizado com o nome de Karl Marx, que desencarnou em Londres, em 14 de março de 1883. De família de origem judaica, poeta, filósofo, economista, historiador, sociólogo, teórico político e jornalista, seus primeiros poemas matam Deus, a cultura judaico-cristã e a família. 

Exilado em Londres, ele e sua família foram sustentados pelo pensador alemão Friedrich Engels, pois Marx não era chegado ao trabalho, tanto que sua esposa e sete filhos morreram na miséria, alguns, na infância, e duas se mataram. Teve também um oitavo filho, bastardo. Em 1848, publicou o panfleto Manifesto Comunista e O Capital. 

Em 22 de abril de 1870, nasce, em Simbirsk, hoje, Ulianovsk, Rússia, Vladimir Ilyich Ulianov, mais conhecido como Lenin. Em 1917, Lenin pegou O Capital e o transformou na Revolução Russa, a partir da qual se tornou ditador. Depois de invadir alguns países vizinhos, funda a União Soviética, ou União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), que governou com mãos de ferro até sua morte, em 21 de janeiro de 1924, em Gorki, Rússia. 

Em 1919, Lenin criou a Internacional Comunista, ou Comintern, para espalhar o inferno comunista em todo o planeta. Em 1922, é fundado o primeiro Partido Comunista brasileiro. Em 1935, ocorre a Intentona Comunista, a primeira tentativa de se instalar uma ditadura comunista no Brasil. 

Em 22 de janeiro de 1891, nascia outro mago negro, da estirpe do Anticristo, em Ales, Itália: Antonio Sebastiano Francesco Gramsci, que morreu, em Roma, em 27 de abril de 1937, tempo suficiente para ele ensinar como os comunistas deviam fazer para tomar conta de um país e saqueá-lo, como uma nuvem de gafanhotos. 

Comunista, filósofo, escritor, jornalista, crítico literário, linguista, historiador e político, Gramsci teorizou que os comunistas não precisavam de revolução com armas para tomarem conta de um país; bastava que aparelhassem o Estado, dos serventes ao Supremo Tribunal Federal. 

Em 27 de outubro de 1945, o Anticristo volta a reencarnar, desta vez em Garanhuns, Pernambuco, na pele de Luiz Inácio Lula da Silva. De origem miserável, sua família migrou para São Paulo, onde Lula da Silva trabalhou, durante algum tempo, como metalúrgico e, depois, pendurou-se na diretoria de um sindicato, de onde liderou greves de operários no ABC Paulista. 

Em 1980, funda o Partido dos Trabalhadores (PT), e, em 1990, o Foro de São Paulo, juntamente com Fidel Castro. O Foro de São Paulo reúne, até hoje, ditadores, narcotraficantes, guerrilheiros esquerdistas, comunistas em geral, da América Latina, com dois objetivos: o narcotráfico internacional em escala e a destruição dos Estados Unidos. E um objetivo inerente ao Brasil: tornar o país um satélite da China. 

Durante toda a Ditadura dos Generais (1964-1985), enquanto os militares combatiam guerrilheiros comunistas – que assaltavam bancos, sequestravam autoridades e matavam –, os intelectuais comunistas estavam aparelhando as universidades, escolas, mídia e artistas. 

Em 1 de janeiro de 2003, Lula da Silva chega ao poder, com ajuda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e fica até 2011, sucedido por Dilma Rousseff, ex-guerrilheira comunista e que no seu segundo mandato foi impeachada. Em 2017, Lula é condenado pelo juiz Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, pena ampliada para doze anos e onze meses de reclusão e ratificada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

Nesse meio tempo, a burra secou. Não havia verba pública, principalmente nas estatais, que não fosse desviada. O Brasil se tornara um lamaçal, do Oiapoque ao Chuí. 

Em 8 de novembro de 2019, o ministro Edson Fachin, do Supremo, soltou Lula da prisão e limpou sua ficha. 

Em 6 de setembro de 2018, o candidato da Direita à Presidência da República,  deputado federal Jair Bolsonaro, recebe uma estocada com um facão enferrujado de um militante da Esquerda, Adélio Bispo de Oliveira, que eviscerou-o. Mas o Mito, como é conhecido, sobreviveu e foi eleito, porém a Esquerda, aparelhadíssima, não o deixou governar. 

Em 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anuncia o terceiro mandato de Lula da Silva, que toma posse em 1 de janeiro de 2023, com o objetivo de instalar sua tão sonhada ditadura comunista, aliado às ditaduras da China, Rússia e ao Estado terrorista do Irã, além do Partido Democrata dos Estados Unidos, que abriga os comunistas americanos. Mas só consegue chegar à ditadura da toga, a ceder grandes áreas do Brasil à China e a prender, como preso político, Jair Bolsonaro, que, muito doente, devido à facada, está morrendo à mingua na cadeia. 

Contudo, o Anticristo não sabe nada de geopolítica. Em 1823, o presidente americano James Monroe estabeleceu a Doutrina Monroe, barrando novas colonizações europeias nas Américas, garantindo, assim, que o hemisfério ocidental ficasse livre da influência europeia. “A América para os americanos”. Em 1904, o presidente Theodore Roosevelt reafirmou a Doutrina Monroe, estabelecendo que os Estados Unidos poderiam intervir na América Latina para estabilizar países e proteger a região contra a influência de potências rivais, com a força do dólar ou da maior máquina de guerra do planeta, a Pax Americana. 

A outra desdita do Anticristo é que em 20 de janeiro de 2025 assume a Presidência dos Estados Unidos o republicano Donald Trump. Antes, os democratas vinham dando as cartas, apoiando ditaduras comunistas na América Latina e fazendo que não viam o narcotráfico entrar a rodo nos Estados Unidos. 

Em um ano, Donald Trump enjaulou o ditador da Venezuela, o narcotraficante, chefão do Foro de São Paulo, Nicolás Maduro; derrubou a ditadura castrista em Cuba; matou o maior narcotraficante do México, Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho; e, de quebra, derrubou a ditadura do Irã, aliado de Lula da Silva, e mapeou as bases chinesas no Brasil. 

Jornalistas brasileiros, refugiados nos Estados Unidos, para não serem presos no Brasil, informam que os próximos governos comunistas a cair serão a Colômbia e o Brasil. 

