sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Império à Deriva, a Independência do Brasil, a máfia petista e a ditadura da toga – 2003-2026

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 16 DE OUTUBRO DE 2026 – Império à Deriva – A corte portuguesa no Rio de Janeiro, 1808-1821 (Objetiva, Rio de Janeiro, 2004, 326 páginas), de Patrick Wilcken, é “Brilhante... Um modelo de narrativa histórica” – como disse The Guardian; “Leitura excelente e prazerosa” – disse The Times Literary Supplement. Só mesmo um inglês, inglês de Sydney, Austrália, brazilianist, é capaz de levantamento histórico tão sério, narrado com leveza quase de romance. 

Uma coisa é ler história do Brasil escrita por brasileiros; outra, escrita por ingleses. A escrita por brasileiros é, muitas vezes, pontuada por um tom quase de lamentação, como se pudéssemos voltar no tempo e, em vez de lusitanos, sermos colonizados por ingleses, como os Estados Unidos. E quando o historiador é marxista, então, deixa de ser história e passa a ser masturbação colonial. Já os historiadores ingleses ignoram as baboseiras de Carl Marx e, baseados em documentos e cartas, recriam, de forma convincente, o que realmente se passou, como se passou e como eram as pessoas envolvidas. É o caso de Patrick Wilcken. 

Império à Deriva foi fundamental para a minha compreensão do que se passou no Rio de Janeiro, de 1808 a 1821. A primeira coisa que percebi é algo que nunca encontrei em livro algum: se Dom João não fosse tão frouxo, ele poderia ter permanecido em Lisboa e ter enfrentado Napoleão Bonaparte. O corso jamais atacaria Lisboa por mar, pois a Inglaterra, que dominava os mares, estava só aguardando a marinha francesa. E o ataque por terra significava que o exército francês tinha que ultrapassar os Pireneus e as serras da Estrela e do Buçaco, de modo que quando chegava a Portugal encontrava-se faminto, esfarrapado e pela metade. 

Mas os ingleses, que protegiam os portugueses, tinham interesse na extraordinária colônia sul-americana dos lusitanos, um mercado gigantesco para tudo o quanto era produto da Inglaterra, e então convenceram Dom João e fugir para o Brasil e instalar seu reinado na colônia, no Rio de Janeiro. Dom João pensou durante dias e dias e acabou topando, e fez a mais inacreditável fuga de toda a história humana, deixando Portugal desnorteado, entregue à própria sorte. 

A chegada ao Rio de Janeiro é outra coisa inacreditável. Dez mil pessoas chegaram, de repente, a uma cidadezinha quase sem nada, como era o Rio de 1809. Não havia, ainda, Brasil, mas províncias, onde eram proibidos jornais e livros e o povo vivia para produzir açúcar, ouro e diamantes, que eram enviados para Portugal, e para pagar impostos. A mão de obra era escrava, 300 anos explorando africanos escravizados. Assim, Dom João teve que começar a construir o Brasil. 

Treze anos depois, outra viagem impossível, a volta, a jato, para Lisboa, pois se Dom João não retornasse, Portugal, hoje, não seria Portugal, mas, provavelmente, uma colônia da Inglaterra, ou parte da Espanha. De modo que, de uma hora para outra, o Brasil voltava a ser colônia. Contudo, os cariocas não aceitaram voltar à condição de colônia e pressionaram três pessoas a lideraram a nossa independência: Dom Pedro I, Maria Leopoldina e José Bonifácio de Andrada e Silva. Mas isso é outra história. 

Outra coisa que Patrick Wilcken esclarece é a dificuldade dos europeus com o Trópico e um Rio de Janeiro oitocentista, precário, fedorento, alagado, calorento, “um porto colonial de escravos”, como define o próprio Wilcken. Talvez o Trópico seja o fator mais importante da cultura brasileira quando comparada aos portugueses. 

No final do livro, Wilcken dispensa algumas páginas para Dom Pedro I. Debate-se, até hoje, o que determinou a unidade do Brasil, diferentemente do que aconteceu com a América Espanhola, dividida em vários países. Eu já havia notado que há um fator fundamental que garantiu a unidade brasileira: Dom Pedro I. Assim que fez a independência do Brasil, Dom Pedro sufocou várias tentativas regionais de independência, inclusive manifestações no Rio de Janeiro. Enfrentou a todas com a brutalidade dos seus antepassados e a todas sufocou. 

A saga de Dom Pedro I assemelha-se a de Flávio Bolsonaro (PL/RJ), no seu esforço de uma segunda independência do Brasil, agora, das mãos da máfia petista e a ditadura da toga. Com Dom Pedro I foi em um 7 de setembro; com Flávio Bolsonaro será agora, 25 de outubro. 

Desta vez, o Brasil não é explorado por uma potência colonialista, mas por uma máfia que vem roubando tudo, até a aposentadoria dos velhinhos do INSS, com inflação estratosférica, desemprego em massa e violência absurda nas ruas. Em muitas cidades do Brasil e bairros pessoas são surradas porque disseram que votarão em Flávio Bolsonaro, e as facções terroristas avisam: se Bolsonaro ganhar vamos voltar. 

Flávio Bolsonaro já avisou: vai ganhar e vai combater o crime organizado. As duas primeiras medidas será libertar centenas de presos políticos, que estão sendo torturados e estão morrendo nos porões, e indenizar suas famílias, e, juntamente com o Escudo das Américas, combater as quadrilhas terroristas e o crime organizado, principalmente dentro da cúpula dos três poderes, com a brutalidade de Dom Pedro I.

