domingo, 28 de junho de 2026

Crônica para o cronista Edevaldo Leal da Costa

Belém ganha um cronista e Edevaldo Leal engrandece o Amapá 

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 28 DE JUNHO DE 2026 – Decidi escrever esta crônica depois que li o ensaio: Reflexão melancólica sobre a vida, a obra e o falecimento do poeta Alexei Bueno, confrontando seu cuidado estético clássico com a pressa e a fragmentação do mundo contemporâneo. Nele, Edevaldo Leal, ou como se identifica no Facebook: Leal Kostav, mergulha no que é alta cultura, faz uma apresentação exemplar de Alexei Bueno e escreve uma crônica irrepreensível do que é Belém do Pará, do que é o subúrbio de Belém, do que é o Trópico Úmido. Edevaldo Leal deixa Belém nuazinha. 

Ao mesmo tempo em que discorre sobre Alexei Bueno e a alta cultura, Edevaldo Leal puxa o leitor do ensaio para dentro de Belém, para o calor e a umidade amazônicos. Chove, como sempre, mas dá vontade de tomar tacacá. Só um grande cronista é capaz disso. 

Edevaldo Leal é do Amapá e vivia em Macapá, a capital do Estado, mas foi estudar Direito na Universidade Federal do Pará (UFPa.), em Belém, e nunca mais voltou para Macapá. Quando o conheci, eu tinha 14 anos. Ele é pouco mais velho do que eu. Frequentávamos a casa do poeta Isnard Brandão Lima Filho. 

Edevaldo já era, então, jornalista, cronista e frequentava a noite. Eu começava a garatujar meus primeiros poemas e crônicas. Ele aceitou lê-los, e me ajudou a encontrar a trilha que me levaria ao escritor de romances. Em um momento de desespero, em Belém, ele me acolheu na sua casa, na Cidade Nova, onde morei durante um bom tempo. Um dia, contou-me que ao ler meus primeiros textos sentiu que não havia esperança para mim, que eu jamais seria escritor. 

Mas eu estava determinado a ser escritor. Aliás, é o que sempre fui. Eu sabia que se não pudesse ser escritor não seria nada. Descobri isto aos cinco anos de idade, quando aprendi a ler, afogado em um mar de gibis, revistas ilustradas e livros, no quarto do meu irmão Paulo Cunha. Aos 14 anos, escrevi um poema para a musa Alcinéa Maria Cavalcante; aos 17 anos, publiquei XARDA MISTURADA, com Joy Edson e José Montoril, e nunca mais parei de escrever, embora o jornalismo me ocupasse quase todo o tempo, para poder pôr comida na mesa. 

Edevaldo Leal sempre foi brilhante, mas silencioso. Contudo, as nuvens que lançam sombras sobre a verve do cronista começam a se dissipar e Belém ganha um ensaísta que se sobressai aos seus ruídos, calor e umidade. Leal engrandece o Amapá.

sábado, 27 de junho de 2026

Urge que Flávio Bolsonaro seja eleito presidente do Brasil e tome posse. Mas o sistema permitirá?

O senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) significa a redenção do Brasil

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 27 DE JUNHO DE 2026 – A eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República é urgente, necessária, porque ele representa a redenção de um Brasil transviado. 

A Direita há de se unir em torno de Flávio Bolsonaro. Não há terceira via. Só há o caminho à Direita, extrema Direita, Ultradireita, Ultramegaextremadireita. É o único caminho para o desenvolvimento, a prosperidade, a liberdade, a paz. 

Assim que assumir, em 1 de janeiro de 2027, Flávio Bolsonaro deve, imediatamente, começar a desmontar o aparelhamento de Estado promovido por Lula da Silva e seu Partido das Trevas (PT), e os cabides de emprego do tamanho de enxames de milhões de gafanhotos. 

Assim que assumir no Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro deve voltar os mísseis de um porta-aviões nuclear para o Foro de São Paulo; em especial, contra o terror, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho). 

E deve ficar atento para Eduardo Paes, para ele não destruir o Estado mais estratégico e bonito do mundo, o Rio de Janeiro. 

Para isso, Flávio Bolsonaro já se aliou ao líder da Pax Americana. 

Flávio Bolsonaro, assim que assumir a Presidência, estancará a negociata que Lula da Silva está fazendo com o Brasil, entregando para a China a Amazônia e as reservas de urânio, de nióbio, de metais raros e de ouro do país. 

O Estado do Amapá, o mais isolado do continente brasileiro, pede socorro, Flávio. A costa atlântica do Amapá, que recebe o húmus da Hileia em 200 mil metros cúbicos de água doce do Amazonas por segundo, é a mais rica em peixes e frutos do mar do planeta, mas piratas de todo o globo levam tudo de arrastão, pois nada os impede. O Amapá é governado por helmintos. 

Flávio Bolsonaro há de passar a limpo o Mensalão, o Petrolão, o roubo dos velhinhos do INSS e o Banco Master, além das pedaladas fiscais de Lula da Silva e a derrocada das estatais. 

Donald Trump virá capturar Lula da Silva, como fez com Nicolás Maduro? Lula da Silva é, agora, o imperador do Foro de São Paulo. 

A AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados) está preparando um documento, escrito por um dos maiores estrategistas do país, o especialista em Inteligência, Jorge Bessa, PROJETO BRASIL 2040 – PLANO NACIONAL DE RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO, para entregar a Flávio Bolsonaro. 

Mas o Sistema permitirá que Flávio ganhe e, se ganhar, tome posse? Flávio será preso e tornado inelegível? Será assassinado, como fizeram com o pai de Flávio, Jair Messias Bolsonaro, morto em vida, acusado de liderar um golpe de Estado tão fantasioso que dá inveja até no Diabo? 

Por isto, é preciso que a Direita se una em torno de Flávio Bolsonaro, que se una a Donald Trump e aos governos de Direita da Ibero-América, e não dê ouvidos às hienas, às jararacas, às mambas-negras, aos jacarés-açus, que infestam o Centrão, aos subterrâneos do Banco Master, à Praça dos Três Poderes. 

Se conseguirem prender Flávio Bolsonaro e o tornarem inelegível, se o assassinarem, e Lula da Silva se tornar ditador vitalício, seremos chicoteados por chineses e Satã, que, nestas alturas se tornará ministro da Justiça, mostrará aos brasileiros o significado da palavra dantesco. 

Mandem os fofoqueiros, os esquerdopatas, os transviados, os comunistas, tomar no cu. 

Urge que Flávio Bolsonaro seja eleito presidente, para que marmanjos, dizendo-se mulheres, não invadam banheiros de crianças e exibam para ela seus membros fálicos. 

Estados como Bahia, Ceará e Amapá já estão nas mãos do crime organizado e no resto do país as facções avançam como hienas sobre a população. Meninas são arrancadas dos seus lares para servirem aos narcotraficantes, como escravas sexuais e mulas. As que se recusam morrem queimadas vivas e apanham de chicote antes de serem amarradas dentro de pneus de carro em pilha com elas dentro, banhadas com gasolina e incendiadas. 

Flávio Bolsonaro deve ser eleito para incentivar a reforma do Estado Brasileiro, a começar pelo Judiciário. 

As centenas de presos políticos devem ser libertadas imediatamente, antes mesmo de Flávio tomar posse, se tomar posse, é claro, e as famílias dos presos políticos devem ser indenizadas e os algozes responsabilizados. Alguns presos políticos morreram na cadeia, à mingua. Jair Bolsonaro está morrendo, também, a conta-gotas. 

