sexta-feira, 3 de abril de 2026

Cure-se: PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa

Ray Cunha no ambulatório do Instituto Fernando Hessen,
na Candangolândia/DF (sábado, 28 de março de 2026)

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 3 DE ABRIL DE 2026 – Os humanos são seres mentais e a vida se passa na mente. Mas, afinal, o que é a mente? É um conjunto de percepções baseado em um corpo chamado consciência, ou espírito. Há os estados de consciência. Por exemplo: no plano da matéria, quando a consciência, agora, chamada alma, encarna e passa a sentir os fenômenos da matéria, como emoções e sentidos. A matéria, tal como a vemos, é uma ilusão, pois matéria é, basicamente, átomo, luz, vibração. Assim, na matéria, o espírito vive uma imaginação, e essa imaginação é que é a vida no plano, ou dimensão, material.

A vida material é feita de pensamentos, imaginação, sensações, vontade e memória, com que o ser humano sente percepções, experiências, crença, desejo, intenção, emoção e dor. A dor é um alarme que indica doença ou qualquer tipo de problema que esteja agredindo o corpo físico. Em Medicina Tradicional Chinesa (MTC) dizemos que doença, ou dor, é estagnação da energia Qi. 

Mas toda e qualquer doença, toda a dor, inclusive a dor espiritual e a psicológica, é causada pelas emoções. As emoções são o gatilho do cérebro e do sistema endocrinológico, que, por sua vez, disparam sinapses e produzem hormônios, que são as substâncias bioquímicas que comandam o corpo físico, e o protegem. 

Assim, além de tratar os sintomas, principalmente os sintomas agudos, o terapeuta deve investigar as causas do sofrimento do paciente. Ora, se a causa da doença está na mente, logo, a cura também está. 

PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa (Clube de Autores/amazon.com.br/amazon.com, 2026, 176 páginas), deste autor, procura orientar o leitor a chegar à serenidade, à paz de espírito. A interpretação do que é dito neste livro será sempre de cada um que o ler, mas a verdade é uma só, e a verdade só pode ser desvendada no caminho. Nosso corpo é uma máquina com inteligência artificial magnífica e foi projetado para se autorregenerar. Só temos que nos submeter às leis do Universo. 

Não existe ontem nem amanhã. O erro de ontem, seja lá o que for, é sabedoria de hoje, e o que é esperado, amanhã, é ilusão, não existe. Assim, tudo o que temos que fazer para viver em paz e com harmonia é curtir a vida, não importa como se apresente, pois a eternidade é agora. 

Este livro começou a ser gestado em agosto de 2013. Formei-me em Medicina Tradicional Chinesa pela Escola Nacional de Acupuntura (ENAc), em Brasília/DF, de 6 de agosto de 2013 a 12 de julho de 2016, com 2.080 horas/aulas presenciais e 440 horas de estágio nos ambulatórios da ENAc e Instituto Fernando Hessen, em um total de 2.520 horas/aula. O curso então oferecido pela ENAc era técnico, com carga horária de curso tecnológico, reconhecido pelo Ministério da Educação. A carga horária de curso tecnólogo varia de 1.600 a 2.600 horas, com duração média de 2 a 3 anos, uma formação superior mais curta e focada no mercado de trabalho. Minha certificação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal, de 1 de abril de 2019, Página 18.

Como jornalista, desde o início do curso comecei a pensar e a escrever sobre a prática da MTC, que se baseia no Taoismo. Após uma década de prática em MTC, especialmente em trabalho voluntário no ambulatório do Instituto Fernando Hessen e no Centro Espírita André Luiz, onde já atendi mais de mil pacientes, de ambos os sexos, de todas as idades e acometidos das mais diversas síndromes, o resultado é este PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa. 

Nasci em 7 de agosto de 1954, em Macapá, Estado do Amapá, na Amazônia Oriental. Trabalhei amplamente como repórter nos maiores jornais da Amazônia e em Brasília/DF, onde, em 1987, conheci a Seicho-No-Ie. Em 2000, comecei a ler A Verdade da Vida, em 40 volumes, obra fundamental do criador da Seicho-No-Ie, o filósofo japonês Masaharu Taniguchi. Em 2013, mergulhei na Medicina Tradicional Chinesa, ao mesmo tempo em que comecei a pesquisar a existência do espírito, os corpos vibracionais, a energia e a matéria. 

Em 2016, aprofundei-me em Medicina Vibracional, codificada pelo médico norte-americano Richard Gerber, e dei início a uma linha de trabalho que identifico como “acupuntura nos corpos sutis”. Em 30 de dezembro de 2016, em trabalho voluntário no Centro Espírita André Luiz (Ceal), no Guará I, em Brasília, atendi a um paciente, VJC, de quem fora extirpado o intestino grosso devido a câncer e vinha sendo hospitalizado toda semana, pois não conseguia digerir os alimentos. Com apenas uma sessão de acupuntura VJC deixou de ser hospitalizado. O tratamento continuou e VJC pediu alta em três meses. 

O procedimento foi o seguinte: com acupuntura, tirei as dores e incômodos agudos que estavam atingindo o corpo físico do paciente, e, considerando o corpo etéreo, sutil, tratei o intestino grosso de VJC, pois o corpo físico é um duplo do corpo etéreo, que se encontra na aura e faz a ligação da mente com o corpo físico. Se um órgão, ou membro, é extirpado do corpo físico, ele continua incólume no corpo etéreo. Com isso, cheguei à conclusão de que a vida se passa na mente; o corpo físico apenas reflete o que se passa na mente; é, tão-somente, um instrumento da mente para que ela, a mente, tenha existência no estado condensado da matéria. 