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Daniel Vorcaro é investigado por possível envolvimento com traficantes de mulheres. Mas o banqueiro preso conta com escudeiros poderosíssimos. A esperança: Flávio Bolsonaro

Áudios vazados mostram que o banqueiro preso Daniel Vorcaro
se aproveitava de mulheres que fugiam da guerra e da miséria 

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 14 DE OUTUBRO DE 2026 – O banqueiro preso Daniel Vorcaro, do Banco Master, garantia, nas suas big festas, a presença de centenas de mulheres lindas, brasileiras e estrangeiras, por meio de uma rede de agenciadores, promotores de eventos e agências de modelos. Mas surgiram indícios de que, na verdade, ele as conseguia por meio de máfias que agem no Leste Europeu, incluindo refugiadas da Ucrânia e Rússia, países em guerra e com migração em massa. A Polícia Federal está investigando o caso. Mas há um porém. O diretor-geral da PF, Andrey Rodrigues, foi um dos convivas de Vorcaro, com provas em vídeos. 

Vorcaro afirmou, em conversas privadas, que chegou a fazer “festa com 300 desse tipo”, como, por exemplo, uma festa de Halloween, em outubro de 2023, na boate Madame Satã, em São Paulo, com 120 mulheres para 20 homens, políticos e autoridades da cúpula dos três poderes. Metade das mulheres era de estrangeiras, russas, ucranianas, venezuelanas, argentinas e polonesas. Evento como esse também foram realizados em Londres, Paris, Roma e Dubai, sempre com as mais altas autoridades de colarinho branco. Tudo filmado com áudio. 

Daniel Vorcaro é acusado de pagar propina a colarinhos brancos em troca de facilidades com o dinheiro da Burra. A Operação Compliance Zero e o Supremo Tribunal Federal (STF) apontam repasses para várias autoridades, o mais notório deles, no valor total de 129 milhões de reais, para o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. 

Em março, os advogados Paulo Faria e Filipe de Oliveira, com base em reportagens sobre mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro, solicitaram no Supremo investigação e afastamento de Moraes, mas sexta-feira 9 o presidente do STF, Edson Fachin, o mesmo que soltou Lula e deu carta branca para ele voltar à política, arquivou o pedido. 

Na mesma decisão, Fachin também negou um pedido para obrigar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União/AP), a pôr em pauta pedidos de impeachment contra ministros do Supremo. 

As investigações sobre o Banco Master apontam para que a instituição tenha sido criada para captar dinheiro do Erário, lavar dinheiro e repassar propinas bilionárias para toda a organização que vem assaltando e massacrando o Brasil com garras de aço, desde 2003. 

Para a população agredida só resta uma saída: eleger presidente Flávio Bolsonaro neste 25 de outubro. Com Flávio presidente, o novo Congresso Nacional, de Direita, o Escudo das Américas e a liderança do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, o enxame comunista será varrido da América Latina, juntamente com a China e o Irã.

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Lula da Silva seria a reencarnação de Raspútin, o mago negro que corrompeu o Império Russo?

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 12 DE OUTUBRO DE 2026 – Conheço várias pessoas que são lulopetistas roxos. Até aí, nada demais. Só que essas pessoas têm curso superior e, algumas, pós-graduação, mestrado e até doutorado, são jornalistas e escritores. Também elogiam Cuba e China e idolatram Fidel Castro, Che Guevara e Nicolás Maduro. Ainda, acreditam que os Estados Unidos querem invadir e dominar o Brasil. 

Nessas alturas do campeonato, com a avalanche de informações e documentos sobre a realidade da máfia comunista, facilmente acessados, bastando, para isso, que se saiba pesquisar, chega-se à conclusão que o endeusamento de Lula pode vir de um de três fatores, ou dois deles, ou todos. 

O primeiro fator é o de fazer parte da quadrilha, caso de Caetano Veloso, por exemplo, um dos mais criativos compositores brasileiros, militante de carteirinha de Lula. Caetano, como muito outros artistas, já mamaram milhões da Burra, via Lei Rouanet. 

Outro mamador é chico Buarque, autor de um dos mais belos poemas da língua portuguesa e que ele mesmo musicou: Construção, em versos alexandrinos, 12 sílabas poéticas cada verso, com cesura na sexta sílaba, e cada verso terminando com uma palavra proparoxítona, imprimindo ao poema um ritmo belíssimo, que Chico associou à cadência da Bossa Nova, lembrando o movimento mecânico do trabalho operário na construção civil, tudo isso levado ao acme com o arranjo com cordas e metais de Rogério Duprat. O resultado é uma tensão dramática que poucos artistas atingiram nas suas composições. 

Além disso, Chico é também escritor, honrado com a maior láurea em língua portuguesa, o Prêmio Camões, em 2019, concedido ao conjunto da obra; e quatro vezes o Prêmio Jabuti: Melhor Romance, em 1992, com o romance Estorvo, Livro do Ano, em 2004, com o romance Budapeste, Livro do Ano, em 2010, com o romance Leite Derramado, e Romance, em 2017, com O Irmão Alemão. Também levou o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), em 2017, pela sua obra. 

Outro modo de se associar a Lula é filiar-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) ou se tornar assessor direto do molusco, ou simplesmente realizar serviços relevantes para ele, como fazem ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e os presidente do Senado e da Câmara, pagos pelo banqueiro Daniel Vorcaro, com bilhões de reais e bacanais. Os fundos do Banco Master são oriundos da Burra e de lavagem de dinheiro, provavelmente do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho). 

O segundo fator é a estupidez. Décadas de lavagem cerebral afirmando que o comunismo é o paraíso; contrainformação com mentiras sobre a Direita; desqualificação da família, da religião, da cultura judaico-cristã, do setor educacional, da sociedade e de Deus; e a pregação de que o Estado é a solução para tudo. 

O terceiro fator nunca é abordado, porque somente algumas pessoas possuem as antenas necessárias para perceberem que a matéria é apenas uma parte muito pequena da existência, que só existe em três dimensões: altura, largura e profundidade, o espaço-tempo, como definiu o físico Albert Einstein. 

O escritor Jorge Bessa, que fala fluentemente russo – foi espião brasileiro em Moscou durante a Guerra Fria – e conhece história e literatura russas, escreveu um ensaio, Grigori Raspútin: As Forças Destrutivas do Mal, que aborda um aspecto interessante da vida: a existência do espírito. E esse espírito pode ser bom ou mau. 