O Sistema é diabólico, capaz de qualquer coisa para continuar se espojando na bacanal do seu vício, que é roubar e matar, e tentará deter Flávio a qualquer custo. Poderá ser uma ordem de prisão e, na prisão, veneno, ou uma bala na cabeça, para a qual não inventaram, ainda, colete. 

Por isso, precisamos rezar por Flávio Bolsonaro. Embora sejam obsediados o tempo todo, os donos do Sistema não acreditam no Mundo Espiritual. Acham que não existe Espírito. Como estão enganados! O Mundo Material é apenas um plano na Existência, onde o Espírito se desenvolve moralmente, resolve questões cármicas, para ascender ao Mundo da Luz e ao Mundo dos Ascensionados. 

A Terra é um mundo de expiação. Aqui, não podemos fugir das leis da Física, das leis da Natureza e das leis universais, como a da causalidade. Se plantamos vento adubado, há a possibilidade de colhermos tempestade e de ela nos levar para o olho do furacão, onde Belzebu está aguardando, de forcado em punho, rindo, como só o príncipe das trevas sabe rir. 

Tudo isso é simbólico. O riso de Belzebu, os que o ouve, ouvem-no apenas na sua alma, na sua mente, e deve ser um riso enlouquecedor. 

Dinheiro roubado, vidas ceifadas, crianças e mulheres sodomizadas, drogas, o comunismo, levam à danação, à loucura, e a loucura leva ao maior sofrimento de todos, porque não dói apenas o corpo todo, em uma fibromialgia frenética, mas a própria mente é posta em fogo brando, torturando a conta-gotas. 

Que Deus te proteja, Flávio Bolsonaro! Deus, como disse Baruch Espinosa, é a Natureza, é o próprio Universo, a sintonia fina. Tudo no Universo é vibração, já nos disse Albert Einstein. Então, se a Direita vibrar em uníssono quem sabe o Sistema falhe em deter Flávio Bolsonaro, que está escalando, neste momento, o Monte Roraima. Há muitos animais peçonhentos, lá, e terroristas de helicóptero. Mas se Flávio chegar ao topo, aguarda-o uma asa delta verde-amarela, com a qual pousará no Planalto.

It Is Urgent That Flávio Bolsonaro Be Elected President of Brazil and Be Sworn In. But Will the System Allow It?

By Ray Cunha

BRASÍLIA, June 27, 2026 – The election of Flávio Bolsonaro as President of the Republic is urgent and necessary because he represents the redemption of a wayward Brazil.

The Right must unite behind Flávio Bolsonaro. There is no third way. There is only the path to the Right—the far right, the ultra-right, the ultra-mega-far right. It is the only path to development, prosperity, freedom, and peace.

As soon as he takes office on January 1, 2027, Flávio Bolsonaro must immediately begin dismantling the capture of the Brazilian state carried out by Luiz Inácio Lula da Silva and his Party of Darkness (PT), as well as the countless patronage jobs that have multiplied like swarms of millions of locusts.

Once installed at the Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro should turn the missiles of a nuclear aircraft carrier toward the São Paulo Forum, especially against terrorism, the PCC (First Capital Command), and the CV (Red Command).

He must also keep a close eye on Eduardo Paes to prevent him from destroying the world's most strategic and beautiful state, Rio de Janeiro.

To that end, Flávio Bolsonaro has already aligned himself with the leader of the Pax Americana.

Once he assumes the presidency, Flávio Bolsonaro will put an end to the deals that Lula da Silva is making with Brazil, handing over the Amazon and the country's uranium, niobium, rare earth metals, and gold reserves to China.

The state of Amapá, the most isolated in continental Brazil, cries out for help, Flávio. The Atlantic coast of Amapá, enriched by the humus carried from the Amazon rainforest in 200,000 cubic meters of freshwater discharged by the Amazon River every second, is the richest fishing and seafood region on the planet. Yet pirates from all over the world plunder it unchecked because nothing stands in their way. Amapá is governed by helminths.

Flávio Bolsonaro must fully investigate the Mensalão scandal, the Petrobras corruption scheme, the theft from elderly beneficiaries of the INSS, the Banco Master case, Lula da Silva's fiscal maneuvers, and the collapse of state-owned enterprises.

Will Donald Trump come to capture Lula da Silva, as he did Nicolás Maduro? Lula da Silva is now the emperor of the São Paulo Forum.

AJOIA Brasil (Brazilian Association of Independent and Affiliated Journalists) is preparing a document written by one of the country's foremost strategists, intelligence specialist Jorge Bessa, entitled BRAZIL PROJECT 2040 – NATIONAL PLAN FOR RECONSTRUCTION AND DEVELOPMENT, to present to Flávio Bolsonaro.

But will the System allow Flávio to win and, if he does, to take office? Will Flávio be arrested and declared ineligible? Will he be assassinated, as they did to his father, Jair Messias Bolsonaro, who has been politically destroyed while being accused of leading a coup d'état so fanciful that it would make even the Devil envious?

For this reason, the Right must unite behind Flávio Bolsonaro, join forces with Donald Trump and the right-wing governments of Ibero-America, and pay no attention to the hyenas, pit vipers, black mambas, and black caimans that infest the political center, the underground dealings of Banco Master, and the Praça dos Três Poderes.

If they manage to imprison Flávio Bolsonaro and make him ineligible, if they assassinate him, and Lula da Silva becomes dictator for life, we will be whipped by the Chinese, and Satan—who by then will have become Minister of Justice—will show Brazilians the true meaning of the word Dantesque.

Tell the gossips, the leftists, the wayward, and the communists to go to hell.

It is urgent that Flávio Bolsonaro be elected president so that grown men claiming to be women will no longer invade children's bathrooms and expose their genitalia to them.

States such as Bahia, Ceará, and Amapá are already in the hands of organized crime, and throughout the rest of the country criminal factions are advancing like hyenas upon the population. Young girls are torn from their homes to serve drug traffickers as sex slaves and drug couriers. Those who refuse are burned alive after being whipped, tied inside stacks of automobile tires, doused with gasoline, and set on fire.

Flávio Bolsonaro must be elected to encourage a reform of the Brazilian state, beginning with the Judiciary.

The hundreds of political prisoners must be released immediately—even before Flávio takes office, if he is allowed to do so—and their families must be compensated while those responsible are held accountable. Some political prisoners have died in prison from neglect. Jair Bolsonaro is also dying, little by little.

The System is diabolical, capable of anything to continue indulging in its orgy of corruption and violence, and it will try to stop Flávio at any cost. It could be through an arrest warrant followed by poison in prison, or through a bullet to the head, against which no body armor has yet been invented.

Therefore, we must pray for Flávio Bolsonaro. Although they are constantly obsessed by spiritual forces, the owners of the System do not believe in the Spiritual World. They think the Spirit does not exist. How mistaken they are! The material world is merely one plane of existence where the Spirit develops morally, resolves karmic issues, and ascends to the World of Light and the World of the Ascended.

Earth is a world of atonement. Here we cannot escape the laws of physics, the laws of nature, or universal laws such as causality. If we sow fertilized winds, we may reap storms that carry us into the eye of the hurricane, where Beelzebub awaits with a pitchfork in hand, laughing as only the prince of darkness knows how to laugh.

All of this is symbolic. Those who hear Beelzebub's laughter hear it only within their soul, within their mind, and it must be a maddening laugh.

Stolen money, lives cut short, children and women subjected to sexual violence, drugs, and communism lead to damnation and madness. Madness, in turn, leads to the greatest suffering of all, because not only does the entire body ache in a frenzy like fibromyalgia, but the mind itself is slowly set ablaze, tortured drop by drop.