Por isso, a causa das doenças está localizada sempre na mente, no corpo astral, ou das emoções. O corpo físico reage às emoções por meio do sistema endocrinológico. Por exemplo: uma pessoa com medo vive 24 horas por dia com excesso de adrenalina no sangue. Adrenalina é o hormônio que decuplica a força física; é produzido em situações de enfrentamento ou fuga. Mas, se for constantemente produzido, a pessoa em questão entrará em colapso. A solução: essa pessoa precisa identificar o objeto do medo e enfrentá-lo. Só assim serenará. 

PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa procura orientar o leitor a chegar à serenidade, à paz de espírito. A interpretação do que é dito neste livro será sempre de cada um que o ler, mas a verdade é uma só, e a verdade só pode ser desvendada no caminho. A matéria é impermanente, mas não há problema insolúvel. Nosso corpo é uma máquina com inteligência artificial magnífica e foi projetado para se auto-curar. Só temos que nos submeter às leis do Universo, que muitos chamam de Deus. 

A vida vem de Deus, a lei que rege o Universo. Se Deus é a lei universal, logo é uma consciência, onipresente, onisciente, onipotente, absoluta, eterna e incognoscível. Essa Grande Consciência está presente em todas as coisas do Universo e mantém a ordem no Universo, por meio do éter, ou campo, ou matéria escura, vibração que liga os planos espiritual e físico. O Universo observável contém mais de um trilhão de galáxias, visíveis até onde os astrofísicos podem detectar, a cerca de 46 bilhões de anos-luz da Terra. 

As mônadas surgem da Grande Consciência. São individualidades indissolúveis e indestrutíveis, centelhas básicas de todas as coisas, únicas, absolutas. São consciências, vida, espírito. O espírito, quando encarna no corpo de qualquer ser das muitas raças que há no Universo, é uma alma. Encarna para progredir, para se tornar sábio e ascender a planos cada vez mais sutis, eternamente. 

Se as mônadas surgem da Grande Consciência, logo são consciências também, começaram a ter ciência da sua existência e a se ampliar. O plano físico, material, foi criado para ampliar a consciência. Nosso corpo físico, os planetas, a natureza, enfim, tudo é artificial, foram criados por agentes de Deus – espíritos de luz –, para que espíritos primitivos, em estado cármico, possam ampliar mais rapidamente suas consciências. Para que, só Deus sabe. 

A ligação entre o espírito e o corpo físico, o perispírito, é um corpo vibracional, etéreo, ligado à glândula pineal, ou epífise, do tamanho de um caroço de laranja, medindo 5 por 8 milímetros nos humanos, com massa de 150 miligrama, endócrina, localizada no epitálamo, entre os dois hemisférios, no centro do cérebro dos vertebrados. Produz melatonina, hormônio derivado de serotonina, que controla o ciclo circadiano e sazonal. É o terceiro olho, ou olho espiritual. 

O filósofo René Descartes acreditava que a pineal seria a “sede da alma”. Mediunidade, clarividência e telepatia ocorrem via pineal. No livro Missionários da Luz, pelo espírito André Luiz, psicografado por Chico Xavier, a pineal é descrita como a glândula da vida mental, do pensamento. 

Assim, há 40 mil anos, hordas de espíritos começaram a ser transportadas em naves quânticas grandes como cidades para o plano astral da Terra, para depois encarnarem no plano material. E aí começa a jornada da raça humana, com toda a complexidade do plano físico, e o maior drama do ser humano: o sofrimento. 

A essência do budismo são as Quatro Nobres Verdades: 

1 – O sofrimento existe. “Esta é a nobre verdade do sofrimento: nascimento é sofrimento, envelhecimento é sofrimento, enfermidade é sofrimento, morte é sofrimento; tristeza, lamentação, dor, angústia e desespero são sofrimento; a união com aquilo que é desprazeroso é sofrimento; a separação daquilo que é prazeroso é sofrimento; não obter o que se deseja é sofrimento; em resumo, os cinco agregados influenciados pelo apego são sofrimento” – Buda pregou. 

Sofremos porque acreditamos que não temos algo e o desejamos; sofremos porque acreditamos que conseguimos algo e tememos perdê-lo; sofremos porque acreditamos que temos algo que nos parecia bom, mas já não é tão bom assim; e sofremos porque acreditamos que temos algo de que queremos nos livrar e não conseguimos nos desvencilhar dele. As coisas, as ideias, os conceitos, os pensamentos, são impermanentes. Até a felicidade pode se tornar sofrimento, se assim acreditarmos. 

2 – O sofrimento é causado pela ignorância, ou trevas. 

3 – Mas o sofrimento pode ter um fim, por meio da iluminação. 

4 – Iluminação pela Via Caminho Óctuplo: entendimento correto, pensamento correto, linguagem correta, ação correta, modo de vida correto, esforço correto, atenção plena correta, concentração correta. O caminho do meio, baseado na moderação e na harmonia, sem cair nos extremos. O equivalente a levar uma vida estoica. Um treinamento que erradica a ganância, o ódio e a ilusão, e leva à iluminação. 

