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| Alexandre Siqueira, vice-presidente da AJOIA Brasil: o jornalista e escritor na sua trincheira, em Belo Horizonte |
RAY CUNHA
BRASÍLIA, 27 DE AGOSTO DE 2026 – Um dos jornalistas mineiros sem rabo preso mais atuantes nestes anos de chumbo da Ditadura da Toga, Alexandre Siqueira, autografará dois livros – Perdeu, Mané! – Documentário e Jornalismo: a um Passo do Abismo..., neste sábado 29, às 11 horas, na Livraria Da Rua – Rua Antônio de Albuquerque 913 – Funcionários – Belo Horizonte/MG. R$ 70 o exemplar.
Siqueira também autografará seus livros na Primeira Conferência da AJOIA Brasil, em São Paulo, no Palácio Fiorentino, à Rua Angatuba 703, Pacaembu, dia 21 de setembro, às 20 horas. O evento celebra um ano da fundação da AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados), da qual Siqueira é vice-presidente.
Em Perdeu, Mané! – Documentário o autor faz uma revisão da história do Supremo Tribunal Federal (STF) e em Jornalismo: a um Passo do Abismo... faz uma análise crítica dos caminhos percorridos pelo jornalismo, um dos quais desemboca em uma charcutaria. Jabá é uma gíria que quer dizer jornalista receber presente, o mesmo que aceitar propina, ou seja, jabá significa corrupção, prostituição, especialmente quando o jornalista mente em troca de emprego para si ou sua esposa e filhos, ou de grana viva.
Nestes tempos de Ditadura da Toga é preciso ter gônadas funcionando para escrever certos assuntos.
– Escrever sobre o STF e sobre o jornalismo, em tempos sombrios, teve um objetivo comum e inquietante: ajudar a prevalecer a verdade. O primeiro, pelos corredores da república, o outro, pelos corredores das redações – confirma Alexandre Siqueira.
Alexandre Siqueira é um mineiro grandalhão, com voz pausada e profunda, tranquilo. É um desses jornalistas éticos e cultos. Ele me confidenciou, há algum tempo, que estava sofrendo da síndrome da Polícia Federal batendo na porta às 6 horas, para prender jornalistas que têm opinião, de pijama ou nu. Jornalistas que criticam a Ditadura da Toga são monitorados e acabam entre as centenas de presos políticos que estão morrendo no cárcere por crime de opinião.
A toga é a ponta do iceberg da ditadura comunista que Lula da Silva vinha costurando há 46 anos, desde a fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1980, passando pela criação do Foro de São Paulo, em 1990, a chegada do PT ao poder, em 2003, até o golpe de Estado, em 2023.
Alexandre Siqueira é um dos jornalistas que atuam no front, no combate à ditadura e ao comunismo, como Allan dos Santos, Paulo Figueiredo, Augusto Nunes, Alexandre Garcia, José Aparecido Ribeiro, presidente da AJOIA, e tantos outros, com o objetivo de “resgatar as origens profissionais, a ética e moralidade do jornalismo brasileiro, combater a militância política e a cooptação ideológica nas redações”.
Diz a amazon.com.br na apresentação Perdeu, Mané! – Documentário: “Em momento perigoso para a democracia, a república e a liberdade, que o brasileiro vivencia desde a eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, não poderia deixar de abordar o comportamento da mais alta corte do país. E, para simbolizar este comportamento afrontoso, o título do livro é uma reprodução da malfadada resposta proferida por um dos ministros do STF, Luís Roberto Barroso, em plena via pública de Nova York, ao ser interpelado, com toda educação, diga-se de passagem, por um cidadão brasileiro: Perdeu, mané!
“O autor, o jornalista Alexandre Siqueira, inicia a obra traçando os primeiros movimentos da esquerda contemporânea no Brasil, a história da Suprema Corte desde os períodos colonial e imperial, suas curiosidades e fatos. Mostra dados e passagens de cada um dos onze ministros do STF, e, em capítulos especiais, rememora temas graves e nebulosos, como a facada, a pandemia e as urnas eletrônicas. O trabalho é finalizado no final de 2022, num momento que o país vivia uma reação popular que antecedeu tristes fatos que vitimaram milhares de brasileiros”.
Jornalismo: A Um Passo do Abismo... “tem a Imprensa brasileira como tema. Mais uma vez o autor, o jornalista Alexandre Siqueira, preocupa-se em registrar fatos de um dos braços mais importantes da democracia: a imprensa. Diz o autor: Resolvi registrar esse período recheado de senões, contrassenso, estupidez, afronta e antiprofissionalismo da nossa imprensa.