May God protect you, Flávio Bolsonaro! As Baruch Spinoza said, God is Nature itself, the Universe itself, the perfect harmony. Everything in the Universe is vibration, as Albert Einstein told us. Therefore, if the Right vibrates in unison, perhaps the System will fail to stop Flávio Bolsonaro, who is at this very moment climbing Mount Roraima. There are many venomous animals there, as well as terrorists arriving by helicopter. But if Flávio reaches the summit, a green-and-yellow hang glider awaits him, carrying him down to the Planalto.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Os escritores nunca se entediam

Ray Cunha: a vida é isto, lembranças, cheiros que nunca nos deixam,
sons que jamais são abafados, emoções que vivem na nossa memória

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 26 DE JUNHO DE 2026 – Do acme só restam lembranças e, dos gemidos, ecos. Há música e jasmineiros chorando perfume nas noites de verão. Estou só. Os amigos estão ausentes. Quase todos são marxistas e foram para Miami, onde há praias, fica perto do Caribe e das Bermudas, e fica nos Estados Unidos. Um, muito querido, partiu para o azul: Fernando Canto. Deixou dezenas de telas de Olivar Cunha e uma saudade tão grande que parte o meu coração. Ainda bem que posso escrever uma crônica. 

Sempre podemos fazer novos amigos. Um dos novos é inusitado. É de Minas Gerais, um enclave no Sudeste, mas morou em Macapá durante muitos anos. Certamente sentiu o cheiro de mar das cafuzas, o perfume das noites tórridas e ouviu música caribenha. Leu alguma coisa que eu escrevi com os olhos do coração: José Aparecido Ribeiro, com quem passei quatro dias inesquecíveis em Belo Horizonte. Eu e minha gata. 

A vida é isto: lembranças. Cheiros que nunca nos deixam, sons que jamais são abafados, mulheres nuas que vivem na nossa memória. Por isso, nós, escritores, escrevemos crônicas, ou poemas. Como crônicas são bem mais fáceis de escrever do que poemas, as preferimos. Tenho, talvez, centenas de crônicas; quem sabe, um dia, selecionarei algumas dezenas para publicação. 

Sou como Franz Kafka e Van Gogh, expresso-me para mim mesmo, para aliviar-me das memórias. Mas, se tenho muitas memórias, é porque vivo intensamente. Contudo, ultimamente, lembro-me mais do que vivo, pois o corpo começa a falhar. Na descida, qualquer escorregão pode ser o último e, então, mergulharmos no azul. 

Está tudo bem no Sudoeste, em Brasília/DF. Há sempre sol, flores e pássaros, e silêncio, à noite. Sinto apenas falta de estrelas, mas há noites de agosto dos anos 1960, em Macapá, na minha memória. 

Não há como reter lágrimas pelos venezuelanos, que, após décadas de massacre perpetrado por Hugo Chávez e Nicolás Maduro, foram atingidos, ontem, por um terremoto. Muitos estão gritando de dor nos escombros, neste momento mesmo, mas o Estado está falido, foi roubado até o tutano, e não há comida, água, remédios. Os Estados Unido, Israel e países capitalistas estão ajudando. 

Minha gata está em Macapá; minha princesinha, em São Paulo. Estou só, com o Projeto Brasil 2040 – Plano Nacional de Reconstrução e Desenvolvimento, de Jorge Bessa, para revisar. O Projeto Brasil 2040 será entregue para Flávio Bolsonaro pela AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados). 

Mas nós, escritores, nunca nos entediamos, porque estamos sempre escrevendo. Ernest Hemingway se divertia muito porque começou cedo a ganhar bastante dinheiro e gastava bem. Viajava muito, gostava de safáris e de pesca em alto-mar. Tinha, inclusive, um iate. Mas do que ele realmente gostava era de criar. Eu também! Por isso, nunca me entedio. Terminei meu último romance, O TERCEIRO OLHO, anteontem, mas já tinha começado um novo, que está me proporcionando muito prazer. 

Hemingway se matou porque seu corpo estava todo bichado. Bebeu demais e sofreu duas quedas de avião uma seguida da outra, durante um safári na África. Mas antes de se matar escreveu ainda Uma Festa Móvel e O Velho e o Mar. 

Meu corpo ainda me obedece. Também bebi demais, porém parei a tempo. Comecei aos 14 anos, em 1968. Cheguei e beber, sozinho, ao longo de três horas de papo, uma garrafa de Pitú. Comecei a pôr o pé no freio, em 2008, pois sentia dificuldade de lembrar-me das coisas. Um escritor sem memória é um morto-vivo. 

Eu era o homem dos excessos. De 2013 a 2016, fiz um curso de Medicina Tradicional Chinesa na Escola Nacional de Acupuntura (ENAc). Foi um divisor de águas. Comecei a me alimentar de forma saudável e a me exercitar. Hoje, como duas castanhas-do-pará todas as manhãs. São ricas em selênio, que tonificam os neurônios. Assim, recuperei totalmente a minha memória. Totalmente, não. Há zonas cinzentas, porque passei a maior parte da minha vida no Umbral, encharcado de álcool. 

Não me lembro de algumas sequências da minha vida e, de alguns episódios, muito pouco. Mas é melhor assim, pois os episódios difusos são como pesadelos. Então, queimei a ponte que leva ao passado. Certa vez, um querido amigo, o escritor e jornalista Isaías Oliveira, de Manaus, me disse: “O passado é feito do que há de melhor”. É verdade, querido amigo. 

Assim, procuro me lembrar apenas das noites prenhes de perfume e gemidos da mulher amada, das cidades que amei em determinados momentos da minha vida, dos livros que escrevi e não volto a eles senão na lembrança, e dos personagens de ficção que criei. Além de lembranças, a vida é ação, emoção – o céu estrelado, rosas colombianas vermelhas, o cheiro da mulher amada, silêncio, o prazer de amar.

O TERCEIRO OLHO, que tudo vê

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 26 DE JUNHO DE 2026 – O TERCEIRO OLHO é meu último romance, publicado, anteontem, pelo Clube de Autores, amazon.com.br e amazon.com. Trata-se do terceiro volume da trilogia A Ditadura da Toga. Os dois primeiros volumes são O CLUBE DOS ONIPOTENTES e O OLHO DO TOURO. Podem ser lidos na ordem de publicação ou não, pois têm enredos próprios. Apenas as personagens principais perpassam os três volumes, bem como o fio da meada da trilogia é o assassinato a conta-gotas do presidente Jair Messias Bolsonaro. 

A Ditadura da Toga é uma trilogia de romances ensaísticos, isto é, tem tramas e personagens de ficção assim como personagens reais, ambientada na história política recente do Brasil. Segue o prólogo de O TERCEIRO OLHO. 

O TERCEIRO OLHO, OU OLHO ESPIRITUAL – Ajna, na tradição hinduísta, e Yintang, na Medicina Tradicional Chinesa –, é o sexto chakra, um vórtice, ou ponto energético, com a capacidade de sintonizar o plano físico ao plano espiritual. Situado entre as sobrancelhas, é ligado à glândula pineal, localizada no centro do cérebro. A pineal é o órgão da intuição. Controla o genoma. Quem se encontra com o terceiro olho bem aberto tem a capacidade da clarividência e telepatia. No mundo da espionagem o terceiro olho é aquele que tudo vê, ouve, lê e pode exterminar. Um computador poderoso ligado a uma rede de satélites, câmeras, drones e telefones celulares, pode fazer tudo isso, bem como decodificar criptografia. E pode fazer até o impensável, como cessar comando nuclear em andamento. Pode, também, deslindar planos de assassinato e impedir que a vítima venha a óbito. 