Os moradores no Distrito Federal podem adquirir PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa autografado e entregue em mãos ou pelos Correios, por 90 reais. Pedidos podem ser feitos por e-mail: raycunha@gmail.com ou pelo WhatsApp: 61 99621-6425.


Heal yourself: STOP SUFFERING – LIVE LIFE – Experiences in Traditional Chinese Medicine

RAY CUNHA

BRASÍLIA, April 3, 2026 – Human beings are mental entities, and life unfolds in the mind. But after all, what is the mind? It is a set of perceptions based on a body called consciousness, or spirit. There are states of consciousness. For example, on the material plane, when consciousness—now called the soul—incarnates and begins to experience the phenomena of matter, such as emotions and the senses. Matter, as we perceive it, is an illusion, since it is essentially atom, light, vibration. Thus, in matter, the spirit lives an imagination, and this imagination is what constitutes life on the material plane, or dimension.

Material life is made up of thoughts, imagination, sensations, will, and memory, through which the human being experiences perceptions, beliefs, desires, intentions, emotions, and pain. Pain is an alarm that indicates disease or any type of problem affecting the physical body. In Traditional Chinese Medicine (TCM), we say that illness, or pain, is the stagnation of Qi energy.

But every disease, all pain—including spiritual and psychological pain—is caused by emotions. Emotions are the trigger for the brain and the endocrine system, which in turn generate synapses and produce hormones, the biochemical substances that govern and protect the physical body.

Thus, in addition to treating symptoms—especially acute ones—the therapist must investigate the causes of the patient’s suffering. If the cause of illness lies in the mind, then the cure lies there as well.

STOP SUFFERING – LIVE LIFE – Experiences in Traditional Chinese Medicine (Clube de Autores/amazon.com.br/amazon.com, 2026, 176 pages), by this author, seeks to guide the reader toward serenity and peace of mind. The interpretation of what is said in this book will always be individual, but truth is one, and it can only be unveiled along the path. Our body is a machine with magnificent artificial intelligence, designed to regenerate itself. We only need to submit to the laws of the Universe.

There is no yesterday nor tomorrow. Yesterday’s mistake, whatever it may have been, is today’s wisdom, and what is expected tomorrow is an illusion—it does not exist. Thus, all we need to do to live in peace and harmony is to enjoy life, no matter how it presents itself, for eternity is now.

This book began to take shape in August 2013. I graduated in Traditional Chinese Medicine from the National School of Acupuncture (ENAc), in Brasília/DF, from August 6, 2013, to July 12, 2016, with 2,080 hours of in-person classes and 440 hours of internship at ENAc clinics and the Fernando Hessen Institute, totaling 2,520 hours. The course offered by ENAc was technical, with a workload equivalent to a technological degree, recognized by the Ministry of Education. Technological programs range from 1,600 to 2,600 hours, lasting on average 2 to 3 years, providing a shorter higher education focused on the job market. My certification was published in the Official Gazette of the Federal District on April 1, 2019, page 18.

As a journalist, from the beginning of the course I started to think and write about the practice of TCM, which is based on Taoism. After a decade of practice—especially volunteer work at the Fernando Hessen Institute clinic and at the André Luiz Spiritist Center, where I have treated more than a thousand patients of both sexes, all ages, and with the most diverse syndromes—the result is this STOP SUFFERING – LIVE LIFE – Experiences in Traditional Chinese Medicine.

I was born on August 7, 1954, in Macapá, State of Amapá, in the Eastern Amazon. I worked extensively as a reporter for major newspapers in the Amazon and in Brasília/DF, where in 1987 I encountered Seicho-No-Ie. In 2000, I began reading The Truth of Life, in 40 volumes, a fundamental work by the Japanese philosopher Masaharu Taniguchi, founder of Seicho-No-Ie. In 2013, I immersed myself in Traditional Chinese Medicine, while also beginning to research the existence of the spirit, vibrational bodies, energy, and matter.

In 2016, I deepened my studies in Vibrational Medicine, codified by the American physician Richard Gerber, and began a line of work I identify as “acupuncture in the subtle bodies.” On December 30, 2016, during volunteer work at the André Luiz Spiritist Center (Ceal), in Guará I, Brasília, I treated a patient, VJC, whose large intestine had been removed due to cancer and who had been hospitalized weekly because he could not digest food. After just one acupuncture session, VJC was no longer hospitalized. Treatment continued, and he was discharged after three months.

The procedure was as follows: through acupuncture, I relieved the acute pain and discomfort affecting the patient’s physical body. Considering the subtle, etheric body, I treated VJC’s large intestine, since the physical body is a double of the etheric body, which exists in the aura and connects the mind to the physical body. If an organ or limb is removed from the physical body, it remains intact in the etheric body. From this, I concluded that life unfolds in the mind; the physical body merely reflects what occurs in the mind—it is simply an instrument through which the mind exists in the condensed state of matter.

Therefore, the cause of disease is always located in the mind, in the astral or emotional body. The physical body reacts to emotions through the endocrine system. For example, a person who lives in fear maintains excess adrenaline in the bloodstream 24 hours a day. Adrenaline is the hormone that multiplies physical strength and is produced in fight-or-flight situations. But if constantly produced, the person will collapse. The solution: identify the object of fear and confront it—only then will calm arise.

STOP SUFFERING – LIVE LIFE – Experiences in Traditional Chinese Medicine seeks to guide the reader toward serenity and peace of mind. Matter is impermanent, but there is no unsolvable problem. Our body is a machine with magnificent artificial intelligence, designed to heal itself. We need only submit to the laws of the Universe, which many call God.