Rapútin foi responsável pela queda da dinastia dos Romanovs, assassinados por Vladimir Lenin. Grosseiro, pervertido, bêbado, amoral, pernicioso, o anti-Cristo, gênio do mal, prostituiu a sociedade e os círculos políticos da Rússia e os Romanov. Lembra Lula da Silva? 

Li atentamente Grigori Raspútin: As Forças Destrutivas do Mal, pois fiz a revisão dos originais, e acabei incluindo Raspútin entre os personagens do primeiro volume da Trilogia da Toga, o romance ensaístico O Clube dos Onipotentes, no qual Raspútin é um mago negro, abatido por uma agente do MI6. Ficção. 

Magia negra, ou feitiço, é a aplicação de ações baseadas em crenças, rituais e cerimoniais que manipulem forças naturais ou sobrenaturais, voltados para o mal. Em O Partido: Projeto Criminoso de Poder (2016), o médium e escritor Robson Pinheiro, pelo espírito Ângelo Inácio, narra uma guerra invisível na Praça dos Três Poderes, um projeto obsessivo em escala nacional, arquitetado por inteligências sombrias e executado com requintes de manipulação e crueldade. Isso evoca o 8 de Janeiro de 2023. 

Em O Partido, magos negros, espectros e especialistas em hipnose coletiva aliciam líderes, seduzem multidões e contaminam instituições, a partir de Brasília, com o objetivo de impedir que o país cumpra seu papel espiritual no cenário mundial. Contudo, o mal é sempre combatido. Há sempre guardiões, agentes da justiça divina, que intervêm, restaurando a ordem e fortalecendo na luz. 

Em O Clube dos Onipotentes, Raspútin reencarna em uma besta que dissemina, atualmente, mentira e discórdia, que dá ordem para assassinatos, que saqueia o país, que defende o aborto, o PCC, o CV, o fim da família, a ditadura, o Irã, a morte de Deus. Não fica claro quem é esse espírito das trevas. O próprio Jorge Bessa me deu seu palpite, que seria Carlos Henrique Gouveia de Mello, o Daniel. Será? Tenho a impressão de que é alguém mais depravado ainda e que, até 25 de outubro, muita coisa ainda vai acontecer na Praça dos Três Poderes.

domingo, 11 de outubro de 2026

Petrobras anuncia Belém do Pará como base de apoio logístico da Margem Equatorial. Mas os amapaenses não ficarão só lambendo os dedos

Ponte sobre o Rio Oiapoque, ligando a cidade de Oiapoque,
no Amapá, à Caiena, capital da Guiana Francesa (Divulgação)

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 11 DE OUTUBRO DE 2026 – A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou, sexta-feira 9, em Belém do Pará, que a Cidade das Mangueiras será a principal base de apoio logístico para as operações de exploração de petróleo da Margem Equatorial, na costa do Amapá. “Belém é uma base de apoio importante para qualquer trabalho que a gente venha fazer e que nós já estamos fazendo no Amapá” – declarou. 

E como ficam Macapá, a capital do Amapá, e Oiapoque, cidade mais próxima do Poço Morpho, na Bacia da Foz do Amazonas, a 175 quilômetros da costa, no contexto da exploração da Margem Equatorial? 

Macapá, inevitavelmente, será outro polo de suporte logístico, hotelaria, suprimentos, serviços e formação de mão de obra para a Petrobras e empresas terceirizadas. Quanto à cidade de Oiapoque, já vive um boom imobiliário, hoteleiro e migratório. 

O governador eleito do Amapá, Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá, vem preparando uma equipe para a transição do Amapá antes e pós petróleo, visando qualificação de mão de obra local, fortalecimento de fornecedores regionais e uso responsável dos royalties, dinheiro que poderá ser utilizado em três obras fundamentais para o desenvolvimento do Estado: a conclusão da BR 156, a ponte sobre o Rio Jari e a estadualização e ampliação do Porto de Santana. 

Furlan também já está cuidando da modernização dos processos burocráticos para agilizar a preparação da infraestrutura física do Amapá para receber investimentos do setor petroleiro, além do alinhamento do desenvolvimento com a segurança jurídica e o cumprimento da legislação ambiental. 

A Margem Equatorial se estende por 2.200 quilômetros, da costa do Amapá até o Rio Grande do Norte, com potencial de 41 bilhões de barris de óleo e produção de 1,1 milhão de barris por dia, gerando centenas de milhares de empregos e bilhões de reais em royalties. 

Tudo isso vem junto com a melhor das notícias: após 23 anos de governo lulopetista e ditadura da toga, Lula da Silva e o PT deverão ser enterrados domingo 25, no segundo turno das eleições para Presidente. As pesquisas e o povo nas ruas berram que só restam 25% de jumentos no país e que o líder da Direita, Flávio Bolsonaro, será eleito, o que garantirá que a Margem Equatorial não será saqueada, pois, com Lula, até os aposentados do INSS foram assaltados. 

Além de uma limpeza das organizações narcoterroristas que Flávio Bolsonaro promoverá, com ajuda do Escudo das Américas, especialmente dos Estados Unidos, a primeira missão dele será libertar as centenas de presos políticos que apodrecem nas masmorras de Brasília, alguns dos quais não suportaram as torturas a que são submetidos e morreram. Outros, estão morrem não morrem, caso do Mito, como é conhecido o ex-presidente Jair Bolsonaro. 

No Amapá, além da eleição em primeiro turno do Dr. Furlan para o governo, Randolfe Rodrigues (PT), um dos mais nefastos senadores do Estado, líder de Lula no Senado, não foi reeleito, o que enfraquece o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP/União Brasil), fiel escudeiro da ditadura da toga e que pretende se reeleger presidente do Senado. A família Alcolumbre ainda manda e desmanda no Amapá. 