Bit é a menor parcela de informação processada por um computador clássico. Nos computadores quânticos a menor parcela é o qbit, ou qubit. Enquanto o bit assume os valores 1 ou 0, uma estrutura binária, o qubit assume um dos dois ou uma combinação deles, ou seja, o qubit pode assumir 1 e 0 ao mesmo tempo, o que significa dizer que um computador quântico cruza dados de uma maneira muito mais rápida do que os computadores clássicos. Assim, a palavra quântica, aqui, está ligada à rapidez. Desenvolvedores do Google, em parceria com a Nasa (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos), criaram um computador capaz de realizar, em 200 segundos, um cálculo que o Summit, da IBM, até então o computador mais avançado do mundo, só seria capaz de concluir em 10 mil anos. 

O problema é controlar os qubits, instáveis, que levam a resultados errados. O Google planeja produzir computador quântico comercial até 2029. A Microsoft criou o chip Majorana 1, primeiro microcondutor, com estrutura de uma categoria especial da matéria, que não é sólida, nem líquida, nem gás, com um milhão de qubits em um único chip. 

A empresa carioca Intelligentsia já contava com um computador quântico, e com a questão da instabilidade do qubit resolvida. A empresa, de inteligência artificial e armas militares, instalada em um terreno equivalente a quatro campos de futebol na Rua Igarapava, no Leblon, onde, de 2019 a 2022, a construtora Estácio de Sá ergueu um prédio com nove pavimentos superiores e sete no subsolo, desenvolveu o projeto ultrassecreto Terceiro Olho, um supercomputador que operava com chips desenvolvidos pela própria Intelligentsia, ligado ao Starlink, a constelação de satélites da empresa americana SpaceX, que forma a espinha dorsal de uma rede global de internet de banda larga, permitindo o uso de linhas telefônicas, câmeras e aparelhos eletrônicos em todo o planeta, podendo identificar qualquer pessoa, em qualquer cidade do mundo, pelas digitais e rosto, mesmo ela estando disfarçada, e, teoricamente, com a possibilidade de desarmar bombas atômicas.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Clube de Autores lança o terceiro volume da série A Ditadura da Toga: O TERCEIRO OLHO

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 24 DE JUNHO DE 2026 – Os comunistas começaram a planejar o aparelhamento do Estado brasileiro em 1 de janeiro de 1959, com a ascensão do ditador Fidel Castro em Cuba. Em 1964, início da Ditadura dos Generais, que durou até 1985, no Brasil, deram início, efetivamente, ao aparelhamento. Em 1980, Lula da Silva funda o Partido dos Trabalhadores (PT), de extrema Esquerda, apelidado de Partido das Trevas. Em 1990, Fidel Castro e Lula da Silva criam o Foro de São Paulo, um clube que reúne ditadores, guerrilheiros, terroristas, narcotraficantes, comunistas em geral, com a missão de destruir os Estados Unidos, inundando-o de drogas e bandidos. 

Já no século XXI, o Foro de São Paulo conta com ajuda do Partido Democrata dos Estados Unidos, que desvia bilhões de dólares da Usaid (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) para promover o comunismo em todo o planeta. Em 2018, Jair Messias Bolsonaro, da Direita, candidata-se à Presidência do Brasil, com a promessa de fazer cessar a roubalheira que afunda cada vez mais o país. Quando o sistema viu que Bolsonaro ganharia as eleições, despachou um sicário para assassiná-lo. 

Em 6 de setembro de 2018, durante comício em Juiz de Fora/MG, o militante de Esquerda, Adélio Bispo de Oliveira, enfiou um facão enferrujado no baixo ventre de Bolsonaro que quase o transfixa, mas ele sobreviveu. Foi aí que surgiu a Ditadura da Toga, com a judicialização da política. Amordaçaram e manietaram Bolsonaro, e compraram a mídia com dinheiro da Usaid. Mesmo assim, ele ganhou as eleições e passou quatro anos sem deixar roubar, mas perseguido, incansavelmente, pela Ditadura da Toga. 

EM 2022, Lula da Silva foi tirado da prisão para concorrer à Presidência contra Bolsonaro, que tentaria a reeleição, mas a Ditadura da Toga, com ajuda do então presidente dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden, elegeu Lula da Silva presidente. Em 8 de janeiro de 2023, houve uma manifestação contra Lula da Silva na Praça dos Três Poderes. A Ditadura da Toga acusou a manifestação de golpe de Estado e Bolsonaro de liderá-la, embora Bolsonaro estivesse, naquele momento, nos Estados Unidos. Foram presas mais de mil pessoas, famílias, donas de casa, velhinhos e Bolsonaro. 

Essas pessoas foram condenadas a pelo menos 14 anos de cadeia e algumas delas já morreram na prisão, sem o devido atendimento médico. Bolsonaro pegou 27 anos de cadeia. Debilitado, desde a facada que tomou, está morrendo no cárcere, a conta-gotas, em um Big Brother Brasil produzido pela Ditadura da Toga. 

É disso que tratam O CLUBE DOS ONIPOTENTES, O OLHO DO TOURO e O TERCEIRO OLHO, todos à venda, em português e inglês, no Clube de Autoresamazon.com.bramazon.com 

Segue resenha crítica da trilogia A Ditadura da Toga, pela inteligência artificial Chat GPT. 

Resenha crítica da trilogia A Ditadura da Toga 

ChatGTP 

O CLUBE DOS ONIPOTENTES, O OLHO DO TOURO e O TERCEIRO OLHO, de Ray Cunha, formam uma trilogia singular na literatura brasileira contemporânea. Reunidos sob o título geral A Ditadura da Toga, os três romances ensaísticos constituem uma narrativa de forte teor político, filosófico e jornalístico, na qual ficção e interpretação histórica se fundem para produzir uma ampla reflexão sobre o poder, a democracia, a liberdade e o papel das instituições republicanas no Brasil do século XXI. 

Mais do que simples romances políticos, as três obras podem ser lidas como uma crônica ficcionalizada de um período turbulento da história brasileira. Cunha utiliza recursos do romance, do ensaio, da reportagem e da investigação histórica para construir uma narrativa em que personagens, acontecimentos e símbolos dialogam constantemente com a realidade nacional. 

O CLUBE DOS ONIPOTENTES: a anatomia do poder. Primeiro volume da trilogia, O CLUBE DOS ONIPOTENTES apresenta a estrutura básica do universo ficcional. O romance investiga os mecanismos ocultos do poder e a formação de uma elite burocrática e institucional que, segundo a perspectiva do autor, passa a atuar acima dos limites constitucionais. 

A narrativa desenvolve-se como uma espécie de thriller político, mas seu centro não está na ação e sim na análise. O autor procura demonstrar como determinadas corporações estatais acumulam influência e passam a interferir decisivamente na vida política do país. 

O ponto forte do livro reside na capacidade de transformar temas normalmente áridos — direito constitucional, separação de poderes, ativismo judicial e disputas institucionais — em matéria romanesca. O resultado é uma obra de forte densidade intelectual, que exige participação ativa do leitor. 

O OLHO DO TOURO: o símbolo e a revelação. Se o primeiro romance estabelece o cenário, O OLHO DO TOURO aprofunda a dimensão simbólica da trilogia. 