Life comes from God, the law that governs the Universe. If God is the universal law, then it is a consciousness—omnipresent, omniscient, omnipotent, absolute, eternal, and unknowable. This Great Consciousness is present in all things and maintains order in the Universe through ether, or field, or dark matter—a vibration that connects the spiritual and physical planes. The observable Universe contains more than a trillion galaxies, visible up to about 46 billion light-years from Earth.

Monads arise from the Great Consciousness. They are indissoluble, indestructible individualities—basic sparks of all things, unique and absolute. They are consciousness, life, spirit. When spirit incarnates in the body of any being among the many races in the Universe, it is called a soul. It incarnates to evolve, to become wise, and to ascend to increasingly subtle planes, eternally.

If monads arise from the Great Consciousness, then they too are consciousness, becoming aware of their own existence and expanding. The physical plane was created to expand consciousness. Our physical body, planets, nature—everything—is artificial, created by agents of God—beings of light—so that primitive spirits, in karmic states, may expand their consciousness more rapidly. For what ultimate purpose, only God knows.

The link between spirit and the physical body—the perispirit—is a vibrational, etheric body connected to the pineal gland (epiphysis), about the size of an orange seed (5 by 8 millimeters), weighing about 150 milligrams, located in the epithalamus between the brain’s hemispheres. It produces melatonin, derived from serotonin, regulating circadian and seasonal cycles. It is the third eye, or spiritual eye.

The philosopher René Descartes believed the pineal gland to be the “seat of the soul.” Mediumship, clairvoyance, and telepathy occur through it. In the book Missionaries of Light, by the spirit André Luiz, psychographed by Chico Xavier, the pineal is described as the gland of mental life and thought.

Thus, 40,000 years ago, hordes of spirits began to be transported in quantum spacecraft as large as cities to Earth’s astral plane, and later incarnated in the material plane. There begins the journey of the human race, with all the complexity of the physical plane—and its greatest drama: suffering.

The essence of Buddhism lies in the Four Noble Truths:

1 – Suffering exists… (as taught by the Buddha).

2 – Suffering is caused by ignorance.

3 – Suffering can end through enlightenment.

4 – Enlightenment is achieved through the Noble Eightfold Path: right understanding, thought, speech, action, livelihood, effort, mindfulness, and concentration—the middle way of moderation and harmony.

Residents of the Federal District can purchase STOP SUFFERING – LIVE LIFE – Experiences in Traditional Chinese Medicine, signed and delivered in person or by mail, for 90 reais. Orders can be made via email: raycunha@gmail.com or WhatsApp: +55 61 99621-6425.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

De rosas, jasmins e AJOIA Brasil, uma trincheira de jornalistas que buscam a verdade dos fatos

Ray Cunha: As rosas são frágeis, foram feitas para amar, e eu também

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 2 DE ABRIL DE 2026 – A vida é sonho e o tempo, ilusão. Os últimos três anos têm sido uma noite um pesadelo, com ditadura da toga censurando, prendendo e arrebentando, o desvio de trilhões de reais, presos políticos, assassinos à espreita, chefões do narcotráfico impunes e aposentados do INSS assaltados até o tutano.

O tempo é uma ilusão e não posso mais me iludir. Não posso mais passar uma noite inteira amando, arrancando gemidos de prazer, nem beber Cerpinha enevoada até ficar bêbedo, nem jogar boxe. Mas posso escrever, e reler livros de Ernest Hemingway, Stieg Larsson, David Lagercrantz, Dan Brown, O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, Gabriel García Márquez, Ruy Castro, Isnard Brandão Lima Filho, uma constelação...

Sonho com crianças jogando bola em um campinho improvisado. Estou sentado, ali perto, atento, como um cão guardando ovelhas. Se a bola cai longe, vou buscá-la, se surge um desentendimento entre elas, acalmo-as e procuro a solução mais salomônica, e se uma delas se machuca, acalanto-a. Cuido para que joguem sem problemas e retornem seguras para seus lares.

Passei esses anos todos trabalhando especialmente em dois livros: um deles é o último de uma trilogia de thillers políticos, que começou com O CLUBE DOS ONIPOTENTES, depois, com O OLHO DO TOURO, e, agora, o terceiro volume, que ficará pronto neste ano eleitoral de 2026. Trabalhei, também, em um volume de filosofia da Medicina Tradicional Chinesa: PARE DE SOFRER – VIVA A VIDA – Vivências na Medicina Tradicional Chinesa.

Faço planos o tempo todo. Pretendo bater perna no Rio de Janeiro, em qualquer ponto do Litoral, em Belo Horizonte, em Valência, Espanha... Pretendo comprar livros que desejo ler desde que eu era imortal. Todo jovem é imortal. É provável que tenhamos uma sequência de John Wick, um novo 007 e filmes com Léa Seydoux e Ana de Armas. E ainda tenho força para o trabalho voluntário em Medicina Tradicional Chinesa nas manhãs de sábado e domingo.

De modo que 2026 se apresenta com muitas possibilidades. Especialmente no campo político. Segunda-feira, 30 de março, foi o début da Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Associados (AJOIA Brasil), em Belo Horizonte.