No Pará, Dr. Daniel (Podemos) foi eleito governador em primeiro turno, desbancando a família Barbalho, virtualmente dona do Estado. O patriarca, Jader Barbalho, é quem dita as ordens no Pará, associado a Lula da Silva. 

Assim, a Margem Equatorial será a redenção econômica para um Brasil arrasado por duas décadas de ditadura petista. Os comunistas agem como enxames de gafanhotos: comem, roubam, tudo e não produzem nada.

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Rio de Janeiro, Pará e Amapá elegem governadores decentes logo no primeiro turno

Atenção, Douglas Ruas: aqui vão dicas para você tirar o Rio do inferno

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 9 DE OUTUBRO DE 2026 – O litoral do Estado do Rio de Janeiro é a região mais bela do planeta. O mar é verde esmeralda, com nuanças que vão até o azul cobalto, e costuma ser calmo como uma piscina, cheio de ilhas, rios se encontrando com o mar, manguezais, areia fina e branca, iates, mulheres estonteantes, pesca ao marlim-azul. Já a cidade do Rio de Janeiro, mesmo maltratada, como está, continua maravilhosa, esfuziante, linda, linda! 

Mas o Rio tem sido governado por bandidos, braços da grande quadrilha do Partido dos Trabalhadores (PT), que, juntamente com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), tomaram de assalto o Estado e a cidade. Contudo, aconteceu algo inesperado. O famigerado Eduardo Paes perdeu no primeiro turno as eleições para governador. 

Eduardo Paes estava no quarto mandato (2009-2017/2021-2026) como prefeito do Rio, quando se desincompatibilizou. Ele é do Partido Social Democrático (PSD), presidido por Gilberto Kassab, que comanda o Centrão, um aglomerado de partidos fisiológicos que fazem qualquer negócio com qualquer ditador por cargos e verbas. 

O Rio se tornou a Meca do banditismo, que se homizia na Zona Sul e nas cidades da costa. A cidade do Rio está um lixo. O comércio no Centro cerrou as portas e as ruas estão tomadas por moradores de rua e drogados. Até a Zona Sul, principalmente Copacabana, fervilha de morador de rua, igual piolho. 

O Rio de Janeiro é a cidade mais importante do Brasil; jamais deixou de ser a capital, ou uma das capitais. Brasília é capital de direito, administrativa. O Rio é onde as coisas são decididas. Bem como em São Paulo. Boa parte dos representantes do establishment tem domicílio no Rio ou em São Paulo. O Rio tem mais funcionários federais do que Brasília, várias estatais têm sede no Rio e o Estado abriga grande efetivo das Forças Armadas, além de que conta com as duas únicas usinas nucleares brasileiras. Também o Estado conta com indústria naval e centros de pesquisa importantes. 

Em contrapartida, é lá que todo chefão de máfia, ou facção, quer morar, para usufruir de um litoral de tirar o fôlego e da cidade mais bonita do mundo. O Estado do Rio está tomado pelo crime organizado. Assim, os chefões elegem políticos, formam advogados e lavam dinheiro em grandes empreendimentos. Para isso, controlam imensos currais eleitorais, especialmente nas favelas. Além da violência estratosférica que assola o Rio, o Estado e a cidade vêm sendo pilhados há décadas. Vários governadores cariocas foram presos por corrupção. 

Todo mundo que morou no Rio o ama. Somos, todos, cariocas. Quanto a mim, além de ter morado no Rio e voltar lá sempre que posso, sou um estudioso da geopolítica da Cidade Maravilhosa, que ambienta meu romance A IDENTIDADE CARIOCA e os dois últimos volumes de A Ditadura da Toga: O OLHO DO TOURO e O TERCEIRO OLHO. O primeiro volume se passa em Brasília: O CLUBE DOS ONIPOTENTES. Esses livros podem ser adquiridos no Clube de Autores, amazon.com.br ou amazon.com 

É por isso que aqui vão umas dicas para Douglas Ruas. Douglas Ruas, do Partido Liberal (PL), o mesmo de Flávio Bolsonaro (que ganhou o primeiro turno para Presidente), e que tomará posse em 1 de janeiro de 2027. São quesitos importantes. Alguns, podem parecer exagero, mas é bom lembrar que Juscelino Kubitscheck realizou uma missão impossível: Brasília. Seguem as dicas: 

1 – Em primeiríssimo lugar: um centro de inteligência com especialistas e tecnologia de ponta capaz de direcionar as polícias Civil e Militar do Estado, e a Polícia Federal, no combate à bandidagem, sob o lema “tolerância zero”. 

2 – Ampliação do fornecimento de água encanada, energia elétrica e esgoto nas cidades em geral. O carioca vive às voltas com falta de água, embora rios não faltem no município. Na cidade do Rio, a Baía de Guanabara e os rios que deságuam nela precisam passar por uma despoluição completa. 

Com relação à ampliação da geração de energia elétrica, deve-se concluir a usina nuclear Angra 3, em Angra dos Reis. Para isso, Douglas Ruas deverá contar com Flávio Bolsonaro. 

3 – A construção da Terceira Linha do Metrô, Rio-Niterói, mas sob a Baía de Guanabara, da mesma forma que Paris é ligada a Londres por trem. O túnel por baixo da Baía de Guanabara, da Praça XV, no Rio, à Praça Arariboia, em Niterói, beneficiaria, diariamente, em torno de 750 mil passageiros. Sua construção não teria que desapropriar terrenos. De modo que se houver vontade política para estancar a roubalheira e melhorar o transporte viário Rio-Niterói haverá dinheiro de sobra. Com a despoluição da Baía de Guanabara e metrô por debaixo dela o Rio-Niterói, que já é a cidade do Hemisfério Sul que mais cintila, ficará ainda mais maravilhosa. 

4 – Despoluição completa da Baía de Guanabara e rios que deságuam nela. 