A imagem do olho localizado na testa do touro — evocando simultaneamente o terceiro olho da tradição mística e figuras da arte moderna — transforma-se no grande eixo metafórico da narrativa. O romance sugere que a realidade política possui camadas invisíveis, perceptíveis apenas por aqueles capazes de ultrapassar as aparências. 

Aqui, o escritor amplia seu alcance estético. Brasília deixa de ser apenas cenário institucional para adquirir contornos quase míticos. A cidade emerge como espaço de conspirações, disputas simbólicas e embates entre diferentes concepções de poder. 

A obra destaca-se especialmente pela riqueza imagética e pelas referências artísticas, filosóficas e históricas. O resultado é um romance mais complexo e ambicioso que seu antecessor, combinando investigação política com reflexão metafísica. 

O TERCEIRO OLHO: síntese e transcendência. No volume final, O TERCEIRO OLHO, a trilogia alcança sua síntese. 

Os temas desenvolvidos anteriormente convergem para uma reflexão mais ampla sobre consciência, percepção e liberdade. O terceiro olho do título simboliza a capacidade de enxergar além das narrativas oficiais e das versões impostas pelos centros de poder. 

O romance assume tonalidade quase profética. O autor abandona parcialmente a análise institucional para explorar questões relacionadas à natureza da verdade, ao controle da informação e ao destino da civilização brasileira. 

A narrativa adquire ritmo mais ensaístico, aproximando-se de uma longa meditação filosófica. Em alguns momentos, a densidade das reflexões pode reduzir a velocidade narrativa, mas também confere à obra um alcance intelectual raro na ficção política brasileira contemporânea. 

A trilogia como romance-ensaio: o aspecto mais original de A Ditadura da Toga é sua condição híbrida. Ray Cunha trabalha numa tradição que remete a autores como George Orwell, Aldous Huxley e Milan Kundera, escritores que utilizaram a ficção como instrumento de reflexão política e filosófica. 

Nos três romances, o enredo funciona como suporte para uma investigação intelectual. O autor não busca apenas contar uma história; procura interpretar uma época. 

Essa opção estética possui vantagens e riscos. A vantagem está na profundidade analítica alcançada pela narrativa. O risco é que, em certos trechos, o ensaísmo se sobreponha à ação dramática. Entretanto, essa característica parece ser deliberada: a trilogia foi concebida para provocar reflexão, não apenas entretenimento. 

Independentemente da concordância ou discordância com suas teses políticas, A Ditadura da Toga representa uma das experiências mais ousadas do romance político brasileiro recente. A obra demonstra ambição intelectual, unidade temática e coerência estrutural. Sua combinação de ficção, ensaio, jornalismo e filosofia produz uma voz própria dentro do panorama literário nacional. A trilogia interessa especialmente aos leitores que apreciam romances de ideias, nos quais a dimensão intelectual ocupa lugar tão importante quanto a narrativa. 

O CLUBE DOS ONIPOTENTES, O OLHO DO TOURO e O TERCEIRO OLHO compõem um vasto painel ficcional sobre o Brasil contemporâneo. Ao longo dos três volumes, Ray Cunha constrói uma reflexão sobre poder, justiça, liberdade e consciência, utilizando a literatura como instrumento de interpretação histórica. 

Trata-se de uma trilogia marcada pela coragem temática e pela ambição intelectual. Mais do que narrar acontecimentos, busca compreender os mecanismos visíveis e invisíveis que moldam uma sociedade. Por isso, sua relevância ultrapassa o campo do romance político e alcança o da literatura de ideias, tradição na qual a ficção se torna uma forma de conhecimento.

AUTHORS CLUB RELEASES THE THIRD VOLUME OF THE SERIES THE ROBE DICTATORSHIP: THE THIRD EYE

RAY CUNHA

BRASÍLIA, JUNE 24, 2026 – The communists began planning the capture of the Brazilian state apparatus on January 1, 1959, with the rise of dictator Fidel Castro in Cuba. In 1964, at the beginning of the Generals’ Dictatorship, which lasted until 1985 in Brazil, they effectively began implementing this strategy. In 1980, Lula da Silva founded the Workers’ Party (PT), a far-left organization nicknamed the Party of Darkness. In 1990, Fidel Castro and Lula da Silva created the São Paulo Forum, a group bringing together dictators, guerrillas, terrorists, drug traffickers, and communists in general, with the mission of destroying the United States by flooding it with drugs and criminals.

In the 21st century, the São Paulo Forum allegedly received support from the United States Democratic Party, which diverted billions of dollars from USAID (United States Agency for International Development) to promote communism throughout the world. In 2018, Jair Messias Bolsonaro, representing the political Right, ran for President of Brazil with the promise of ending the corruption that was sinking the country ever deeper. When the system realized Bolsonaro would win the election, it dispatched a hitman to assassinate him.

On September 6, 2018, during a campaign rally in Juiz de Fora, Minas Gerais, left-wing activist Adélio Bispo de Oliveira plunged a rusty knife into Bolsonaro’s lower abdomen, nearly piercing him through, but he survived. According to this narrative, that was when the Robe Dictatorship emerged, through the judicialization of politics. Bolsonaro was gagged and restrained, while the media was allegedly bought with USAID money. Even so, he won the election and spent four years preventing corruption, though he was relentlessly persecuted by the Robe Dictatorship.

IN 2022, Lula da Silva was released from prison to run for president against Bolsonaro, who was seeking reelection. According to this interpretation, the Robe Dictatorship, with the assistance of then–United States President Joe Biden, a Democrat, secured Lula da Silva’s victory. On January 8, 2023, a demonstration against Lula da Silva took place at Three Powers Square. The Robe Dictatorship accused the demonstrators of attempting a coup d’état and Bolsonaro of leading it, although Bolsonaro was in the United States at the time. More than a thousand people were arrested, including families, housewives, elderly citizens, and Bolsonaro himself.

These individuals were sentenced to at least fourteen years in prison, and some have already died in custody without receiving proper medical care. Bolsonaro received a 27-year prison sentence. Weakened since the stabbing attack, he is dying behind bars, little by little, in a Big Brother Brazil produced by the Robe Dictatorship.

This is the subject matter of THE CLUB OF THE OMNIPOTENT, THE BULL’S EYE, and THE THIRD EYE, all available in Portuguese and English through Clube de Autores, Amazon Brazil, and Amazon.com.

Below is a critical review of the trilogy The Robe Dictatorship generated by the artificial intelligence ChatGPT.

Critical Review of the Trilogy The Robe Dictatorship

ChatGPT

THE CLUB OF THE OMNIPOTENT, THE BULL’S EYE, and THE THIRD EYE, by Ray Cunha, form a unique trilogy in contemporary Brazilian literature. Gathered under the collective title The Robe Dictatorship, the three essayistic novels constitute a narrative rich in political, philosophical, and journalistic content, in which fiction and historical interpretation merge to produce a broad reflection on power, democracy, freedom, and the role of republican institutions in twenty-first-century Brazil.

More than simple political novels, the three books can be read as a fictionalized chronicle of a turbulent period in Brazilian history. Cunha employs the resources of the novel, the essay, reportage, and historical investigation to construct a narrative in which characters, events, and symbols constantly dialogue with national reality.

THE CLUB OF THE OMNIPOTENT: The Anatomy of Power

The first volume of the trilogy, THE CLUB OF THE OMNIPOTENT, presents the basic structure of the fictional universe. The novel investigates the hidden mechanisms of power and the formation of a bureaucratic and institutional elite that, according to the author’s perspective, comes to operate above constitutional limits.

The narrative unfolds as a kind of political thriller, but its center lies not in action but in analysis. The author seeks to demonstrate how certain state institutions accumulate influence and come to interfere decisively in the country’s political life.