Quer saber mais? Leia O CLUBE DOS ONIPOTENTES e O OLHO DO TOURO  

The Antichrist and the Pax Americana

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, MARCH 18, 2026 – The Antichrist reincarnated on May 5, 1818, in Trier, the oldest city in Germany, founded in the 1st century BC and which hosted the government of the Roman Empire in the region during the 3rd and 4th centuries. The Antichrist was baptized under the name Karl Marx, who died in London on March 14, 1883. Of Jewish descent, a poet, philosopher, economist, historian, sociologist, political theorist, and journalist, his early poems kill God, Judeo-Christian culture, and the family. 

Exiled in London, he and his family were supported by the German thinker Friedrich Engels, as Marx was not inclined to work. So much so that his wife and seven children died in misery—some in childhood—and two of them committed suicide. He also had an eighth, illegitimate child. In 1848, he published the pamphlet The Communist Manifesto and Capital. 

On April 22, 1870, in Simbirsk—now Ulyanovsk, Russia—Vladimir Ilyich Ulyanov was born, better known as Lenin. In 1917, Lenin took Capital and turned it into the Russian Revolution, through which he became a dictator. After invading some neighboring countries, he founded the Soviet Union, or Union of Soviet Socialist Republics (USSR), which he ruled with an iron fist until his death on January 21, 1924, in Gorki, Russia. 

In 1919, Lenin created the Communist International, or Comintern, to spread the communist inferno across the planet. In 1922, the first Brazilian Communist Party was founded. In 1935, the Communist Uprising took place, the first attempt to establish a communist dictatorship in Brazil. 

On January 22, 1891, another dark wizard of the Antichrist’s lineage was born in Ales, Italy: Antonio Sebastiano Francesco Gramsci, who died in Rome on April 27, 1937—long enough to teach how communists should take over a country and plunder it like a swarm of locusts. 

A communist, philosopher, writer, journalist, literary critic, linguist, historian, and politician, Gramsci theorized that communists did not need an armed revolution to take control of a country; it would suffice to infiltrate the State, from janitors to the Supreme Court. 

On October 27, 1945, the Antichrist reincarnated again, this time in Garanhuns, Pernambuco, in the person of Luiz Inácio Lula da Silva. Of very poor origin, his family migrated to São Paulo, where Lula worked for some time as a metalworker and later attached himself to the leadership of a union, from where he led workers’ strikes in the ABC Paulista region. 

In 1980, he founded the Workers’ Party (PT), and in 1990, together with Fidel Castro, the São Paulo Forum. To this day, the São Paulo Forum brings together dictators, drug traffickers, leftist guerrillas, and communists in general from Latin America, with two objectives: large-scale international drug trafficking and the destruction of the United States. And an objective inherent to Brazil: to turn the country into a satellite of China. 

Throughout the Military Dictatorship (1964–1985), while the armed forces fought communist guerrillas—who robbed banks, kidnapped authorities, and killed—communist intellectuals were infiltrating universities, schools, the media, and the arts. 

On January 1, 2003, Lula da Silva came to power with the help of former president Fernando Henrique Cardoso and remained until 2011, succeeded by Dilma Rousseff, a former communist guerrilla, who was impeached during her second term. In 2017, Lula was sentenced by judge Sergio Moro to nine years and six months in prison for passive corruption and money laundering, a sentence later increased to twelve years and eleven months and upheld by the Superior Court of Justice (STJ). 

In the meantime, the well ran dry. There was no public funding—especially in state-owned companies—that was not diverted. Brazil had become a swamp, from Oiapoque to Chuí. 

On November 8, 2019, Supreme Court justice Edson Fachin released Lula from prison and cleared his record. 

On September 6, 2018, the right-wing candidate for the presidency, federal deputy Jair Bolsonaro, was stabbed with a rusty knife by a left-wing militant, Adélio Bispo de Oliveira, who disemboweled him. But the “Myth,” as he is known, survived and was elected; however, the heavily entrenched Left did not allow him to govern. 

In 2022, the Superior Electoral Court (TSE) announced Lula da Silva’s third term, and he took office on January 1, 2023, with the goal of establishing his long-dreamed communist dictatorship, allied with the dictatorships of China and Russia and the terrorist state of Iran, as well as the Democratic Party of the United States, which shelters American communists. However, he only managed to reach a “judicial dictatorship,” to cede large areas of Brazil to China, and to imprison, as a political prisoner, Jair Bolsonaro, who—very ill due to the stabbing—is slowly dying in jail. 

However, the Antichrist knows nothing about geopolitics. In 1823, U.S. President James Monroe established the Monroe Doctrine, preventing new European colonization in the Americas, thus ensuring that the Western Hemisphere remained free from European influence: “America for the Americans.” In 1904, President Theodore Roosevelt reaffirmed the Monroe Doctrine, establishing that the United States could intervene in Latin America to stabilize countries and protect the region from rival powers, using either the force of the dollar or the greatest war machine on the planet: the Pax Americana. 

Another misfortune for the Antichrist is that, on January 20, 2025, Republican Donald Trump assumed the presidency of the United States. Previously, Democrats had been calling the shots, supporting communist dictatorships in Latin America while ignoring the flood of drug trafficking into the United States. 

In one year, Donald Trump jailed the Venezuelan dictator and drug trafficker, leader of the São Paulo Forum, Nicolás Maduro; brought down the Castro dictatorship in Cuba; killed Mexico’s largest drug trafficker, Nemesio Oseguera Cervantes, known as El Mencho; and, as a bonus, overthrew the Iranian dictatorship—an ally of Lula da Silva—and mapped Chinese bases in Brazil. 

Brazilian journalists, refugees in the United States to avoid being imprisoned in Brazil, report that the next communist governments to fall will be Colombia and Brazil. 

Want to know more? Read THE CLUB OF THE OMNIPOTENT and THE EYE OF THE BULL.

domingo, 15 de março de 2026

As cidades e as mulheres

Ray Cunha: Acredito que o Universo é infinito, não para as
mulheres. Elas são como a luz. P
enso nas mulheres com fé

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 15 DE MARÇO DE 2026 – As cidades são como as mulheres. De manhã, douram-se ao sol, como as rosas da primavera, desembocando no rio azul da tarde, e, à noite, se perdem na luz. Da mesma forma que as mulheres, as cidades latejam segredos que só revelam aos que sabem mergulhar no abismo das rosas. 