PARÁ – A família Barbalho domina a política do Pará desde o fim dos anos 1970 e o início da década de 1980, quando da ascensão do patriarca, Jader Barbalho, que se elegeu governador pela primeira vez em 1982 e depois em 1990. Jader herdou o jornal Diário do Pará, fundado em 1980, embrião do hoje maior grupo de mídia da Amazônia. Em 2019 e 2022, Jader elegeu governador seu filho, Helder Barbalho, e colocou outros membros da família em postos estratégicos nos âmbitos municipal, estadual e federal. 

Aliada a Lula da Silva (PT), comprovadamente o maior gangster que já assombrou este país, a família Barbalho manda e desmanda no Pará, um dos Estados mais violentos do país. A desgraça é tanta que a candidata dos Barbalho a governadora, a atual governadora Hana Ghassan (MDB), belenense, perdeu logo no primeiro turno. 

Quem ganhou foi Daniel Barbosa Santos (Podemos), natural de Açailândia/MA, conhecido como Dr. Daniel Santos, médico, ex-prefeito de Ananindeua, cidade conurbada a Belém, e ex-deputado estadual do Pará, tendo presidido a Assembleia Legislativa, de 2019 a 2021. Vamos ver quanto Daniel Santos vai durar, pois Jader domina o Pará com mãos de ferro. 

AMAPÁ – O Amapá, meu Estado natal, é o mais isolado do país, o mais violento e o mais pobre. Nele, a corrupção alcança níveis fluminenses, ou brasilienses, ou amazônicos. Para se ter uma ideia, 93% da população do município de Itaubal do Piririm, no Estado, vive de Bolsa-Família. 

Desmembrado do Estado do Pará, em 1943, foi criado o Território Federal do Amapá, até 1988, quando foi elevado à condição de Estado e famílias locais começaram a disputar hegemonia política e financeira. Atualmente, o coronelato é da família Alcolumbre, do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil), um dos escudeiros da Ditadura da Toga, atolado até o rabo gordo na patifaria do governo Lula. 

A única rodovia federal do Estado é a BR-156, com 823 quilômetros, ligando a capital, Macapá, à Caiena, capital da Guiana Francesa. Começou a ser construída em julho de 1932, sob a liderança do Marechal Cândido Rondon, mas nunca foi concluída. Já encheu o bolso de muito coronel, mas parte dela continua um atoleiro no inverno amazônico e um poeiral no verão. 

Símbolo da incompetência amapaense, a BR-156 poderia ser parte da redenção do Amapá como canal de exportação para a Guiana Francesa, ligando o Porto de Santana, um dos mais estratégicos da Amazônia, às Guianas. 

O Porto de Santana, localizado na Zona Metropolitana de Macapá, é outro símbolo de incompetência. Situado na margem esquerda do Canal do Norte do Rio Amazonas, com calado para transatlântico, está sob a jurisdição da prefeitura de Santana, que não tem condições de fiscalizá-lo. Assim, tornou-se um entreposto do narcotráfico transnacional, pois é o porto brasileiro para grandes navios mais próximo, simultaneamente, dos Estados Unidos, Europa e Ásia; no caso da Ásia, via Canal do Panamá. 

Macapá tem 489.676 habitantes e nenhuma rede de esgoto, é assombrada por apagões e falta de água encanada. E vem garantindo o posto de cidade mais violenta do país, já que virou entreposto do narcotráfico internacional, devido ao Porto de Santana. 

Mas, agora, as coisas vão mudar. O ex-prefeito de Macapá, Antônio Furlan (PSD), que urbanizou parte de Macapá, foi eleito governador no primeiro turno, contra o governador Clécio Luís, do mesmo partido do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o União Brasil. Clécio, Alcolumbre e o senador derrotado Randolfe Rodrigues (PT/AP), trio conhecido como “turma do atraso”, são aliados de Lula da Silva e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), braço direito de Lula na ditadura da toga. 

Além de macapaense da gema e de ter trabalhado durante uma década e meia em todos os grandes jornais diários da Amazônia e de ter viajado amplamente pela Hileia, sou leitor tanto da literatura científica quando de ficção da Amazônia, de modo que consigo fazer uma leitura geopolítica do Trópico Úmido, especialmente do Amapá. Assim, aqui vão algumas dicas cirúrgicas para o Dr. Furlan. 

1 – Criação de uma central de inteligência integrando as Polícias Civil e Militar do Estado, a Polícia Federal e as Forças Armadas. 

2 – Empenho incansável, nunca desestimulado, urgente, pela instalação de energia firme em todo o Amapá, principalmente com extensão do Linhão de Tucuruí. 

3 – Conclusão da BR-156. 

4 – Estatizar o Porto de Santana. 

5 – Criar infraestrutura para a futura produção de petróleo na costa do Amapá. 

6 – Criação de uma polícia marítima para vigiar, juntamente com a Marinha de Guerra, a costa setentrional, paraíso da pesca pirata predatória internacional. 

7 – Criação de cursos superiores de oceanografia e engenharia naval, de pesca, florestal e agronômica. 

8 – Instalação de saneamento básico em Macapá e demais cidades do Amapá. 

9 – Ligação rodoviária com o resto do país via ponte sobre o Rio Jari. 

10 – Doação de prédio para sede da Academia Amapaense de Letras (AAL), principal instituição cultural do Estado. 

Que Deus, e Tio Sam, nos ajudem.

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

A caçada já começou! Se o molusco ficar, o Senado pega; se correr, Donald Trump captura

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 8 DE OUTUBRO DE 2026 – O presidente Lula da Silva se encontra em um beco. Uma sinuca de bico. Sem saída. Suponhamos que Lula ganhe no segundo turno e não precise se desgrudar do Palácio do Planalto, e dure todo o mês de janeiro, mesmo com o país parado, do Oiapoque ao Chuí, e com milhares de manifestantes protestando na Praça dos Três Poderes contra a presença pestilenta do molusco, livres da polícia política do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e do Exército, em fevereiro, com o novo Congresso Nacional, será jogado, como um cocô, na Papuda. 