Trata-se de uma irmandade de jornalistas que não dependem de patrões, mas, independentemente de seus compromissos com patrões ou empresas, realizam um jornalismo investigativo, analítico e interpretativo, em busca da verdade dos fatos, pela democracia plena, pelo fim da ditadura da toga, pela soltura imediata dos presos políticos, pelo combate contra o narcotráfico e ditaduras, por uma política educacional judaico-cristã, pela família.

Estamos entrincheirados. Os Associados que não são jornalistas podem ser qualquer pessoa que queiram dar algum tipo de apoio à luta contra a lavagem cerebral que nossa juventude está sofrendo, contra o roubo de trilhões de reais da burra, contra o assassinato de presos políticos... Apoio intelectual ou financeiro.

Se Jair Messias Bolsonaro aguentar mais um pouco ao assassinato diuturno a que é submetido, deverá ser libertado no próximo ano. Donald Trump já varreu da Venezuela o monstro bolivariano Nicolás Maduro, o regime cubano está derretendo como vampiro hollywoodiano ao sol e todos já sabemos que Lula da Silva está entregando o Brasil à China, tornando-nos satélite chinês, enquanto ele e família nadam na burra. E o presidente do Brasil será Flávio Bolsonaro.

Assim que o regime da toga cair vou voltar a escrever artigos pela volta dos cassinos. Legalizar o jogo de azar, agora, seria o mesmo que entregá-lo de mão beijada para a máfia.

Não sei se irei a Macapá/AP, minha cidade natal. Quando o escritor Fernando Canto estava vivo, sempre que eu ia a Macapá fazíamos uma farra pantagruélica, mas meu irmão Fernando Canto foi para o azul, e deve estar bebendo na companhia de Hemingway e outros escritores chegados a um balcão de bar. Macapá está tomada por comunistas – universidade, imprensa, políticos – e eu sou conservador.

Os meus maiores planos é fisgar um marlim azul de 637 quilos e 5 metros de comprimento, em Guarapari, Espírito Santo; convencer Olivar Cunha a pintar uma cafuza cor de jambo, de olhos verdes e cabelos ruivos como cascatas de fogo descendo-lhe até as ancas africanas, tomando tacacá, para a capa do meu romance JAMBU, e, também, pintar Santa Rica de Cássia abençoando Roberto Carlos, nos anos 1960.

Há coisas que não planejamos, que, simplesmente acontecem. Se eu encontrar o José Aparecido Ribeiro conversaremos sobre tudo e ficarei bêbedo. Continuarei amando a mulher amada, as estrelas, as rosas que o poeta ofertou para a madrugada e as madrugadas. E ouvirei Mozart, Frank Sinatra, Pérez Prado e o som da Terra no espaço. Espero, também, escrever um poema. E sentir o perfume de jasmineiros chorando no ar azul e rosas se abrindo.

Um sentimento que desconfio que somente as rosas sentem toma conta de mim. Tenho consciência de que sou frágil, mas forte como as rosas. Que são as rosas senão flores fragilíssimas, mas quem pode enfrentar a fortaleza das rosas? Ninguém, pois nada pode contra o amor, que é liberdade, luz, sintonia fina, éter, o azul. As rosas foram feitas para amar, e eu também.

terça-feira, 31 de março de 2026

Dois ícones do Amapá aniversariam, hoje: o gênio do pincel Olivar Cunha e a Seringueira

Olivar Cunha: um dos maiores pintores expressionistas do Brasil

RAY CUNHA

BRASÍLIA, 31 DE MARÇO DE 2026 – Era 31 de março de 1952 quando João Raimundo Cunha comemorou o nascimento do seu filho, Olivar Cunha, plantando uma Seringueira no quintal de sua casa, na Rua Iracema Carvão Nunes, esquina com a Rua Eliezer Levy, uma casa amarela, remanescente do antigo aeroporto, ao lado do Colégio Amapaense, em Macapá/AP. 

Em 1983, a casa amarela não existia mais e João Raimundo Cunha falecera. Das árvores do quintal, só sobreviveu a Seringueira, que agora interceptava o muro oeste do Colégio Amapaense, na Rua Eliezer Levy, e apresentava uma grande lesão no tronco. Debilitada, foi atacada por fungos e insetos. Estudantes pressionaram a Prefeitura de Macapá e o Governo do Estado para que autorizassem abater a árvore, alegando risco de vida para quem transitava por ali. 

Após minuciosa inspeção, o engenheiro florestal Luiz Guilherme Dias Façanha, nascido em 18 de julho de 1952 e amigo de infância de Olivar Cunha, especialista em seringueira (Hevea brasiliensis) na extinta Superintendência da Borracha (Sudhevea), um dos órgãos federais absorvidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), verificou que a árvore estava se recuperando do ferimento, embora muito lentamente, e em razão disso posicionou-se contrário ao abate. 

Então, solicitou ao repórter Antônio de Pádua, da Rede Globo, que gravasse com ele uma matéria junto à Seringueira para dar sua opinião sobre o caso. “É claro que pesou na minha decisão todo o histórico da nossa infância brincando em volta daquela árvore: Olivar, João, Chico e eu” – disse, referindo-se a Olivar Cunha e dois de seus irmãos, os gêmeos Francisco e João. Conclusão: a Rede Globo e Luiz Façanha salvaram a Seringueira. 

Tombei-a no romance A CASA AMARELA, no qual ela se torna personagem e assume sentimentos humanos. Quando o protagonista do romance, Alexandre Picanço Cardoso, é assassinado nos porões da Fortaleza de São José de Macapá, a Seringueira verte látex e suas folhas se agitam, mesmo sem vento. 