Amo várias cidades, e elas se entregam a mim sem reservas. Belém me seduz, com seu feitiço de rosas vermelhas, colombianas, flutuando no azul do mar, deixando um rastro de Chanel 5, gim e perfume de mulher absorta ao toucador. Manaus também, onde o cheiro de mulher é tão intenso que causa vertigem, e sentimos, lentos, os movimentos da Terra no espaço, como música de Mozart. 

O Rio de Janeiro tem o poder de me fazer voar, cavalgando besouros furta-cores num mar transparente sem fim. Há, ainda, outras cidades a quem eu seduzo como o garanhão faz a corte à sua próxima vítima, com paciência, concentração total e, sobretudo, fé. Mas, diferentemente do garanhão, percorro as cidades com amor. Assim é com Macapá. 

A melhor maneira de descobrir Macapá é atravessando de barco o estuário do rio Amazonas. Quem sai do arquipélago do Marajó e mergulha no maior rio do mundo, em direção à Linha Imaginária do Equador, avista, de repente, a cidade, que emerge como cunhantã se banhando no rio, o vestido molhado, colando-se ao corpo, os cabelos espargindo água e nos olhos o mistério. É assim que gosto de pensar a cidade, com seu cheiro de jasmim nas noites mornas. 

Sou teu, Macapá, porque tu me pariste, às 5 horas do dia 7 de agosto de 1954, no Hospital Geral, e de lá fui para a Casa Amarela, ao lado do Colégio Amapaense, na Avenida Iracema Carvão Nunes com a Rua Eliezer Levy, ao lado da Mata do Rocha, e lá passei 11 anos da minha infância. 

Restou a Seringueira, que meu pai plantou, e que foi salva de ser decepada – porque se recusou a sair do caminho do muro do Colégio Amapaense – pelo agrônomo Luiz Façanha, que se abraçou ao seu tronco num gesto de amor. Meu pai, João Raimundo Cunha, semeou a Seringueira, em 1952, ano do nascimento do meu irmão, o pintor genial Olivar Cunha. Macapá, para mim, é isso, e é tanta coisa... 

As cidades, como as mulheres, quanto mais as amamos, mais belas ficam, e mais misteriosas. E, como as mulheres, as cidades nunca são nossas. São delas mesmas, e de todos os que as amam. Não podemos jamais ser donos de uma cidade, da mesma forma que é impossível nos apossarmos de uma mulher, porque as mulheres são sempre livres e misteriosas. 

E, como as mulheres, as cidades estão sempre diferentes. A cada manhã há algo novo nas suas vidas, há um novo mistério no seu sorriso. A cada partida, fica implícito o encontro marcado, e as chegadas são regadas de risos, de luz, e perdão. As mulheres, devemos apenas as amar, sem exigir nada, porque nada se pode exigir do inacessível. 

As mulheres são feitas de eternidade. É impossível subjugá-las para aspirar suas almas. Tudo o que um homem pode fazer é deixar-se inundar pela luz das mulheres, e, então, tornar-se imortal. Porque as mulheres são deusas. Deusas porque a inteligência que rege o Universo as criou com a subjetividade de Deus. 

As mulheres são feitas de feromônios, porque exalam perfume de púbis angelical, suave aroma azul, como a mais sublime inspiração de Mozart, como gemidos da mulher amada, de madrugada, em um grande hotel. As mulheres são a rua mais ensolarada das nossas lembranças. Cada uma delas é uma cidade onde gostamos de mergulhar. As possibilidades que se abrem nos labirintos misteriosos da alma feminina são alento de serotonina. 

Caminhamos nas cidades que amamos pelas ruas do coração, frequentamos os bares onde estão nossos amigos, vivos e mortos, e, se é uma cidade que tem mar, mergulhamos nele com o olhar, e, se é uma cidade que tem rio, contemplamos o rio. Da mesma forma navegamos as mulheres, sentindo seu cheiro, seu sabor, ouvindo seu riso, seus gemidos de prazer, bebendo colostro, sugando serotonina e viajando como a luz. 

Dentro de uma mulher, viajamos instantaneamente para qualquer ponto do Universo. O Universo é infinito, não para as mulheres. Elas são como a luz. Só temos que as amar. Só assim, mesmo que não as possuamos, elas são nossas, apenas porque nos quedamos sob sua luz. Se não podemos tocá-las, podemos vê-las, mesmo que seja por alguns segundos em um grande aeroporto internacional, de madrugada. E se nem isso for possível basta pensarmos nelas, com fé.

sábado, 14 de março de 2026

O segredo de Dan Brown e os onipotentes

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 14 DE  MARÇO DE 2026 – O best-seller americano Dan Brown não é nenhum Ernest Hemingway. Seu forte está nos temas que ele aborda. Por exemplo: a linhagem do Jesus Cristo histórico ou a antimatéria. Se Jesus ou a antimatéria existem é outra história, mas Brown explora temas como esses com maestria. Não à toa já vendeu mais de 250 milhões de livros em todo o mundo, em 56 idiomas. Só O Código da Vinci vendeu mais de 80 milhões de cópias. Seu livro mais recente, O Segredo Final (The Secret of Secrets, Editora Arqueiro, São Paulo, 2025, 555 páginas), que vendeu um milhão de cópias apenas no dia de seu lançamento, trata de noética, a mente. 

Lá pelo final do livro é esclarecido um tema interessante. Tenho ouvido críticas contra as pessoas que vivem com os olhos grudados em celular, a ponto de algumas se acidentarem. Ora, cada um vive como acha que deve viver. Mas a questão é: o pessoal que vive com os olhos grudados no celular está dissociado da realidade e vive uma vida virtual, ou não? Primeiro que não existe realidade, mas infinitas realidades. Segundo, o mundo virtual é uma realidade. Embora não seja físico, o mundo virtual produz efeitos reais, psicológicos e sociais, no cotidiano, pois as interações online geram emoções e moldam comportamentos e decisões, conectando o digital ao físico. 

De modo que o celular se tornou um apêndice do cérebro e memória. Então, o mundo virtual não é apenas uma simulação, mas parte da realidade experimentada. E depois, a vida se passa na mente. 

Em O Segredo Final, a trama gira em torno da ciência Noética, o estudo da consciência.