Também, pode acontecer de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se antecipar e mandar capturar a hiena velha, como fez com o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, sócio de Lula no Foro de São Paulo. 

Mas por que há tanta gente atrás da mamba-negra de Garanhuns/PE? No ensaio Marxismo: O Ópio dos Intelectoides Latino-Americanos o escritor Jorge Bessa traça um perfil psicológico arrasador de Lula da Silva. Bessa é especialista em Inteligência e geopolítica. Foi espião brasileiro em Moscou durante a Guerra Fria e diretor de Inteligência e contrainteligência do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI). O raio X de Bessa é implacável em deixar nu o maior ladrão histórico do planeta, e o mais mentiroso. 

Lula da Silva começou a aparelhar o Estado brasileiro a partir dos anos 1970. Em 2002, a Esquerda já dominava a mídia, as universidades, grande parte dos artistas mais famosos e setores da máquina pública. Em 2003, Lula e seu Partido dos Trabalhadores (PT), além do Foro de São Paulo, chegam ao Palácio do Planalto, de onde nunca mais saíram. Houve um hiato de dois anos com Michel Temer e de quatro anos com Jair Bolsonaro, mas, nessas alturas, o PT estava tão infiltrado na máquina pública que Lula continuou dando as cartas. 

Durante todo esse tempo, de 2003 até hoje, Lula vem assaltando e corrompendo o Estado brasileiro, a ponto de ter deteriorado até o STF, como um câncer no pâncreas. Atualmente, o país é só violência, carestia e tristeza. Na área internacional, Lula se aliou aos mais diabólicos ditadores e a todos os inimigos dos Estados Unidos. O crime organizado criou até um banco, o Master, para lavar dinheiro desviado da burra e do narcotráfico e para repassar propina, aos bilhões, aos chefões. 

Mas não é só Lula que os patriotas querem ver na maior prisão das Américas, o Centro de Confinamento do Terrorismo (Cecot), na zona rural da cidade de Tecoluca, a cerca de uma hora e meia de carro de San Salvador, capital de El Salvador, na América Central. Lá, estão presos os bandidos mais diabólicos do narcotráfico. Eles dormem no chão, a luz nas celas nunca se apaga e não comem proteína, mas somente carbo-hidrato, que é para não manterem o nível masculino de testosterona. Transformam-se em meninas. Sem 51 e canja Lula não duraria muito tempo. 

Mas, para sorte dele, ou terminará seus dias em uma prisão nos Estados Unidos, pois tem muito a vomitar, ou em uma prisão de segurança máxima (máxima, mesmo) no Brasil. 

E tem a comitiva de Lula, a quadrilha. Alguns dos companheiros de Lula deverão receber tratamento semelhante ao do aborto de ditador, como Alexandre de Moraes, que condenou centenas de pessoas inocentes a penas de até 24 anos em regime fechado. Vários desses presos políticos não suportaram as torturas que vêm sofrendo e morreram à míngua. Para prendê-los, Moraes os acusou de um golpe de Estado que sua mente diabólica inventou e o corporativismo do Supremo sentenciou. Um dos que estão morre não morre é o Mito, Jair Bolsonaro. 

Outro que deverá acompanhar Lula é Davi Alcolumbre, presidente do Senado. Davi é baba ovo de Lula. Faz o que Lula manda. E, também, o que Moraes manda. É subserviente. Mas foi agraciado pelo Banco Master. Participou de bacanal promovida por Daniel Vorcaro, o banqueiro do clube dos onipotentes. 

Alcolumbre é do Estado do Amapá, o mais isolado e pobre do Brasil. Lá, ele manda e desmanda, juntamente com o senador Randolfe Rodrigues, conterrâneo de Lula, porta-voz de Lula no Senado e petista de carteirinha. Só que Randolfe não conseguiu se reeleger e já é carta fora do baralho. Sua mais famosa obra no Amapá foi um comedouro de cachorro de rua, umas vasilhas para pôr ração e água, que ele inaugurou com estardalhaço. 

No caso de Lula se reeleger, certamente Randolfe será ministro, talvez ministro da Justiça, ou da Economia, ou da Segurança. Como Randolfe é graduado em História e é professor, poderá ser ministro da Educação. Ou da Cultura, pois é membro da Academia Amapaense de Letras (AAL). Como ministro da Cultura controlará os bilhões da Lei Rouanet. Nesse caso, Caetano Veloso, que produziu até vídeo recomendando que os amapaenses reconduzissem Randolfe ao Senado, está com sua conta bancária garantida. 

De qualquer forma os artistas baianos da Esquerda estão garantidos, pois o PT tomou conta da Bahia. A China está adorando. 

O puteiro em que Lula transformou o Brasil é o ambiente em que se passa a trilogia A Ditadura da Toga, os romances ensaísticos: O CLUBE DOS ONIPOTENTES, O OLHO DO TOURO e O TERCEIRO OLHO, à venda no Clube de Autores, amazon.com.br e amazon.com

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Lula só descerá no vaso sanitário com segunda descarga. O caso do Rio de Janeiro. O Amapá chuta Randolfe Rodrigues para Garanhuns/PE

Lula da Silva e o lambe-botas Davi Alcolumbre, do Amapá

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 5 DE OUTUBRO DE 2026 – Os eleitores brasileiros mandaram para o diabo os mais famigerados mafiosos do Partido dos Trabalhadores (PT), nas eleições para presidente, governadores, senadores e deputados, ontem. Falta um, o principal: Lula da Silva, que sobreviveu para o segundo turno, domingo 25. Os brasileiros não aguentam mais a ditadura da toga, a inflação, o arrocho fiscal, a violência, a morte da Escola e da Universidade, a roubalheira no país, com estatais no vermelho e dívida do Estado de 10 trilhões de reais, corrupção e narcotráfico. Quer sair disso, e só quem pode tirar-nos desse atoleiro é Flávio Bolsonaro (PL/RJ), que acena com jaula para Lula e quadrilha. 