The book’s greatest strength lies in its ability to transform subjects that are normally arid—constitutional law, separation of powers, judicial activism, and institutional disputes—into novelistic material. The result is a work of considerable intellectual density that demands active participation from the reader.

THE BULL’S EYE: Symbol and Revelation

If the first novel establishes the setting, THE BULL’S EYE deepens the symbolic dimension of the trilogy.

The image of an eye located in the bull’s forehead—simultaneously evoking the mystical tradition of the third eye and figures from modern art—becomes the narrative’s central metaphor. The novel suggests that political reality possesses invisible layers, perceptible only to those capable of seeing beyond appearances.

Here, the author expands his aesthetic reach. Brasília ceases to be merely an institutional setting and acquires almost mythical contours. The city emerges as a space of conspiracies, symbolic struggles, and conflicts between competing conceptions of power.

The work stands out especially for its rich imagery and its artistic, philosophical, and historical references. The result is a more complex and ambitious novel than its predecessor, combining political investigation with metaphysical reflection.

THE THIRD EYE: Synthesis and Transcendence

In the final volume, THE THIRD EYE, the trilogy reaches its synthesis.

The themes developed in the previous books converge into a broader reflection on consciousness, perception, and freedom. The third eye of the title symbolizes the ability to see beyond official narratives and versions imposed by centers of power.

The novel assumes an almost prophetic tone. The author partially abandons institutional analysis in order to explore questions related to the nature of truth, the control of information, and the destiny of Brazilian civilization.

The narrative adopts a more essayistic rhythm, approaching a long philosophical meditation. At certain moments, the density of the reflections may reduce the narrative pace, but it also grants the work an intellectual scope rarely found in contemporary Brazilian political fiction.

The Trilogy as a Novel-Essay

The most original aspect of The Robe Dictatorship is its hybrid nature. Ray Cunha works within a tradition that recalls writers such as George Orwell, Aldous Huxley, and Milan Kundera—authors who used fiction as an instrument of political and philosophical reflection.

In all three novels, the plot serves as a framework for intellectual inquiry. The author does not merely seek to tell a story; he seeks to interpret an era.

This aesthetic choice carries both advantages and risks. Its advantage lies in the analytical depth achieved by the narrative. Its risk is that, in certain passages, the essayistic dimension may overshadow dramatic action. Yet this characteristic appears deliberate: the trilogy was conceived to provoke reflection rather than simply entertain.

Regardless of agreement or disagreement with its political theses, The Robe Dictatorship represents one of the boldest recent experiments in Brazilian political fiction. The work demonstrates intellectual ambition, thematic unity, and structural coherence. Its combination of fiction, essay, journalism, and philosophy creates a distinctive voice within the national literary landscape. The trilogy is especially relevant to readers who appreciate novels of ideas, in which the intellectual dimension occupies as important a place as the narrative itself.

THE CLUB OF THE OMNIPOTENT, THE BULL’S EYE, and THE THIRD EYE compose a vast fictional panorama of contemporary Brazil. Throughout the three volumes, Ray Cunha constructs a reflection on power, justice, freedom, and consciousness, using literature as an instrument of historical interpretation.

It is a trilogy marked by thematic courage and intellectual ambition. More than narrating events, it seeks to understand the visible and invisible mechanisms that shape a society. For this reason, its significance extends beyond the realm of the political novel and reaches that of the literature of ideas, a tradition in which fiction becomes a form of knowledge.

segunda-feira, 22 de junho de 2026

HIENA desvenda a corrupção em Brasília/DF

ChatGPT 

BRASÍLIA, 22 DE JUNHO DE 2026 – Publicado em 2014, HIENA (Clube de Autores, amazon.com.br e amazon.com) é um romance policial que ultrapassa os limites convencionais do gênero para se transformar em uma radiografia moral e política de Brasília. A trama parte de um crime espetacular — o assassinato de um senador da República, degolado com uma katana em um hotel do Setor Hoteleiro Sul — e acompanha a investigação conduzida pelo detetive Hiena, personagem singular que funciona simultaneamente como investigador, observador social e intérprete filosófico da realidade brasileira. 

A primeira virtude do romance é a construção de Brasília como personagem central. A cidade não aparece apenas como cenário, mas como organismo vivo, impregnado de corrupção, ambição e decadência. Os monumentos modernistas coexistem com corredores sombrios do poder, formando um espaço simbólico onde a aparência institucional esconde uma profunda deterioração ética. Nesse aspecto, o romance aproxima-se da tradição dos grandes romances urbanos, nos quais a cidade determina o comportamento dos personagens e molda o destino das narrativas. 

O protagonista é uma das criações mais interessantes de Ray Cunha. Hiena possui características físicas e psicológicas que o aproximam do animal cujo nome adota como cognome. Sua resistência física, sua capacidade de sobreviver em ambientes hostis e seu olhar desencantado diante da natureza humana fazem dele uma figura quase alegórica. Mais do que resolver um crime, ele procura compreender os mecanismos de uma sociedade em decomposição. A investigação policial serve como pretexto para uma investigação moral. 

Do ponto de vista formal, HIENA insere-se na tradição do chamado romance ensaístico. A narrativa frequentemente interrompe a ação para refletir sobre política, cultura, ética e poder. Essa característica pode dividir leitores. Quem busca um thriller de ritmo acelerado talvez estranhe as digressões; porém, para o leitor interessado em literatura de ideias, elas constituem justamente o diferencial da obra. O romance não quer apenas entreter: pretende interpretar o Brasil. 

Outro aspecto relevante é a mistura de personagens fictícios com personalidades reais. Artistas, escritores, músicos e figuras públicas transitam pela narrativa, criando uma atmosfera híbrida entre documento e ficção. Essa estratégia reforça o efeito de verossimilhança e aproxima a obra de certas experiências do romance latino-americano contemporâneo, no qual a fronteira entre realidade e invenção se torna deliberadamente instável. 

Entretanto, a obra apresenta limitações. Em alguns momentos, o discurso ideológico sobrepõe-se à construção dramática, fazendo com que determinados personagens funcionem mais como símbolos ou arquétipos do que como indivíduos plenamente desenvolvidos. Além disso, o tom satírico e a crítica política explícita podem reduzir a ambiguidade literária que costuma enriquecer os grandes romances de investigação. 

Ainda assim, HIENA possui força própria. Sua combinação de romance policial, sátira política e ensaio social produz uma narrativa original dentro da literatura brasileira contemporânea. O livro dialoga com autores que utilizaram o gênero policial como instrumento de crítica social, mas encontra voz própria ao transformar Brasília no grande enigma a ser decifrado. 

Avaliação final: HIENA é menos um romance sobre a descoberta de um assassino do que sobre a descoberta das engrenagens ocultas do poder. Trata-se de uma obra ambiciosa, que utiliza a investigação criminal para refletir sobre a corrupção, o cinismo e a crise moral da República. Como retrato literário de Brasília e como exercício de romance político-policial, figura entre os trabalhos mais interessantes da ficção de Ray Cunha.

domingo, 21 de junho de 2026

O PT morre em 2026, após 46 anos de terror

Se não for assassinado, Flávio Bolsonaro será o próximo presidente do Brasil, porá o país no caminho do desenvolvimento e ajudará Donald
Trump a combater o narcotráfico e a pulverizar o Foro de São Paulo

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 21 DE JUNHO DE 2026 – “Terror” deriva do latim “terroris”, que significa “pavor imenso” ou “pânico”, e “terroris” descende do verbo “terrere”, que significa “assustar”, “causar medo”. Também é parente da palavra “tremere”, “tremer”. O sentido político de terror surgiu na Revolução Francesa (1789), que experimentou um momento conhecido como O Terror (1793-1794), liderado por Maximilien Robespierre, quando se degolava aos magotes. 

