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| Lula da Silva e o lambe-botas Davi Alcolumbre, do Amapá |
RAY CUNHA
BRASÍLIA, 5 DE OUTUBRO DE 2026 – Os eleitores
brasileiros mandaram para o diabo os mais famigerados mafiosos do Partido dos
Trabalhadores (PT), nas eleições para presidente, governadores, senadores e
deputados, ontem. Falta um, o principal: Lula da Silva, que sobreviveu para o
segundo turno, domingo 25. Os brasileiros não aguentam mais a ditadura da toga,
a inflação, o arrocho fiscal, a violência, a morte da Escola e da Universidade,
a roubalheira no país, com estatais no vermelho e dívida do Estado de 10
trilhões de reais, corrupção e narcotráfico. Quer sair disso, e só quem pode tirar-nos
desse atoleiro é Flávio Bolsonaro (PL/RJ), que acena com jaula para Lula e quadrilha.
Flávio Bolsonaro ganhou no primeiro turno, com 47,03% dos
votos. Lula teve 45,16% dos votos. O Partido Liberal, de Flávio, fez cinco
governadores no primeiro turno: no Paraná, Sergio Moro; em Santa Catarina,
Jorginho Mello; no Rio Grande do Sul, Luciano Zucco; em Rondônia, Marcos
Rogério; e em Roraima, Arthur Henrique.
O PL elegeu também 19 senadores, passando para 28, a partir
de 2027. Entre os senadores, foram cinco dobradinhas: Michelle Bolsonaro e Bia
Kicis no Distrito Federal; Reinaldo Azambuja e Capitão Contar no Mato Grosso do
Sul; Carlos Portinho e Carlos Jordy no Rio de Janeiro; Dr. Fernando Máximo e
Bruno Scheid em Rondônia; e Carol de Toni e Carlos Bolsonaro em Santa Catarina.
Em 2027, além da Direita fazer o presidente do Senado, abrirá impeachment de
vários bandidos de toga.
Para a Câmara, o PL registrou dois recordes de votos: Nikolas
Ferreira (MG), com 3.109.659 votos, e Lucas Pavanato (SP), com 3.038.185 votos.
Das 513 cadeiras da Câmara Federal o PL terá 121 deputados, 22 a mais. Já o PT passará
de 69 cadeiras para 70. O Centrão (PSD, União Brasil, Republicanos e PP) soma
171 cadeiras. A nova legislatura começará em 1 de fevereiro de 2027.
Em 23 anos de permanência de Lula da Silva e seu Partido dos
Trabalhadores no comando do Brasil, desembocando na atual ditadura da toga, a
Esquerda destroçou o país. É como se o subcontinente fosse um banco, com 2,63
trilhões de dólares, sendo pilhado noite e dia, as mulheres estupradas em uma
bacanal sem fim e as crianças traficadas para a China. Os colarinhos brancos
saqueiam esse banco sem a menor preocupação. Está tudo sob controle. Todo mundo
recebendo o seu, por meio do Banco Master.
Só há um homem capaz de comandar o resgate do país: Flávio
Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, o maior líder da Direita do país, preso, e
à morte, pela ditadura da toga, comandada por um trio: o presidente do Brasil,
Lula da Silva, que é também o chefão do Foro de São Paulo; o ministro do
Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que rasgou a Constituição
e faz tudo o que Lula lhe ordena fazer; e o presidente do Congresso Nacional,
Davi Alcolumbre (União Brasil/AP), que protege e faz tudo o que os dois
mandam-no fazer. É claro que isso não é de graça, mas pago pelo Banco Master.
Em caso de vitória, ao tomar posse, em 1 de janeiro de 2027,
Flávio Bolsonaro terá uma tarefa gigantesca pela frente. Seu primeiro empenho
deverá ser pela soltura das centenas de presos políticos da ditadura da toga,
que estão apodrecendo e morrendo nas masmorras de Brasília.
Flávio deverá, imediatamente, alinhar-se ao Escudo das
Américas e pôr as Forças Armadas e a Polícia Federal para limpar o Brasil, do
crime organizado. A Polícia Federal terá que passar por uma limpeza interna.
Flávio terá, também, que começar a desmontar sete décadas de
aparelhamento de Estado construído pelos comunistas e detonar os cabides de
emprego monstruosos incrustados na máquina pública.