Flávio Bolsonaro ganhou no primeiro turno, com 47,03% dos votos. Lula teve 45,16% dos votos. O Partido Liberal, de Flávio, fez cinco governadores no primeiro turno: no Paraná, Sergio Moro; em Santa Catarina, Jorginho Mello; no Rio Grande do Sul, Luciano Zucco; em Rondônia, Marcos Rogério; e em Roraima, Arthur Henrique. 

O PL elegeu também 19 senadores, passando para 28, a partir de 2027. Entre os senadores, foram cinco dobradinhas: Michelle Bolsonaro e Bia Kicis no Distrito Federal; Reinaldo Azambuja e Capitão Contar no Mato Grosso do Sul; Carlos Portinho e Carlos Jordy no Rio de Janeiro; Dr. Fernando Máximo e Bruno Scheid em Rondônia; e Carol de Toni e Carlos Bolsonaro em Santa Catarina. Em 2027, além da Direita fazer o presidente do Senado, abrirá impeachment de vários bandidos de toga. 

Para a Câmara, o PL registrou dois recordes de votos: Nikolas Ferreira (MG), com 3.109.659 votos, e Lucas Pavanato (SP), com 3.038.185 votos. Das 513 cadeiras da Câmara Federal o PL terá 121 deputados, 22 a mais. Já o PT passará de 69 cadeiras para 70. O Centrão (PSD, União Brasil, Republicanos e PP) soma 171 cadeiras. A nova legislatura começará em 1 de fevereiro de 2027. 

Em 23 anos de permanência de Lula da Silva e seu Partido dos Trabalhadores no comando do Brasil, desembocando na atual ditadura da toga, a Esquerda destroçou o país. É como se o subcontinente fosse um banco, com 2,63 trilhões de dólares, sendo pilhado noite e dia, as mulheres estupradas em uma bacanal sem fim e as crianças traficadas para a China. Os colarinhos brancos saqueiam esse banco sem a menor preocupação. Está tudo sob controle. Todo mundo recebendo o seu, por meio do Banco Master. 

Só há um homem capaz de comandar o resgate do país: Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, o maior líder da Direita do país, preso, e à morte, pela ditadura da toga, comandada por um trio: o presidente do Brasil, Lula da Silva, que é também o chefão do Foro de São Paulo; o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que rasgou a Constituição e faz tudo o que Lula lhe ordena fazer; e o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil/AP), que protege e faz tudo o que os dois mandam-no fazer. É claro que isso não é de graça, mas pago pelo Banco Master. 

Em caso de vitória, ao tomar posse, em 1 de janeiro de 2027, Flávio Bolsonaro terá uma tarefa gigantesca pela frente. Seu primeiro empenho deverá ser pela soltura das centenas de presos políticos da ditadura da toga, que estão apodrecendo e morrendo nas masmorras de Brasília. 

Flávio deverá, imediatamente, alinhar-se ao Escudo das Américas e pôr as Forças Armadas e a Polícia Federal para limpar o Brasil, do crime organizado. A Polícia Federal terá que passar por uma limpeza interna. 

Flávio terá, também, que começar a desmontar sete décadas de aparelhamento de Estado construído pelos comunistas e detonar os cabides de emprego monstruosos incrustados na máquina pública. 

Terá que armar a população e realizar uma verdadeira revolução do Ensino, afastando professores estupidificados pela Esquerda, além de investir, pesadamente, de forma contínua e nunca desestimulada, em ensino, pesquisa e tecnologia. 

Precisará anular dezenas de impostos criados por Lula e estimular o setor industrial, especialmente nas telecomunicações, corrida espacial e big techs, além de criar tecnologia para terras raras e estimular a produção do Campo. 

RIO DE JANEIRO – O Rio foi uma surpresa para mim. As pesquisas davam Eduardo Paes (PSD) como virtual governador, mas, não, haverá segundo turno. O candidato do PL, Douglas Ruas, teve 49,27% dos votos, enquanto Eduardo Paes registrou 42,76%. 

Como o Rio de Janeiro é a cidade mais famosa do país e uma das mais conhecidas do planeta, até os pets sabem que o Rio virou a Meca do banditismo, um lixo. O comércio no centro da cidade cerrou as portas e as ruas estão tomadas por moradores de rua e drogados. Até a Zona Sul, principalmente Copacabana, fervilha de morador de rua, igual piolho. Eduardo Paes tem responsabilidade nisso, pois já foi prefeito do Rio quatro vezes (2009-2017/2021-2026). Seu Partido Social Democrático é presidido por Gilberto Kassab, que comanda o Centrão, um aglomerado de partidos fisiológicos que fazem qualquer negócio por cargos e verbas. 

O projeto de Eduardo Paes para o governo do Rio foca na eficiência de gestão. Não é piada. Também independência técnica na Segurança e Infraestrutura. Também não é piada. Promete aumentar o efetivo policial e tirar do papel a Linha 3 do Metrô, ligando via metrô de superfície o Rio a Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, além de ampliar o sistema de BRT em direção à Baixada Fluminense e Nova Iguaçu, com bilhetagem integrada. Também pretende construir hospitais regionais para desafogar a rede estadual. Ainda: pretende ampliar o ensino profissionalizante para jovens. 

Se ganhar, dá para antecipar, com segurança, que Eduardo Paes, que já desgraçou a cidade do Rio de Janeiro, vai demolir o segundo Estado mais rico do país. Mas, se a população que quer, verdadeiramente, o bem do Rio de Janeiro, se conscientizar de que se não mandarem Eduardo Paes para a Lua, o Rio, e o Brasil, ainda vão amargar mais do que os cariocas de bem estão amargando. 