A aventura se passa em ritmo cinematográfico, como se fosse fosse escrito por uma equipe, com muita pesquisa e tensão. O herói, o professor simbologista de Harvard, Robert Langdon, não é nenhum James Bond, mas é duro de matar. 

A trama se passa em uma das cidades mais fascinantes do mundo: Praga, a capital da República Tcheca, uma cidade que vive entre o passado e o futuro, duas coisas que só existem na mente, mas de onde o simbologista tenta sair com vida, em meio a espionagem e perseguições cinematográficas, ou melhor, kafkianas. 

O segredo está nos originais de um livro escrito pela cientista noética Katherine Solomon, namorada de Robert, convidada para proferir uma palestra sobre a natureza da consciência humana, em Praga, para onde leva o simbologista. O livro teoriza como a mente pode se deslocar do corpo, só que a CIA, a agência de inteligência norte-americana, quer concretizar a teoria para usar o deslocamento da mente em espionagem. Que espião seria melhor do que invisível? 

Mas o grande protagonista do livro é a noética, do grego “nous”, mente, a alma racional, a inteligência, e “noesis”, o ato de pensar em si. A noética estuda a mente, a consciência e o espírito, unindo ciência e filosofia. Gautama Buda disse que o mundo é criado pelos nossos pensamentos, que a consciência está em toda parte e que a vida e a realidade são uma só coisa. 

Como terapeuta em Medicina Tradicional Chinesa, venho pesquisando e investigando a mente há pelo menos dez anos. No meu romance O CLUBE DOS ONIPOTENTES há uma abordagem biológica da noética: 

Matéria! Ali, à sua frente, havia uma mulher deslumbrante, como nunca vira em parte alguma. Um protótipo da mulher brasileira, amalgamando elementos da mestiçagem nacional: cor de canela, menos de um metro e setenta de altura, sessenta e poucos quilos, cabelos de fogo e olhos de esmeralda, boca e ancas de negra, nariz europeu, seios capazes de amamentar uma prole espantosa, sotaque que era uma mistura do português lisboeta e tupi, e aquele brilho nos olhos. Talvez ela nem sempre fosse assim. É provável que sejamos diferentes para o ponto de vista de cada qual e ainda segundo as circunstâncias. Sim, pode ser isso. Afinal, o que é a matéria, senão algo que ocupa espaço com sua substância, átomos, energia, onda e partícula. A matéria, moléculas, são percebidas pelos sentidos, como a mão de Alessandra. Hoje, os físicos falam de campos de matéria – elétrons, prótons e nêutrons, que, por sua vez, são divisíveis, nos quarks e léptons, que interagem por meio da gravidade e do eletromagnetismo. Energia! Ação. Ação sobre a matéria. E o corpo humano, como surgiu?

O corpo humano nada mais é do que tecnologia extra terrestre – Alex pensava, naquela velocidade quântica. Em Os Exilados da Capela, livro de 1949, da trilogia História Espiritual da Humanidade, juntamente com Na Cortina do Tempo e Almas Afins, de Edgard Armond, que foi secretário-geral da Federação Espírita do Estado de São Paulo, um grupo de capelinos, uma civilização muito desenvolvida, moral e intelectualmente, que habita o quarto planeta em órbita de Capella, estrela da constelação do Cocheiro, não teria correspondido à evolução moral dessa civilização e esse grupo, de 25 bilhões de espíritos, é banido para a Terra, há 65 mil anos, e funda, no Continente Atlântico, a cidade de Atlântida, que afundou e deu início à jornada humana, por meio de sucessivas encarnações desses espíritos, agora em corpos humanos, há 12 mil anos. Os altos conhecimentos que a Humanidade detém, hoje, vêm daí. Os atlantis tinham alto grau de conhecimentos em astronomia, matemática, arquitetura, agricultura e navegação. Obras como as pirâmides do Egito, os jardins suspensos da Babilônia e as edificações maias e astecas, por exemplo, são herança desse povo.

A matéria biológica é animada por espíritos. O corpo contém ácido desoxirribonucleico, deoxyribonucleic acid em inglês, DNA, composto orgânico que contêm as instruções genéticas, os genes, que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e que transmitem as características hereditárias – pensava Alex. Para ele, o código genético foi criado pelos espíritos como estrutura básica para animar os corpos, que são desenvolvidos por meio da ação do sistema endócrino, comandado pelo cérebro. O hipotálamo, do tamanho de uma amêndoa, localizado no encéfalo, faz ligação entre o sistema nervoso e o sistema endócrino: regula o apetite, o sono, o comportamento sexual e as emoções, e controla a temperatura corporal, a libido, ou apetite sexual, frequência cardíaca, pressão arterial, fome, sede, agressividade, tranquilidade, medo ou reação de punição. A hipófise, ou pituitária, é uma glândula que controla o sistema endócrino. Em outras palavras, traduz as emoções em respostas físicas. Sentimentos intensos, como raiva, medo, excitação, são gerados na mente; o hipotálamo realiza mudanças fisiológicas, via sistema nervoso autônomo e liberação de hormônios da hipófise. Sinais físicos de medo ou excitação, como aumento dos batimentos cardíacos e respiração ofegante, são gerados no hipotálamo.

“É um chip, um circuito integrado” – Alex pensou.

Assim, o hipotálamo regula a hipófise, ou pituitária, glândula endócrina de 1 centímetro de diâmetro, um grão de ervilha, pesando meio grama, alojada na base do cérebro, abaixo do hipotálamo. A hipófise controla outras glândulas, o crescimento, a secreção do leite materno e a contração muscular uterina, e regula a produção e liberação de estrogênio, progesterona e de testosterona.

Mas o contato com a origem espiritual se dá por meio da pineal, conarium, ou epífise cerebral, glândula endócrina, de tamanho aproximado de um caroço de laranja, em humanos, com massa em torno de meio grama, localizada na base e no centro do cérebro dos vertebrados, e que produz melatonina, hormônio derivado da serotonina, que modula o sono. Lembra uma pinha, localizada precisamente entre os dois hemisférios do cérebro e o olho pineal, ou terceiro olho.