Terá que armar a população e realizar uma verdadeira
revolução do Ensino, afastando professores estupidificados pela Esquerda, além
de investir, pesadamente, de forma contínua e nunca desestimulada, em ensino,
pesquisa e tecnologia.
Precisará anular dezenas de impostos criados por Lula e
estimular o setor industrial, especialmente nas telecomunicações, corrida
espacial e big techs, além de criar tecnologia para terras raras e estimular a
produção do Campo.
RIO DE JANEIRO – O Rio foi uma surpresa para mim. As
pesquisas davam Eduardo Paes (PSD) como virtual governador, mas, não, haverá
segundo turno. O candidato do PL, Douglas Ruas, teve 49,27% dos votos, enquanto
Eduardo Paes registrou 42,76%.
Como o Rio de Janeiro é a cidade mais famosa do país e uma
das mais conhecidas do planeta, até os pets sabem que o Rio virou a Meca do
banditismo, um lixo. O comércio no centro da cidade cerrou as portas e as ruas
estão tomadas por moradores de rua e drogados. Até a Zona Sul, principalmente
Copacabana, fervilha de morador de rua, igual piolho. Eduardo Paes tem
responsabilidade nisso, pois já foi prefeito do Rio quatro vezes (2009-2017/2021-2026).
Seu Partido Social Democrático é presidido por Gilberto Kassab, que comanda o
Centrão, um aglomerado de partidos fisiológicos que fazem qualquer negócio por
cargos e verbas.
O projeto de Eduardo Paes para o governo do Rio foca na
eficiência de gestão. Não é piada. Também independência técnica na Segurança e
Infraestrutura. Também não é piada. Promete aumentar o efetivo policial e tirar
do papel a Linha 3 do Metrô, ligando via metrô de superfície o Rio a Niterói,
São Gonçalo e Itaboraí, além de ampliar o sistema de BRT em direção à Baixada
Fluminense e Nova Iguaçu, com bilhetagem integrada. Também pretende construir
hospitais regionais para desafogar a rede estadual. Ainda: pretende ampliar o
ensino profissionalizante para jovens.
Se ganhar, dá para antecipar, com segurança, que Eduardo
Paes, que já desgraçou a cidade do Rio de Janeiro, vai demolir o segundo Estado
mais rico do país. Mas, se a população que quer, verdadeiramente, o bem do Rio
de Janeiro, se conscientizar de que se não mandarem Eduardo Paes para a Lua, o
Rio, e o Brasil, ainda vão amargar mais do que os cariocas de bem estão
amargando.
O Rio de Janeiro jamais deixou de ser a capital do Brasil;
ou uma das capitais. Brasília é capital de direito, administrativa. O Rio é
onde as coisas acontecem. Bem como em São Paulo. Boa parte dos representantes
do establishment tem domicílio no Rio ou em São Paulo. O Rio tem mais
funcionários federais do que Brasília, várias estatais têm sede no Rio e o
Estado abriga grande efetivo das Forças Armadas, além de que conta com as duas
únicas usinas nucleares brasileiras. Também o Estado conta com indústria naval
e centros de pesquisa importantes. Isso, sem falar na beleza paradisíaca que é
o litoral do Rio de Janeiro.
Em contrapartida, é lá que todo chefão de máfia, ou facção,
quer morar, para usufruir de uma das cidades mais bonitas, sensuais e
cosmopolitas do planeta, e de um litoral de tirar o fôlego. De modo que o Rio
está tomado pelo crime organizado. Assim, os chefões elegem políticos, formam
advogados e lavam dinheiro em grandes empreendimentos. Para isso, controlam
imensos currais eleitorais, especialmente nas favelas.
Além da violência estratosférica que assola o Rio, o Estado
e a cidade vêm sendo pilhados há décadas. Vários governadores cariocas foram
presos por corrupção, mas políticos corruptos continuam sendo eleitos. Assim,
conhecer a fundo o Rio de Janeiro e saber utilizar tecnologia de ponta é
crucial para quem quiser se eleger governador do Estado mais cintilante do
Brasil.
Do que é que o Estado do Rio de Janeiro precisa? Vamos lá:
1 – Em primeiríssimo lugar: de um centro de inteligência com
especialistas e tecnologia de ponta capaz de direcionar as polícias Civil e
Militar do Estado, e a Polícia Federal, no combate à bandidagem, sob o lema
“tolerância zero”.