A Seringueira está à espera de um vereador que apresente um projeto de seu tombamento, pois está ligada à história de um dos maiores artistas do Amapá e vem sendo agredida, servindo, seu tronco, com o ferimento já sarado, de lixeira. Quanto a Olivar Cunha, tornou-se um dos maiores expressionistas do país. 

Aluno do pintor Raimundo Peixe na Escola de Artes Cândido Portinari, de Macapá, em 1968, aos 16 anos de idade, Olivar Cunha expôs sua primeira individual, na sede da Associação Comercial do Amapá, então na Rua General Rondon com a Avenida FAB. Durante o tempo em que a exposição ficou aberta o salão da Associação Comercial se transformou no ponto de encontro de artistas e intelectuais de Macapá, entre os quais Raimundo Peixe, o jornalista e cronista Alcy Araújo e o poeta e cronista Isnard Brandão Lima Filho. 

Eu não perdia uma noite e participava como ouvinte atento dos papos entre esses pesos-pesados da história artística de Macapá, pois tinha 14 anos, mas já me movimentava nos meios literários locais, dando os primeiros passos, ao lado de Fernando Canto, Alcinéa Maria Cavalcante, José Edson dos Santos, Binga, Rodrigues de Souza (Galego), e por aí vai. No meu romance JAMBU faço uma homenagem a estes dois gigantes: Olivar Cunha e Isnard Brandão Lima Filho. 

Fernando Canto, maior colecionador de trabalhos de Olivar Cunha, chegou a abrir sua casa para uma mostra do pintor. 

– Os 71 anos do pintor Olivar Cunha é um acontecimento que jamais deveria passar em branco, pelo menos em sua própria terra, pois ele representa a ponta criativa de uma geração de artistas dos quais poucos sobreviveram, ainda que deixassem um espólio significativo para as artes locais – disse Fernando Canto, em 2023. Olivar Cunha está fazendo 74 anos.

"Olivar Cunha, como é conhecido pelos amigos, pinta a resistência de um povo e incorpora os problemas sócio-ambientais, transportando para a tela o inenarrável dilema das grandes metrópoles, ao lado da miséria das periferias das cidades amazônicas, de que foi testemunha ocular nas suas andanças observacionais.

"E com esse olhar aguçado retrata o mundo desconhecido da nossa região ao lidar com seus pincéis e tinta acrílica com animais em extinção e sentimentos impiedosos, denunciando, assim, o caos da destruição criado pelo não-sentimento e pela ganância do capital.

"O artista passou por diversas fases na sua trajetória vitoriosa. Escolheu (ou foi escolhido por Atena, a deusa grega das Artes) para representar com veemência, e por meio da escola expressionista, um universo temático tão perto de todos, mas perceptível apenas pelos artistas. Então sua vida é um mosaico de brilho intenso que envolve mistérios e enlua os apreciadores de sua arte. Por isso eu brindo com vinho do Porto à saúde do meu amigo Olivar Cunha. Feliz aniversário!" – brinda Fernando Canto.

Depois de Macapá, Olivar Cunha estudou no Parque Lage, no Rio de Janeiro, onde foi aluno de Charles Watson, e no Museu Nacional de Belas Artes, onde fez um curso de restauração. Mora, atualmente, em Serra, na Grande vitória, Espírito Santo, onde vem restaurando pinturas e esculturas sacras em vários municípios do Estado.

A Seringueira na edição da A CASA AMARELA da amazon.com

O romance JAMBU homenageia Olivar Cunha e Isnard Lima Filho

domingo, 29 de março de 2026

As mulheres que não amam as mulheres: Senado aprova PL da Misoginia, que explodirá as bolas não só dos homens, mas de toda a sociedade

Robôs incendeiam a imaginação dos homens (divulgação)

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 29 DE MARÇO DE 2026 – O Senado Federal aprovou, terça-feira 24, o PL da Misoginia (ódio ou aversão a mulheres), que prevê pena de até cinco anos de cadeia, inafiançável, sem prescrição, para o homem que for acusado de ter menosprezado uma mulher. O projeto seguiu para a Câmara. Se não for barrado, lá, e for aprovado, isso vai gerar o isolamento das mulheres, pois nenhum homem, devidamente informado sobre a lei, vai querer sequer conversar com uma mulher, e, muito menos, empregá-la. Até maridos se tornarão frios. 

Também o projeto censura as redes sociais e castra textos humorísticos, programas de auditórios, obras de artes e até comentários jornalísticos. Por exemplo: não se poderá dizer, em sentido figurado, que determinado comunista tem mais neurônios no intestino grosso do que no cérebro. 

O Projeto de Lei 896/2023, da senadora Ana Paula Lobato (PSB/MA), foi aprovado por 67 votos a favor, sem voto contrário nem abstenção. Até o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), candidato à Presidência, votou a favor, provavelmente com medo de perder voto feminino. Ele devia saber que as canhotas só votam em Lula da Silva ou em poste. 

O PL é um equívoco total. Trata-se de uma lei que funcionará como uma bomba no seio da sociedade, de ideologia claramente comunista, pois os comunistas destroem o Estado de direito para impor a ditadura. 