Para René Descartes, filósofo e cientista do século XVII, a pineal é a sede da alma, sopro vital, a criatura, a vida material, o espírito encarnado, este, ligado ao corpo físico por um corpo sutil, invisível, o perispírito, ou corpo astral. Descartes afirmava que a pineal é o ponto da união substancial entre corpo e alma. No fim do século XIX, Madame Blavatski, fundadora da teosofia e membro da Grande Fraternidade Branca, relacionou a glândula pineal com o conceito hindu de terceiro olho, ou Ajna chakra. Em Missionários da Luz, de Chico Xavier, pelo espírito André Luiz, a epífise é descrita como a glândula da vida espiritual e mental. Epífise deriva do prefixo grego “epi”, que significa “acima”, “sobre”, “superior”, e “fise” vem do grego “physis”, que quer dizer “natureza”. E o espírito? É a energia vital que se manifesta no corpo físico. Vem do latim “spiritus”, significando “respiração” ou “sopro”. O apóstolo Paulo escreveu que o espírito, alma e corpo são distintos, e dá a entender que a alma representa a união do espírito, que é o folego da vida, com o corpo, “o pó da terra”.

– E é pela glândula pineal que espíritos baixos, desencarnados, obsediam pessoas, impregnando-lhes de sentimentos inferiores, como ódio, ira, vingança, orgulho e crueldade, anulando a produção de serotonina, o hormônio do bem-estar – disse Alex.

– Como isso se dá? – Alesão perguntou, pensando na pequena Gardênia.

– A mediunidade, que é natural no ser humano, capta o campo eletromagnético do desencarnado pela sintonia vibratória. A pineal transforma as ondas recebidas em estímulos eletroneuroquímicos. Essas ondas espirituais maléficas, que chegam ao corpo por meio do pensamento, desequilibram o sistema nervoso autônomo da vítima do pensamento maléfico por meio da produção de altas doses de adrenalina, acelerando o ritmo cardíaco e aumentando a pressão arterial; assim, a vítima do pensamento maléfico acaba desgastada, enfraquecida, subjugada, aprisionada em um emaranhado de transtornos mentais, caindo no ridículo, na desmoralização, na loucura. É dessa forma que os obsessores, espíritos-vampiros, desequilibram a máquina física, esgotando a vitalidade da vítima, que vai definhando pela superprodução de adrenalina, o que a deixa em constante estado de alerta, em pânico, angustiada, e, nessa batalha íntima, a vítima perde o comando da própria consciência, os nervos já em frangalhos.

Tomou um gole de Coca-Cola.

– Portanto, a fadiga excessiva, a depressão, a síndrome do pânico, o transtorno obsessivo compulsivo, a paranoia, a loucura, podem ser sintomas provocados por espíritos desencarnados presos ainda à matéria grosseira, sintonizando espíritos encarnados que vibram de forma semelhante à do pensamento dos obsessores. Contudo, nenhum obsessor aloja uma ideia em nossa mente sem reciprocidade, e, por conseguinte, consentimento. Talvez, a melhor prevenção contra a obsessão espiritual é se tornar útil ao próximo, amar, começando por amar a si próprio, e ao próximo como a si mesmo, fazendo a ele o que gostaria de receber de bom.

– Então o senador está cheio de demônios agarrados nele – disse Alesão.

– Bom, eu desconfio que o senador está envolvido com um clube, uma espécie de clube dos onipotentes, secreto, secretíssimo, que reúne pessoas muito, muito poderosas, e que agem como se fossem donas do mundo, transgredindo as leis, qualquer lei que se oponha a eles, entende? Acho que ele é um mago negro! – disse Alex.

– Mago negro? – Alesão perguntou.

– Mago negro! O que é um mago negro? É aquele que se utiliza de magia negra, ou seja, o manejo de forças sobrenaturais voltadas para a maldade. Exemplo: a inveja, o simples mau-olhado, é uma força sobrenatural, no sentido de que não é física. Porém o mago negro apela para espíritos malévolos; são médiuns do mal, que povoam o umbral, um plano das sombras, semimaterial. Aqui, no plano físico, detectei o que eu chamo de clube dos onipotentes. Não sei exatamente o que fazem lá, mas tenho a impressão de que estuprar crianças seria uma dessas coisas, como naquele livro, feroz, 120 dias de Sodoma, do Marquês de Sade.

– Meu Deus! Já li 120 dias de Sodoma! – disse Alesão. – É a coisa mais execrável que existe na face da Terra! Mas sinto que pode ter mais, aí! Veja bem: Patarrão tem interesses políticos, além dos interesses financeiros. Tive um sonho, assim que cheguei a Brasília, que é o seguinte: sonhei com um homem subindo a rampa do Palácio do Planalto, sozinho. Parecia mais um emaranhado de fios do que um homem. Os fios, já sei o que significam: meridianos de acupuntura. E o homem, mais recentemente é que matei a charada: trata-se de Jair Bolsonaro. Agora, tu falando desse clube dos onipotentes, e diante do que aconteceu com Bolsonaro, é que me dei conta de que esse clube pode muito bem se reunir não só para bacanais, mas para planejar o assassinato perfeito do presidente. Por que? Ora, porque Bolsonaro cortou, de forma radical, os bilhões de reais que roubavam, não direi todos os dias, mas pelo menos mensalmente, além de pôr fim, também, ao fisiologismo, ao cabide industrial de empregos e à sangria da burra em reclames federais que inundavam a grande imprensa.

Dez segundos de silêncio.

– Seu raciocínio faz sentido – disse Alex, pensativo. – Mas como, com tão poucos elementos, e tão tênues, você chegou a esse raciocínio?

– Não sei! É como se houvesse um chip no meu cérebro com todas essas informações.

– Eles, os onipotentes, devem se reunir em algum lugar; ou será que não há assembleia entre eles, uma reunião física deles?

– Quem são eles? Essa é a pergunta. Desconfio que há muita gente poderosíssima nisso.

Fim do corte de O CLUBE DOS ONIPOTENTES. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

The Secret of Dan Brown and the Omnipotents

RAY CUNHA

BRASÍLIA, March 14, 2026 – The American bestseller author Dan Brown is no Ernest Hemingway. His strength lies in the themes he explores. For example: the lineage of the historical Jesus Christ or antimatter. Whether Jesus or antimatter actually exist is another story, but Brown explores such themes masterfully. It is no coincidence that he has already sold more than 250 million books worldwide, in 56 languages. The Da Vinci Code alone has sold more than 80 million copies. His most recent book, The Secret of Secrets (Arqueiro Publishing, São Paulo, 2025, 555 pages), which sold one million copies on the day of its release alone, deals with noetics—the mind.