2 – Ampliação do fornecimento de água encanada, energia
elétrica e esgoto nas cidades em geral. O carioca, por exemplo, vive às voltas
com falta de água, embora rios não faltem no município. Na cidade do Rio, a
Baía de Guanabara e os rios que deságuam nela precisam passar por uma
despoluição completa.
3 – Ampliação da geração de energia elétrica, com a
conclusão da usina nuclear Angra 3, em Angra dos Reis.
4 – A construção da Terceira Linha do Metrô, Rio-Niterói,
mas sob a Baía de Guanabara, da mesma forma que Paris é ligada a Londres por
trem. O túnel por baixo da Baía de Guanabara, da Praça XV, no Rio, à Praça
Arariboia, em Niterói, beneficiaria, diariamente, em torno de 750 mil
passageiros. Sua construção não teria que desapropriar terrenos. De modo que se
houver vontade política para estancar a roubalheira e melhorar o transporte
viário Rio-Niterói haverá dinheiro de sobra. Com a despoluição da Baía de Guanabara
e metrô por debaixo dela o Rio-Niterói, que já é a cidade do Hemisfério Sul que
mais cintila, ficará ainda mais maravilhosa.
Mas, atenção, fluminenses, principalmente cariocas: a obra
número um, a que poderá livrar o Estado do Rio e a Cidade Maravilhosa de
regredirem de paraísos tropicais a valhacoutos da bandidagem internacional,
latrinas do mundo, é apear Eduardo Paes. O Rio de Janeiro só depende de vocês
para continuar lindo.
BRASÍLIA E AMAPÁ – Em Brasília, a governadora Celina Leão
(Progressistas) disputará o segundo turno com Leandro Grass, do PT. O PT já
governou o Distrito Federal duas vezes. Foi uma tragédia. Regredimos várias
décadas. Assim, Celina Leão precisa ganhar. Basta de tanta desgraça.
Com relação ao Amapá, é o Estado mais isolado, mais violento
e mais pobre do Brasil. Além disso, é assombrado por Davi Alcolumbre, que
defende a ditadura da toga com unhas e dentes, e Randolfe Rodrigues (PT). Mas o
eleitor amapaense acaba de despachar Randolfe, líder de Lula no Senado, para
Garanhuns/PE, terra natal de Randolfe, que é conterrâneo de Lula. Como representante
de Lula no Senado, Randolfe tem que mentir, no que fez rápido progresso,
comunista de carteirinha que é.
Um caso emblemático envolvendo Randolfe foi sua defesa da
tese de um dos maiores criminosos do mundo, o imunologista Anthony Fauci, que
comandou as principais ações de saúde pública na pandemia de Covid-19 nos
Estados Unidos. As ações de Fauci foram um engodo para matar parte da população
mundial.
Fauci era um embuste e levou à morte milhões de pessoas. No
Brasil, Randolfe Rodrigues foi uma espécie de porta-voz informal de Fauci, na
Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid, acusando Jair Bolsonaro, de maneira
criminosa e covarde, de fazer o que ele mesmo, Randolfe, estava fazendo:
arrastando milhões de brasileiros para a morte.
Em 2021, Randolfe Rodrigues foi condecorado com a Ordem
Nacional da Legião de Honra da França, a mais alta condecoração da França, no
grau de Cavaleiro. Segundo o governo francês, a honraria foi concedida em
reconhecimento ao trabalho de Randolfe “em prol da cooperação transfronteiriça
entre o Amapá e a Guiana Francesa, o compromisso do parlamentar com o
fortalecimento das relações entre o Estado do Amapá e a Guiana Francesa,
aproximando as regiões de Oiapoque e Saint-Georges”. Que porra é esta? Que
trabalho foi esse?
Também foi porque Randolfe trabalhou no “combate à
Covid-19”. Como eu disse, Randolfe Rodrigues influenciou meio mundo a se
trancar em casa e morrer de covid e fome. Seu maior trabalhou durante a
pandemia foi tentar a prisão de Jair Bolsonaro, o que, finalmente, ele e a
máfia da ditadura da toga conseguiram, inventando um golpe de Estado de fazer
corar até o diabo.
Ainda, a honraria teria sido dada devido ao “engajamento na
pauta da sustentabilidade, proteção da Amazônia e defesa do Acordo de Paris”.
Até onde se sabe, Randolfe só defendeu uma coisa a vida toda: o comunismo. A
Legião de Honra da França foi concedida a Randolfe pelo presidente Emmanuel
Macron, outro comunista de carteirinha, amicíssimo de Lula e Canja da Silva.