O PL da Misoginia não vai reduzir o número de assassinato de mulheres, mais conhecido pelos comunistas pelo neologismo “feminicídio”. O homem que mata uma mulher não está nem aí para a lei. O que vai acontecer é que os homens que amam as mulheres, que as protegem, não vão querer conversa com mulher nenhuma. É provável que o comércio de robôs femininos e mulheres de plástico aumente alguns milhares por cento.

sexta-feira, 27 de março de 2026

O dia em que o Judiciário debochou do povo

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 27 DE MARÇO DE 2026 – Com o título de “O dia em que o Judiciário virou as costas para o Brasil”, a AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Associados) publicou, ontem, nota sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) mandar encerrar no Congresso Nacional a apuração do roubo bilionário dos aposentados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e chancelar os penduricalhos que turbinam o salário dos ministros. O comportamento dos ministros que votaram por essas aberrações é, simplesmente, inominável. Se isso não indignar o povo brasileiro, então, pronto, nada mais tirará a manada da estupidez. 

E tudo isso ocorre com o aval do presidente do Congresso Nacional e do Senado, senador pelo Estado do Amapá, Davi Alcolumbre (União Brasil), notório porteiro e segurança dos desmandos que vêm minando a Pátria e jogando o Brasil nos braços do clube infernal das ditaduras e narcoestados globais, e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos/PB), ambos do Centrão, bloco de partidos políticos sem ideologia definida, que atua para garantir interesses próprios e governabilidade em troca de cargos e verba, seja o presidente da República de Esquerda ou de Direita, tanto faz. 

Segue a nota da AJOIA Brasil: 

HÁ MOMENTOS na história de uma nação em que o silêncio institucional se torna cumplicidade. E há momentos em que decisões oficiais falam tão alto que ecoam como afronta direta à sociedade. O que se viu recentemente na mais alta Corte do Judiciário (STF) não pode ser tratado como mera rotina jurídica, foi um recado. 

Ao interromper a apuração que poderia expor irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Corte não apenas encerrou uma investigação. Ela fechou uma porta que deveria permanecer aberta: a da transparência. 

Num país onde a corrupção insiste em desafiar as instituições, impedir o avanço de investigações sensíveis soa, para o cidadão comum, como blindagem, e não como justiça. 

Como se não bastasse, ao chancelar os chamados “penduricalhos”, o Tribunal institucionaliza privilégios que ferem frontalmente o princípio da igualdade. 

Em termos práticos, diz-se ao brasileiro que trabalha, paga impostos e enfrenta um Estado ineficiente: há regras para você, e exceções para eles. 

Não se trata mais de percepção isolada. Trata-se de um abismo crescente entre quem decide e quem vive as consequências dessas decisões. 

O Judiciário, especialmente sua mais alta Corte, não pode se comportar como uma ilha de poder imune ao escrutínio público. 

A autoridade do Supremo Tribunal Federal não é um fim em si mesma, ela deriva da Constituição e, em última instância, da confiança da sociedade. 

Quando essa confiança é colocada em xeque, não há formalismo jurídico que sustente a legitimidade. 

A AJOIA Brasil surge neste cenário com um compromisso claro: não haverá complacência diante de decisões que ampliem a sensação de impunidade ou que consolidem castas dentro do serviço público. 

O papel do jornalismo independente não é agradar autoridades, é confrontá-las quando necessário. 

Não é aceitável que, em pleno Estado Democrático de Direito, decisões de tamanha repercussão sejam tomadas à revelia do sentimento social, como se a opinião pública fosse um ruído irrelevante. Não é. 

A democracia não se sustenta apenas em ritos formais, ela exige responsabilidade, coerência e, sobretudo, respeito ao cidadão. 

Quando a mais alta Corte do país transmite a impressão de estar acima disso, o alerta precisa ser dado. E, no que depender da Ajoia Brasil, ele será. 

Porque não há poder intocável em uma República. Há, sim, instituições que precisam, permanentemente, lembrar a quem servem. 

AJOIA Brasil – Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados

quarta-feira, 25 de março de 2026

O último dia da minha vida

Ray Cunha: A vida cabe inteira no agora, como uma imensa rosa vermelha, imortal na sua fragilidade, eterna na sua fugacidade, intensa como a luz

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 25 DE MARÇO DE 2026 – Todos os dias são o último dia da minha vida. Começo a celebrar os dias ofertando rosas para a madrugada, como fez o poeta Isnard Brandão Lima Filho. Preparo café Melitta, do sul de Minas, gourmet. Segundo o jornalista José Aparecido Ribeiro, Melitta é o café mais puro do Brasil. Preparo uma tapioquinha, ou cuscuz, com bastante manteiga Paracatu, e como com café sem açúcar, cem por cento arábica. Depois, vou ao encontro de personagens de ficção. Ou escrevo, se houver necessidade, um artigo político. 

O último dia da minha vida são todos os dias, porque o Brasil vive um momento delicado. O presidente da República, Lula da Silva, presidiário liberto, aliou-se a todas as ditaduras do mundo, e até ao Estado terrorista do Irã, e desafiou o presidente americano, Donald Trump, que quer prender os narcotraficantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho), carteis que inundam os Estados Unidos de drogas, mas Lula aconselhou Trump a cuidar das negas dele. Também, Trump é amigo de Bolsonaro, e estão assassinando Bolsonaro, a conta-gotas. 