Near the end of the book an interesting theme is clarified. I have heard criticisms against people who live with their eyes glued to their cell phones, to the point that some even have accidents. Well, everyone lives as they think they should. But the question is: are people who keep their eyes glued to their phones dissociated from reality and living a virtual life, or not? First, there is no single reality, but infinite realities. Second, the virtual world is a reality. Although it is not physical, the virtual world produces real psychological and social effects in everyday life, because online interactions generate emotions and shape behaviors and decisions, connecting the digital to the physical.

Thus, the cell phone has become an extension of the brain and memory. The virtual world is therefore not merely a simulation, but part of experienced reality. And besides, life takes place in the mind.

In The Secret of Secrets, the plot revolves around the science of noetics—the study of consciousness.

The adventure unfolds at a cinematic pace, as if it had been written by a team, with extensive research and constant tension. The hero, the Harvard symbology professor Robert Langdon, is no James Bond, but he is hard to kill.

The plot takes place in one of the most fascinating cities in the world: Prague, a city that lives between the past and the future—two things that exist only in the mind—from which the symbologist tries to escape alive amid espionage and cinematic—or rather, Kafkaesque—chases.

The secret lies in the original manuscript of a book written by the noetic scientist Katherine Solomon, Robert’s girlfriend, who is invited to give a lecture on the nature of human consciousness in Prague, where she takes the symbologist. The book theorizes how the mind can move outside the body, but the Central Intelligence Agency (CIA) wants to turn the theory into reality in order to use mind displacement for espionage. What spy could be better than an invisible one?

But the great protagonist of the book is noetics itself, from the Greek nous, mind—the rational soul, intelligence—and noesis, the act of thinking itself. Noetics studies the mind, consciousness, and spirit, uniting science and philosophy. Gautama Buddha said that the world is created by our thoughts, that consciousness is everywhere, and that life and reality are one and the same thing.

As a therapist in Traditional Chinese Medicine, I have been researching and investigating the mind for at least ten years. In my novel O Clube dos Onipotentes there is a biological approach to noetics:

Matter! There, in front of him, stood a dazzling woman, unlike any he had ever seen anywhere. A prototype of the Brazilian woman, amalgamating elements of the nation’s racial mixture: cinnamon-colored skin, less than one meter seventy in height, a little over sixty kilos, hair of fire and emerald eyes, the mouth and hips of a Black woman, a European nose, breasts capable of nursing an astonishing brood, an accent that was a mixture of Lisbon Portuguese and Tupi, and that brightness in her eyes. Perhaps she was not always like that. It is likely that we appear differently from each person’s point of view and also according to circumstances. Yes, that may be it. After all, what is matter if not something that occupies space with its substance—atoms, energy, wave and particle. Matter, molecules, are perceived by the senses, like Alessandra’s hand. Today physicists speak of fields of matter—electrons, protons, and neutrons—which in turn are divisible into quarks and leptons that interact through gravity and electromagnetism. Energy! Action. Action upon matter. And the human body—how did it arise?

The human body is nothing more than extraterrestrial technology—Alex thought, at that quantum speed. In Os Exilados da Capela (1949), from the trilogy História Espiritual da Humanidade, together with Na Cortina do Tempo and Almas Afins, by Edgard Armond, who was secretary-general of the Spiritist Federation of the State of São Paulo, a group of Capellans—a civilization highly developed morally and intellectually, inhabiting the fourth planet orbiting Capella, a star in the constellation Auriga—failed to correspond to the moral evolution of that civilization. This group of 25 billion spirits was therefore banished to Earth 65,000 years ago and founded, on the Atlantic continent, the city of Atlantis, which later sank and gave rise to the human journey through successive incarnations of these spirits, now in human bodies, about 12,000 years ago. The high knowledge humanity possesses today comes from there. The Atlanteans had a high degree of knowledge in astronomy, mathematics, architecture, agriculture, and navigation. Works such as the pyramids of Egypt, the Hanging Gardens of Babylon, and the constructions of the Maya and Aztecs, for example, are the legacy of this people.

Biological matter is animated by spirits. The body contains deoxyribonucleic acid—DNA—an organic compound that contains genetic instructions, genes that coordinate the development and functioning of all living beings and transmit hereditary characteristics—Alex thought. For him, the genetic code was created by spirits as the basic structure to animate bodies, which are developed through the action of the endocrine system commanded by the brain. The hypothalamus, the size of an almond and located in the brain, links the nervous system to the endocrine system: it regulates appetite, sleep, sexual behavior, and emotions, and controls body temperature, libido, heart rate, blood pressure, hunger, thirst, aggressiveness, tranquility, fear, or punishment response. The pituitary gland controls the endocrine system. In other words, it translates emotions into physical responses. Intense feelings such as anger, fear, or excitement are generated in the mind; the hypothalamus produces physiological changes through the autonomic nervous system and the release of hormones from the pituitary gland.

“It is a chip, an integrated circuit,” Alex thought.

Thus, the hypothalamus regulates the pituitary gland, an endocrine gland about one centimeter in diameter, the size of a pea and weighing half a gram, located at the base of the brain below the hypothalamus. The pituitary controls other glands, growth, the secretion of breast milk, uterine muscle contraction, and regulates the production and release of estrogen, progesterone, and testosterone.

But contact with the spiritual origin occurs through the pineal gland, or epiphysis, an endocrine gland located in the center of the brain of vertebrates, producing melatonin, the hormone derived from serotonin that regulates sleep. It resembles a pinecone, located precisely between the two hemispheres of the brain, the so-called pineal eye or third eye.

For René Descartes, the seventeenth-century philosopher and scientist, the pineal gland is the seat of the soul—the vital breath, the creature, material life, the incarnated spirit, which is linked to the physical body by a subtle invisible body, the perispirit or astral body. Descartes claimed that the pineal gland is the point of substantial union between body and soul. At the end of the nineteenth century, Helena Petrovna Blavatsky, founder of Theosophy and member of the so-called Great White Brotherhood, associated the pineal gland with the Hindu concept of the third eye, or Ajna chakra. In Missionários da Luz, by Chico Xavier through the spirit André Luiz, the epiphysis is described as the gland of spiritual and mental life.