O Rio de Janeiro jamais deixou de ser a capital do Brasil; ou uma das capitais. Brasília é capital de direito, administrativa. O Rio é onde as coisas acontecem. Bem como em São Paulo. Boa parte dos representantes do establishment tem domicílio no Rio ou em São Paulo. O Rio tem mais funcionários federais do que Brasília, várias estatais têm sede no Rio e o Estado abriga grande efetivo das Forças Armadas, além de que conta com as duas únicas usinas nucleares brasileiras. Também o Estado conta com indústria naval e centros de pesquisa importantes. Isso, sem falar na beleza paradisíaca que é o litoral do Rio de Janeiro. 

Em contrapartida, é lá que todo chefão de máfia, ou facção, quer morar, para usufruir de uma das cidades mais bonitas, sensuais e cosmopolitas do planeta, e de um litoral de tirar o fôlego. De modo que o Rio está tomado pelo crime organizado. Assim, os chefões elegem políticos, formam advogados e lavam dinheiro em grandes empreendimentos. Para isso, controlam imensos currais eleitorais, especialmente nas favelas. 

Além da violência estratosférica que assola o Rio, o Estado e a cidade vêm sendo pilhados há décadas. Vários governadores cariocas foram presos por corrupção, mas políticos corruptos continuam sendo eleitos. Assim, conhecer a fundo o Rio de Janeiro e saber utilizar tecnologia de ponta é crucial para quem quiser se eleger governador do Estado mais cintilante do Brasil. 

Do que é que o Estado do Rio de Janeiro precisa? Vamos lá: 

1 – Em primeiríssimo lugar: de um centro de inteligência com especialistas e tecnologia de ponta capaz de direcionar as polícias Civil e Militar do Estado, e a Polícia Federal, no combate à bandidagem, sob o lema “tolerância zero”. 

2 – Ampliação do fornecimento de água encanada, energia elétrica e esgoto nas cidades em geral. O carioca, por exemplo, vive às voltas com falta de água, embora rios não faltem no município. Na cidade do Rio, a Baía de Guanabara e os rios que deságuam nela precisam passar por uma despoluição completa. 

3 – Ampliação da geração de energia elétrica, com a conclusão da usina nuclear Angra 3, em Angra dos Reis. 

4 – A construção da Terceira Linha do Metrô, Rio-Niterói, mas sob a Baía de Guanabara, da mesma forma que Paris é ligada a Londres por trem. O túnel por baixo da Baía de Guanabara, da Praça XV, no Rio, à Praça Arariboia, em Niterói, beneficiaria, diariamente, em torno de 750 mil passageiros. Sua construção não teria que desapropriar terrenos. De modo que se houver vontade política para estancar a roubalheira e melhorar o transporte viário Rio-Niterói haverá dinheiro de sobra. Com a despoluição da Baía de Guanabara e metrô por debaixo dela o Rio-Niterói, que já é a cidade do Hemisfério Sul que mais cintila, ficará ainda mais maravilhosa. 

Mas, atenção, fluminenses, principalmente cariocas: a obra número um, a que poderá livrar o Estado do Rio e a Cidade Maravilhosa de regredirem de paraísos tropicais a valhacoutos da bandidagem internacional, latrinas do mundo, é apear Eduardo Paes. O Rio de Janeiro só depende de vocês para continuar lindo. 

BRASÍLIA E AMAPÁ – Em Brasília, a governadora Celina Leão (Progressistas) disputará o segundo turno com Leandro Grass, do PT. O PT já governou o Distrito Federal duas vezes. Foi uma tragédia. Regredimos várias décadas. Assim, Celina Leão precisa ganhar. Basta de tanta desgraça. 

Com relação ao Amapá, é o Estado mais isolado, mais violento e mais pobre do Brasil. Além disso, é assombrado por Davi Alcolumbre, que defende a ditadura da toga com unhas e dentes, e Randolfe Rodrigues (PT). Mas o eleitor amapaense acaba de despachar Randolfe, líder de Lula no Senado, para Garanhuns/PE, terra natal de Randolfe, que é conterrâneo de Lula. Como representante de Lula no Senado, Randolfe tem que mentir, no que fez rápido progresso, comunista de carteirinha que é. 

Um caso emblemático envolvendo Randolfe foi sua defesa da tese de um dos maiores criminosos do mundo, o imunologista Anthony Fauci, que comandou as principais ações de saúde pública na pandemia de Covid-19 nos Estados Unidos. As ações de Fauci foram um engodo para matar parte da população mundial. 

Fauci era um embuste e levou à morte milhões de pessoas. No Brasil, Randolfe Rodrigues foi uma espécie de porta-voz informal de Fauci, na Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid, acusando Jair Bolsonaro, de maneira criminosa e covarde, de fazer o que ele mesmo, Randolfe, estava fazendo: arrastando milhões de brasileiros para a morte. 

Em 2021, Randolfe Rodrigues foi condecorado com a Ordem Nacional da Legião de Honra da França, a mais alta condecoração da França, no grau de Cavaleiro. Segundo o governo francês, a honraria foi concedida em reconhecimento ao trabalho de Randolfe “em prol da cooperação transfronteiriça entre o Amapá e a Guiana Francesa, o compromisso do parlamentar com o fortalecimento das relações entre o Estado do Amapá e a Guiana Francesa, aproximando as regiões de Oiapoque e Saint-Georges”. Que porra é esta? Que trabalho foi esse? 

Também foi porque Randolfe trabalhou no “combate à Covid-19”. Como eu disse, Randolfe Rodrigues influenciou meio mundo a se trancar em casa e morrer de covid e fome. Seu maior trabalhou durante a pandemia foi tentar a prisão de Jair Bolsonaro, o que, finalmente, ele e a máfia da ditadura da toga conseguiram, inventando um golpe de Estado de fazer corar até o diabo. 

Ainda, a honraria teria sido dada devido ao “engajamento na pauta da sustentabilidade, proteção da Amazônia e defesa do Acordo de Paris”. Até onde se sabe, Randolfe só defendeu uma coisa a vida toda: o comunismo. A Legião de Honra da França foi concedida a Randolfe pelo presidente Emmanuel Macron, outro comunista de carteirinha, amicíssimo de Lula e Canja da Silva.