Os dias amanhecem como fotografias sépias. Costuma fazer 19 graus centígrados em torno das 8 horas, quando, às vezes, atravesso as ruas da manhã, curtindo tudo o que me ofertam. As mulheres trajam casacos, que lhes cobrem grande parte da sua pele, que ilumina o planeta.  Ao cruzar com uma mulher muito bonita, agradeço a Deus, porque é bom presságio. As manhãs são sempre como as rosas, recendem ao perfume redentor de mulheres, que presenteiam o mundo com seu esplendor.  

Por todos os dias serem o último dia da minha vida, curto as manhãs de outono como todas as manhãs, da primavera, do verão e do inverno, porque as joias que guardei no meu relicário são feitas dos sons das manhãs, risos de crianças, marulhar longínquo, quem sabe da ilha de Mosqueiro, Salinas, ou Copacabana. Meu relicário é do tamanho do meu coração, e contém cidades inteiras, que pode ser Brasília, Belém, Rio de Janeiro, ou Macapá. 

Se é Macapá, um vendaval sacode minha alma, porque a simples palavra Macapá me inunda de endorfina. Somos velhos amantes. Macapá é tão azul que mais azul só os poemas da Alcinéa Maria Cavalcante, ou o primeiro beijo, que me ensinou a voar. O Rio de Janeiro, no meu relicário, é como uma portuguesinha da Ilha do Governador ensaiando Miolo de Pão, peça que o meu amigo Luiz Loyola escreveu sobre a família dele e guardou na gaveta mais preciosa. 

Tudo isso me ocorre porque é o último dia da minha vida. Brasília é como a mulher amada. Vou explorando seus labirintos com paciência e gentileza, na esperança de que ela abra para mim todas as suas portas secretas. 

E se logo no início do outono está tão bom, imagino quando chegar o inverno, as manhãs de neblina, de cerração, de frentes frias, as noites de ventania, as mulheres lindas surgindo mais misteriosas do que nunca, deixando à mostra apenas suas bocas pintadas de vermelho. Sob o edredom, o corpo da mulher amada é redentor. Às 4 horas, retomo a história parida ao computador. 

A manhã fica ainda mais cintilante, porque é magnífica por ser outono e a última da minha vida. Assim, passam-se os dias, como folhas que caem, suavemente, sustentadas pela brisa, até o chão. À noite, no nicho da minha biblioteca, sonho novamente com a manhã, e com a tarde, e com os aromas que senti vindos de planetas que gravitam em volta da minha alma. 

A vida é isto! – penso. Sim, viver é voar, como estou fazendo agora. A vida cabe toda no agora, como uma imensa rosa vermelha, inexpugnável na sua fragilidade, eterna na sua fugacidade, invencível na sua beleza. Quero ficar grávido da manhã, do outono e das rosas, só assim escreverei palavras azuis como rubis, no último dia da minha vida. Todos os dias são o último, intenso como toda a vida.

domingo, 22 de março de 2026

Jornalistas criam associação com a missão de publicar a verdade dos fatos e lutar contra a corrupção endêmica que está destruindo o Brasil

RAY CUNHA* 

BRASÍLIA, 22 DE MARÇO DE 2026 – Será lançada nesta segunda-feira 30 a AJOIA Brasil – Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados, com a missão de fazer jornalismo investigativo, resgatar a verdade dos fatos, defender a ética e a liberdade de imprensa, e, com isso, contribuir para que o sistema político volte a se submeter à Constituição e o país conquiste a democracia plena. 

A cerimônia será realizada no conceituado e tradicional Antonielli Restaurante e Pizzeria, nas dependências do Barroca Tênis Clube, em Belo Horizonte, onde a AJOIA é sediada. A associação reúne profissionais filiados em onze Estados brasileiros e conta com representações em pontos estratégicos no Exterior. 

Segundo o presidente da AJOIA, jornalista José Aparecido Ribeiro, a criação da entidade representa um posicionamento claro em favor do jornalismo responsável, sem conflito de interesses. “Acreditamos no Brasil, acreditamos no jornalismo imparcial e o nosso compromisso é com os fatos. Defendemos uma imprensa livre, comprometida com a democracia e a justiça” – afirma. 

Durante o evento, o jornalista mineiro Alexandre Siqueira autografará o segundo volume da série Uma Coisa É Uma Coisa, Outra Coisa É Outra Coisa!, abordando reflexões sobre a imprensa brasileira e seu papel como um dos pilares da democracia.  Também o escritor e jornalista Dan Berg apresentará sua obra Sociedade dos Poetas Vivos, na qual, em linguagem poética, percorre os períodos literários e principais autores da Literatura Brasileira, e resgata a verdadeira História do Império do Brazil com Z. 

Já com seu portal (www.ajoiabrasil.com.br) bombando na internet e, em breve, com canal no Youtube, a associação já tem agenda pronta para 2026, com a realização de debates, palestras, entrevistas, lançamento de livros e exposições. 

O lançamento da AJOIA Brasil conta com o patrocínio de Antonielli Restaurante e Pizzeria; apoio do Instituto Besc, Âmago Vinhos e Espumantes e Rede Royal Hotéis; parcerias da Full Placas Comunicação Visual, Edificação Propriedade Intelectual, Supermercado Super Mais, Ledcorp Inteligência Competitiva e Resulte Gestão e Eventos. 

INFORMAÇÕES À IMPRENSA: (31) 99823-5151 e 99947-1411 

*Ray Cunha é primeiro vice-presidente da AJOIA Brasil