The word epiphysis derives from the Greek prefix epi, meaning “above” or “superior,” and physis, meaning “nature.” And the spirit? It is the vital energy manifested in the physical body. The word comes from the Latin spiritus, meaning “breath.” The apostle Paul the Apostle wrote that spirit, soul, and body are distinct, implying that the soul represents the union of the spirit—the breath of life—with the body, “the dust of the earth.”

“And it is through the pineal gland that low, disincarnate spirits obsess people, filling them with inferior feelings such as hatred, anger, revenge, pride, and cruelty, suppressing the production of serotonin, the hormone of well-being,” Alex said.

“How does that happen?” Alesão asked, thinking of little Gardênia.

“Mediumship, which is natural in human beings, captures the electromagnetic field of the disincarnate through vibrational resonance. The pineal gland converts the received waves into electroneurochemical stimuli. These malevolent spiritual waves, arriving through thought, unbalance the victim’s autonomic nervous system through the production of high doses of adrenaline, accelerating heart rate and increasing blood pressure. Thus the victim becomes worn down, weakened, subdued, imprisoned in a web of mental disorders, falling into ridicule, disgrace, madness. In this way obsessors—spirit vampires—unbalance the physical machine, draining the victim’s vitality through the overproduction of adrenaline, leaving them in constant alert, panic, anguish, and in this inner battle the victim loses command of their own consciousness.”

He took a sip of Coca-Cola.

“Therefore excessive fatigue, depression, panic syndrome, obsessive-compulsive disorder, paranoia, or madness may be symptoms caused by disincarnate spirits still attached to coarse matter, tuning in to incarnate spirits vibrating in similar ways. However, no obsessor implants an idea in our mind without reciprocity—and therefore consent. Perhaps the best prevention against spiritual obsession is to become useful to others, to love—starting by loving oneself—and to love one’s neighbor as oneself, doing to others the good one would like to receive.”

“So the senator is full of demons clinging to him,” Alesão said.

“Well, I suspect the senator is involved with a club, a kind of club of the omnipotents, extremely secret, gathering very, very powerful people who act as if they owned the world, breaking laws—any law that stands against them. I think he is a black mage!” Alex said.

“A black mage?” Alesão asked.

“A black mage! Someone who practices black magic—the manipulation of supernatural forces directed toward evil. Envy, the evil eye—these are non-physical forces. But the black mage appeals to malevolent spirits; they are mediums of evil inhabiting the umbral, a semi-material shadow plane. Here in the physical world I detected what I call the club of the omnipotents. I don’t know exactly what they do there, but I have the impression that raping children might be one of those things, like in the ferocious book The 120 Days of Sodom by Marquis de Sade.”

“My God! I have read The 120 Days of Sodom,” said Alesão. “It is the most execrable thing on the face of the Earth! But I feel there may be more. Look: Patarrão has political interests besides financial ones. I had a dream when I arrived in Brasília. I dreamed of a man climbing the ramp of the Palácio do Planalto alone. He looked more like a tangle of wires than a man. The wires—I already know what they mean: acupuncture meridians. And the man—I only recently solved the riddle: it is Jair Bolsonaro. Now, hearing you talk about this club of the omnipotents, and considering what happened to Bolsonaro, I realized that this club might meet not only for bacchanals but to plan the perfect assassination of the president. Why? Because Bolsonaro radically cut the billions of reais they used to steal—not every day, but at least every month—and also put an end to patronage, the industrial rack of government jobs, and the hemorrhage of federal advertising money that used to flood the major press.”

Ten seconds of silence.

“Your reasoning makes sense,” Alex said thoughtfully. “But how, with so few and such tenuous elements, did you reach this conclusion?”

“I don’t know! It is as if there were a chip in my brain containing all this information.”

“They—the omnipotents—must meet somewhere. Or is there no assembly among them, no physical gathering?”

“Who are they? That is the question. I suspect there are extremely powerful people involved.”

End of the excerpt from O Clube dos Onipotentes. Any resemblance to reality is purely coincidental.

Quem mandou assassinar Bolsonaro? Quem está assassinando-o? A tortura e morte do Mito é transmitida em tempo real pela internet e TV para o mundo inteiro, para gáudio da Esquerda

O CLUBE DOS ONIPOTENTES e O OLHO DO TOURO retratam a via crucis
de Jair Bolsonaro. O terceiro volume da trilogia será publicado este ano

RAY CUNHA*

BRASÍLIA, 14 DE MARÇO DE 2026 – O presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) estava moribundo na madrugada de sexta-feira 13 em uma cela da Papuda, a Penintenciária de Brasília/DF. Agentes federais, vendo que o Mito iria morrer, levaram-no, de manhã, para o Hospital DF Star, onde foi atendido pelo médico Claudio Birolini, em estado “extremamente grave, com risco de um evento potencialmente mortal”. Bolsonaro está com broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões. 

Em 6 de setembro de 2018, quando Bolsonaro disputava as eleições para a Presidência, durante comício em Juiz de Fora/MG, Adélio Bispo de Oliveira, militante do Psol (Partido Socialismo e Liberdade), de extrema Esquerda, enfiou um facão enferrujado no baixo ventre de Bolsonaro que quase o transfixa, seccionando as vísceras do Capitão. Bolsonaro sobreviveu, mas doente. Foi eleito presidente, fez um governo técnico e estancou a roubalheira que vinha sangrando o país. 

Em 8 de janeiro de 2022, houve uma manifestação popular na Praça dos Três Poderes contra a kafkiana eleição de Lula da Silva à Presidência. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, acusou a manifestação de golpe de Estado, liderado por Bolsonaro, que não estava nem no Brasil, mas nos Estados Unidos. O Supremo condenou Bolsonaro a 27 anos de cadeia e desde então o presidente vem sendo torturado na cadeia, morrendo a conta-gotas, sem o devido atendimento médico. 

O país vive a ditadura da toga. A Constituição foi rasgada. O presidente Lula da Silva, que comanda o Foro de São Paulo, aliou-se às ditaduras da China e Rússia, e ao Estado terrorista do Irã, com o plano de destruir o dólar e os Estados Unidos. Colarinhos brancos do staff do Estado estão envolvidos até a medula com uma corrupção e roubalheira trilionária, que envolvem o Banco Master, a Faria Lima, as máfias PCC e CV e até roubo aos aposentados do INSS. 