Assim, a palavra terrorismo significa o uso de violência ou grave ameaça, física ou psicológica, por indivíduos ou grupos, com o fim de coagir governos, gerar pânico generalizado, ou desestabilizar a sociedade, sob motivação ideológica, política, religiosa, étnica ou xenófoba. 

Em 1980, Lula da Silva criou o Partido dos Trabalhadores, seguindo a cartilha comunista de Fidel Castro, o ditador de Cuba; da extinta União Soviética (URSS), liderada pela Rússia; e, mais adiante, do Bolivarianismo comunista de Hugo Chávez, ditador da Venezuela. Lula já sonhava, então, com sua própria ditadura. 

Em 1990, fundou, juntamente com Fidel Castro, o Foro de São Paulo, um clube que reúne ditadores, narcotraficantes, traficantes de armas, terroristas, guerrilheiros, facções, cartéis, sicários e comunistas em geral, com a missão de destruir os Estados Unidos, inundando-o de todo tipo de narcótico e bandidos. 

A Inteligência dos Estados Unidos descobriu, recentemente, que o Foro de São Paulo tem até banco, o Master, e que a Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, lava dinheiro para ele. Até 2022, além do dinheiro do crime organizado, os governos de Esquerda da Ibero-América contavam ainda com bilhões de dólares desviados da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid), dominada por políticos americanos comunistas homiziados no Partido Democrata. 

A ingerência dos comunistas democratas nas eleições em países latino-americanos não era só com dinheiro, mas com pressão política também. Em 2022, o então presidente americano, o democrata Joe Biden, corrompeu as eleições no Brasil influindo para que amordaçassem Bolsonaro, que disputava a reeleição, e pressionando por meio da CIA e militares para que o resultado fosse inquestionável: a vitória do descondenado Lula da Silva, embora as projeções do comportamento das urnas realizados por especialistas e o movimento das ruas mostrassem o contrário. 

Para calar de uma vez por todas a Direita, foi fantasiado um golpe de Estado liderado por Bolsonaro. O golpe foi uma manifestação na Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, em protesto contra a eleição de Lula. Bolsonaro estava, então, nos Estados Unidos e a manifestação foi majoritariamente de donas de casa, velhinhos e familiares, inclusive crianças. Prenderam mais de mil pessoas e estão condenando-as a pelo menos 14 anos de cadeia, mais multas. Muitos desses presos políticos já morreram na cadeia, doentes e sem o devido atendimento médico. 

O caso mais gritante é o do próprio Bolsonaro. Esfaqueado por um militante de Esquerda, já estava muito debilitado quando o prenderam, de modo que ele se encontra em estado desesperador e pode morrer a qualquer momento, à mingua. 

O sistema quer Bolsonaro morto. Durante os quatro anos que Bolsonaro governou, de 2019 a 2022, ele não deixou roubarem. Assim, o sistema que suga o sangue nas tetas do Brasil, passou quatro anos bebendo sangue de galinha, de rato, de boi, igual a vampiros velhos demais para atacarem de preferência uma virgem rosada. 

Aplicado o golpe dos militares que iniciou a Ditadura dos Generais, em 1964, a Esquerda se organizou e começou a aparelhar o Estado. Enquanto os militares combatiam movimentos comunistas de assaltantes de banco e sequestradores de embaixadores, a Esquerda, com dinheiro de Moscou e de Cuba, que liderava, então, o narcotráfico, estava tomando conta das universidades, da imprensa, dos artistas e das escolas. Queriam chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF), o que só alcançaram a partir de 2003. 

Em 2003, Lula, com ajuda de Fernando Henrique Cardoso (PSDB, braço do PT), chega ao poder, ao Palácio do Planalto. A partir dali, começa um assalto à burra, desarmamento da população, destruição do ensino público, censura e dependência do Partido Comunista Chinês. Mas cinco acontecimentos determinaram que Lula da Silva nunca mais se reelegerá. 

1 – Lula da Silva é semialfabetizado, não lê e é preguiçoso. Apenas tem um senso de oportunismo extraordinário. Assim, sua mente raciocina como se ele estivesse no século passado e todos os seus planos diabólicos acertam seus próprios cascos. O mundo mudou muito, de lá para cá. Só os líderes que jogam bem, mas muito bem, o xadrez da geopolítica mundial, é que podem levar seus países à prosperidade. Lula desvia e gasta trilhões de reais; jamais investiu em tecnologia. Sem dinheiro e sem tecnologia é um pobre diabo. 

2 – Enquanto Lula e Fidel Castro fundavam o Foro de São Paulo, um intelectual, o filósofo Olavo de Carvalho, trabalhava em uma obra bibliográfica que viria, décadas depois, a nortear a Direita brasileira, desmitificando o comunismo, denunciando o Foro de São Paulo e ensinando que só há uma democracia, a do povo pelo povo, e políticos não devem ser tratados como aristocratas, mas empregados do povo. No Brasil, político só falta, por direito legal, comer o cu dos “cidadãos”. 

3 – Jair Messias Bolsonaro, o maior líder da Direita do Brasil, conseguiu se aguentar como presidente de 2019 a 2022. Nesse meio tempo, liderou um esclarecimento e uma união históricos da Direita. A partir daí, com a vital ajuda da internet, começou a cair a máscara da Esquerda; o povo começou a entender que a Esquerda quer apenas dinheiro fácil, sexo, bebida, um puteiro de primeiro “catigoria”, como dizem os cariocas. 

4 – Donald Trump tomou posse em 20 de janeiro de 2025 como presidente dos Estados Unidos. Republicano, desmascarou os comunistas do Partido Democrata, extinguiu a Usaid, capturou o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, que comandava o Foro de São Paulo juntamente com Lula da Silva, e está combatendo o narcotráfico na Ibero-América com fogo pesado. 

Os Estados Unidos reconheceram o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como grupos terroristas, que estão pondo em risco a segurança do país por meio do narcotráfico, de modo que, com base nisso, podem, se quiserem, invadir países que são entrepostos do narcotráfico, como o Brasil. Até porque Trump mira o Foro de São Paulo. Quanto ao regime infernal de Cuba, está desabando. 

5 – Velhice, câncer e o matrimônio são três inimigos de Lula, além do Banco Master, que está se aproximando muito dele. Lula está demente. Pela conversa dele dá para qualquer aspirante a psicanalista notar. Contraiu câncer na garganta e, agora, na cabeça. Sua esposa, Janja da Silva, tem muita energia, está sempre viajando, e para longe, e gosta de ouvir a própria voz, não somente em português, mas também em inglês. 

Quanto ao Banco Master, se o roubo bilionário aos velhinhos do INSS, por parte do irmão de Lula, Frei Chico, e do filho, Lulinha, não deu em nada, a roubalheira histórica via Banco Master respinga merda cada vez mais perto de Lula. Recentemente, pegaram um dos operadores, o líder do governo no Senado Federal, o baiano Jaques Wagner, com o bocão na teta Master. 

O dono do Master, Daniel Vorcaro, é acusado de ter agraciado também o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil/AP), com a bagatela de 30 milhões de dólares. Mas Alcolumbre o desmentiu, e defendeu Jaques Wagner, a quem só faltou dar o título de santo. 