Os Estados Unidos já enquadraram o PCC e o CV como grupos terroristas, e, como estão fazendo nos países narcotraficantes em toda a Ibero-América, deverão atacar quartéis do crime organizado também no Brasil.

*Ray Cunha é primeiro vice-presidente da Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Associados (AJOIA Brasil)

quinta-feira, 12 de março de 2026

PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa será entregue em mãos, autografado, a moradores de Brasília

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 12 DE MARÇO DE 2026 – Este livro foi escrito ao longo de uma década, para acordar os que sofrem, com dores físicas e mentais, e orientar os que se perderam no Caminho: PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa (2026, 176 páginas), deste que vos escreve, publicado pelo Clube de Autoresamazon.com.br e amazon.com, será entregue em mãos, autografado, a moradores de Brasília/DF, cidade onde mora o autor, por 90 reais. Pedidos podem ser feito pelo e-mail: raycunha@gmail.com ou o WhatsApp: 61 99621-6425

Formei-me em Medicina Tradicional Chinesa (MTC) pela Escola Nacional de Acupuntura (ENAc), em Brasília/DF, de 6 de agosto de 2013 a 12 de julho de 2016, com 2.080 horas/aulas presenciais e 440 horas de estágio nos ambulatórios da ENAc e Fernando Hessen, em um total de 2.520 horas/aula. O curso então oferecido pela ENAc era técnico, com carga horária de curso tecnológico, reconhecido pelo Ministério da Educação. A carga horária de curso tecnólogo varia de 1.600 a 2.600 horas, com duração média de 2 a 3 anos, uma formação superior mais curta e focada no mercado de trabalho. Meu certificado foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal, de 1 de abril de 2019, Página 18. 

Jornalista que sou, desde o início do curso comecei a pensar e a escrever sobre a prática da MTC, que se baseia no Taoismo. Após uma década de prática em MTC, especialmente em trabalho voluntário no Ambulatório Fernando Hessen e no Centro Espírita André Luiz, onde já atendi centenas de pacientes, de ambos os sexos, de todas as idades e acometidos das mais diversas síndromes, o resultado é este PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa. 

Em 2000, comecei a ler a obra do criador da Seicho-No-Ie, o filósofo japonês Masaharu Taniguchi. Em 2013, ao mesmo tempo em que comecei o curso de Medicina Tradicional Chinesa, comecei também a pesquisar a existência do espírito, os corpos vibracionais, a energia e a matéria. Em 2016, aprofundei-me em Medicina Vibracional, codificada pelo médico norte-americano Richard Gerber, e dei início a uma linha de trabalho que identifico como “acupuntura nos corpos sutis”. 

Em 30 de dezembro de 2016, em trabalho voluntário no Centro Espírita André Luiz (Ceal), no Guará I, em Brasília, atendi a um paciente, VJC, de quem fora extirpado o intestino grosso devido a câncer e vinha sendo hospitalizado toda semana, pois não conseguia digerir os alimentos. Com apenas uma sessão de acupuntura VJC deixou de ser hospitalizado. O tratamento continuou e VJC pediu alta em três meses. 

Meu procedimento foi o seguinte: com acupuntura, tirei as dores e incômodos agudos que estavam atingindo o corpo físico do paciente, e, considerando o corpo etéreo, sutil, tratei seu intestino grosso, pois o corpo físico é um duplo do corpo etéreo, que se encontra na aura e faz a ligação da mente com o corpo físico. Se um órgão, ou membro, é extirpado do corpo físico, ele continua incólume no corpo etéreo. Com isso, cheguei à conclusão de que a vida se passa na mente; o corpo físico apenas reflete o que se passa na mente; é, tão-somente, um instrumento da mente para que a mente tenha existência no estado condensado da matéria. 

Tanto que a causa das doenças está localizada sempre na mente, no corpo astral, ou das emoções. O corpo físico reage às emoções por meio do sistema endocrinológico. Por exemplo: uma pessoa com medo vive 24 horas por dia com excesso de adrenalina no sangue. Adrenalina é o hormônio que decuplica a força física; é produzido em situações de enfrentamento ou fuga. Mas, se for constantemente produzido, a pessoa em questão entrará em colapso. A solução: essa pessoa precisa identificar o objeto do medo e enfrentá-lo. Só assim serenará. 

PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa procura orientar o leitor a chegar à serenidade, à paz de espírito. A interpretação do que é dito neste livro será sempre de cada um que o ler, mas a verdade é uma só, e a verdade só pode ser desvendada no caminho. A matéria é impermanente, mas não há problema insolúvel. Nosso corpo é uma máquina com inteligência artificial magnífica e foi projetado para se auto-curar. Só temos que nos submeter às leis do Universo, que muitos chamam de Deus. 

Este livro não poderia ter sido escritor se não fossem estas pessoas, a quem sou profundamente grato: Meus pais, João Raimundo Cunha e Marina Pereira Silva Cunha; à minha esposa, Josiane Souza Moreira Cunha; aos meus anjinhos, Juraci Gomes Cunha e Josafá Moreira Cunha; e à minha filha, Iasmim Moreira Cunha Morya – que me ensinaram a amar. 

Aos mestres Imperador Amarelo, Giovanni Maciocia, Jorge Bessa, Ricardo Augusto Comelli Antunes e aos professores da Escola Nacional de Acupuntura (ENAc), em Brasília/DF – que me ensinaram a dar os primeiros passos na ciência da Medicina Tradicional Chinesa (MTC). 

A Ricardo André, coordenador do voluntariado em MTC do Ambulatório Fernando Hessen, aos sábados, no Centro Comunitário da Candangolândia, Brasília/DF; a José Marcelo, coordenador do voluntariado em MTC, nas manhã de domingo, no Centro Espírita André Luiz (Ceal), no Guará I, Brasília/DF; aos meus colegas de voluntariado, principalmente a todos os meus pacientes, pela oportunidade de aprendizagem que me proporcionam. 

À minha cidade natal, Macapá/AP, na Amazônia Caribenha, e que viceja na confluência da Linha Imaginária do Equador e a margem esquerda do Canal do Norte do maior rio do planeta, o Amazonas, que despeja no Oceano Atlântico, a 140 quilômetros de Macapá, 200 mil metros cúbicos de água por segundo. 

Ao Taoismo, que me ensina o Caminho do Meio. 

Ao Éter, ou Campo (como disse Albert Einstein), ou Lei, ou Deus, como queiram.