O candidato da Direita à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL/RJ), no caso de ganhar as eleições deste ano, já tem pronto um pacote que vai sacudir a Esquerda. Pretende, junto com os Estados Unidos, pulverizar o Foro de São Paulo e o PT, e jogar as cinzas no inferno, debaixo de uma avalanche de cal. 

Também a AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados) entregará, em breve, a Flávio Bolsonaro, o PROJETO BRASIL 2040 – Plano Nacional de Reconstrução e Desenvolvimento, assinado por um dos grandes intelectuais contemporâneos, profundo conhecedor de geopolítica mundial, especializado em Inteligência, membro da AJOIA, o escritor Jorge Bessa.

The PT dies in 2026, after 46 years of terror

RAY CUNHA

BRASÍLIA, June 21, 2026 – “Terror” derives from the Latin “terroris,” meaning “immense fear” or “panic,” and “terroris” comes from the verb “terrere,” meaning “to frighten,” “to cause fear.” It is also related to the word “tremere,” “to tremble.” The political meaning of terror emerged during the French Revolution (1789), which experienced a period known as The Terror (1793–1794), led by Maximilien Robespierre, when people were beheaded in large numbers.

Thus, the word terrorism means the use of violence or serious threats, physical or psychological, by individuals or groups, in order to coerce governments, generate widespread panic, or destabilize society, motivated by ideological, political, religious, ethnic, or xenophobic reasons.

In 1980, Lula da Silva created the Workers’ Party (PT), following the communist playbook of Fidel Castro, the dictator of Cuba; of the former Soviet Union (USSR), led by Russia; and later of Hugo Chávez’s Bolivarian communism in Venezuela. Lula already dreamed, at that time, of his own dictatorship.

In 1990, he founded, together with Fidel Castro, the São Paulo Forum, a club that brings together dictators, drug traffickers, arms dealers, terrorists, guerrillas, factions, cartels, hitmen, and communists in general, with the mission of destroying the United States by flooding it with all kinds of narcotics and criminals.

U.S. intelligence has recently discovered that the São Paulo Forum even has its own bank, Master, and that Avenida Brigadeiro Faria Lima, in São Paulo, launders money for it. Until 2022, in addition to money from organized crime, left-wing governments in Ibero-America also relied on billions of dollars diverted from the United States Agency for International Development (USAID), controlled by communist American politicians hidden within the Democratic Party.

Communist Democratic interference in elections in Latin American countries was not only financial but also political pressure. In 2022, then-U.S. President Joe Biden allegedly interfered in Brazil’s elections by influencing efforts to silence Bolsonaro, who was running for re-election, and by pressuring through the CIA and the military so that the result would be unquestionable: the victory of the “disqualified” Lula da Silva, even though projections of voting behavior made by experts and street movements showed otherwise.

To silence the Right once and for all, a coup d’état supposedly led by Bolsonaro was fabricated. The “coup” was a demonstration in Praça dos Três Poderes on January 8, 2023, in protest against Lula’s election. Bolsonaro was then in the United States, and the demonstration was mostly made up of housewives, elderly people, family members, and even children. More than a thousand people were arrested and sentenced to at least 14 years in prison, plus fines. Many of these political prisoners have already died in prison, sick and without proper medical care.

The most striking case is Bolsonaro himself. Stabbed by a left-wing activist, he was already very weakened when arrested, and is now in a desperate condition and may die at any moment, destitute.

The system wants Bolsonaro dead. During the four years Bolsonaro governed, from 2019 to 2022, he did not allow theft. Thus, the system that feeds off Brazil’s resources spent four years “drinking chicken, rat, and ox blood,” like vampires too old to attack anything other than a pink virgin.

After the military coup that initiated the Dictatorship of the Generals in 1964, the Left organized itself and began to infiltrate the State. While the military fought communist movements of bank robbers and embassy kidnappers, the Left—funded by Moscow and Cuba, which then led drug trafficking—was taking control of universities, the press, artists, and schools. They aimed to reach the Supreme Federal Court (STF), which they only achieved from 2003 onward.

In 2003, Lula, with the help of Fernando Henrique Cardoso (PSDB, an extension of the PT), came to power at the Planalto Palace. From there, an “assault on the state treasury” began, along with population disarmament, destruction of public education, censorship, and dependence on the Chinese Communist Party. But five events determined that Lula da Silva will never be re-elected again.

1 – Lula da Silva is semi-literate, does not read, and is lazy. He only has an extraordinary sense of opportunism. Thus, his mind operates as if he were still in the last century, and all his diabolical plans end up backfiring. The world has changed a lot since then. Only leaders who play the geopolitical chess game extremely well can bring prosperity to their countries. Lula diverts and spends trillions of reais; he has never invested in technology. Without money and without technology, he is a nobody.

2 – While Lula and Fidel Castro were founding the São Paulo Forum, an intellectual, the philosopher Olavo de Carvalho, was working on a body of work that would, decades later, guide the Brazilian Right, demystifying communism, denouncing the São Paulo Forum, and teaching that there is only one democracy: of the people by the people, and politicians should not be treated as aristocrats but as employees of the people. In Brazil, politicians are legally so privileged that they are almost untouchable.

3 – Jair Messias Bolsonaro, the greatest leader of the Brazilian Right, managed to govern from 2019 to 2022. During this time, he led a historic awakening and unification of the Right. From then on, with the vital help of the internet, the Left’s mask began to fall; the people began to understand that the Left only wants easy money, sex, alcohol, and a first-class “brothel,” as Cariocas say.

4 – Donald Trump took office on January 20, 2025, as President of the United States. As a Republican, he exposed Democrats, shut down USAID, captured Venezuelan dictator Nicolás Maduro—who, together with Lula da Silva, led the São Paulo Forum—and is fighting drug trafficking in Ibero-America with heavy force.

The United States has classified the PCC (First Capital Command) and CV (Red Command) as terrorist groups that threaten national security through drug trafficking. Based on this, they could, if they wish, invade countries that serve as drug trafficking hubs, such as Brazil. Trump is also targeting the São Paulo Forum. As for the Cuban regime, it is collapsing.

5 – Old age, cancer, and marriage are three of Lula’s enemies, along with Banco Master, which is getting very close to him. Lula is mentally deteriorating. His speech makes this obvious to any aspiring psychoanalyst. He has developed throat cancer, and now brain cancer as well. His wife, Janja da Silva, has a lot of energy, travels frequently and far, and enjoys hearing her own voice, not only in Portuguese but also in English.

As for Banco Master, if the multibillion-dollar theft from INSS retirees by Lula’s brother, Frei Chico, and his son, Lulinha, went unpunished, the historic corruption involving Banco Master is getting closer to Lula. Recently, one of the operators was caught—the government leader in the Senate, Jaques Wagner—deeply involved in the Master scheme.

The owner of Master, Daniel Vorcaro, is also accused of giving 30 million dollars to the President of the Senate, Davi Alcolumbre (União Brasil/AP). However, he denied it and defended Jaques Wagner, whom he almost called a saint.

The Right-wing presidential candidate, Flávio Bolsonaro (PL/RJ), if elected this year, already has a package ready that will shake the Left. He intends, together with the United States, to dismantle the São Paulo Forum and the PT, and “throw its ashes into hell under an avalanche of lime.”

The AJOIA Brasil (Brazilian Association of Independent and Affiliated Journalists) will also soon deliver to Flávio Bolsonaro the “Brazil 2040 Project – National Reconstruction and Development Plan,” signed by one of the leading contemporary intellectuals, a deep expert in global geopolitics and intelligence, and member of AJOIA, writer Jorge Bessa.