“O livro conta um pouco sobre o surgimento da imprensa no mundo e no Brasil, passeando pela evolução da imprensa brasileira desde o período colonial e do império, e suas passagens por tempos marcantes da história política e social do país. Na obra, marcantes episódios vergonhosos, pensamentos, declarações e posicionamentos de vários personagens da imprensa, alguns, outrora, renomados e respeitados.
“Profissionais do jornalismo, do verdadeiro jornalismo, num capítulo dedicado a depoimentos, marcam presença com grandes nomes: Claudio Lessa, Cristina Graeml e José Carlos Bernardi, entre outros”.
Eu também estou na mesma trincheira de Alexandre Siqueira, a AJOIA Brasil, com a trilogia A Ditadura da Toga – O Clube dos Onipotentes, O Olho do Touro e O Terceiro Olho –, que será entregue ao novo embaixador dos Estados Unidos em Brasília, Daniel Perez, assim que ele assumir. O presidente Lula da Silva não quer nem ouvir falar em Daniel Perez, pois, como líder do Foro de São Paulo, tem medo de sofrer o mesmo destino da hiena da Venezuela, o ditador Nicolás Maduro, capturado pelos Estados Unidos e enjaulado em uma prisão americana, onde vem confessando seus crimes de arrepiar os cabelos e dar ânsia de vômito.
A trilogia tem como fio da meada a tentativa de assassinato do presidente Jair Messias Bolsonaro. Depois de ser esfaqueado quase até à morte, Bolsonaro está preso e morrendo à míngua, acusado de um golpe de Estado tão fantasioso que nem Kafka seria capaz de criá-lo.
A Ditadura da Toga abarca um período da História desde a derrocada do czarismo até o Escudo das Américas. São três romances ensaísticos, ou jornalísticos, com trama ficcional e fundo real, com foco na história política recente do Brasil. O presidente americano, Donald Trump, está também convidado à leitura da trilogia, que será entregue a Daniel Perez em inglês.
Em dezembro de 1823, o presidente americano James Monroe criou a Doutrina Monroe, princípio de política externa dos Estados Unidos resumido pelo lema: “A América para os americanos”, no sentido de que acaba ali a colonização europeia no continente americano. Em 1917, a máfia comunista chegou ao poder na Rússia por meio de uma revolução. Era o começo da invasão de vários países e da doutrina de dominação do planeta. Em 1990, foi criado o Foro de São Paulo, que reúne ditadores, guerrilheiros de Esquerda, terroristas e narcotraficantes visando à dominação da América Latina, especialmente o Brasil, para, então, varrerem os Estados Unidos do mapa.
Nos Estados Unidos, os comunistas se aninharam no Partido Democrata e usavam dinheiro da Usaid (United States Agency for International Development – Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) para instalar ditaduras na América Latina. No Brasil, tiraram o presidente Lula da Silva da cadeia e o colocaram na Presidência, com ajuda do ex-presidente americano Joe Biden, acusaram de golpe de Estado o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, de Direita, e o condenaram a 27 anos de prisão, não sem antes tentarem matá-lo de outra maneira, com uma facão enferrujado que quase transfixou o Mito, como Bolsonaro é conhecido.
Só que, em 20 de janeiro de 2025, o republicano Donald Trump foi empossado presidente dos Estados Unidos. Aí, tudo mudou. Trump fechou a Usaid e prendeu, em 3 de janeiro deste ano, um dos dois chefões do Foro de São Paulo, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. O outro chefão é Lula.
Em 7 de março de 2026, Trump cria a coalizão militar Escudo das Américas, com 12 governos latino-americanos alinhados à Direita, para combater os cartéis de drogas e o narcoterrorismo na região, além de conter a influência de potências como China, Rússia e Irã. A China já tem verdadeiros feudos dentro do Brasil, principalmente no Nordeste, além de Lula ter cedido ao Partido Comunista Chinês uma mina de urânio.
Para combater o Foro de São Paulo, que está por trás do narcoterrorismo na Ibero-América, Lula escalou Marco Rubio, secretário de Estados norte-americano. Rubio entende a fundo a geopolítica latino-americana e é um estrategista. E como homem no Brasil, Trump escalou Daniel Perez, outro conhecedor da geopolítica da América Latina. Só que Lula não deu as credenciais para o novo embaixador e vem trabalhando para uma ruptura com os Estados Unidos.
Na cabeça do batráquio, Trump não mandaria capturá-lo como fez com Maduro. No fundo da sua demência ele acha que o Brasil tem poder de dissuasão contra a Pax Americana. O Brasil já está cercado. Narcotraficantes da Colômbia estão fugindo para o Brasil com militares americanos no seu encalço.
Enquanto isso, Lula da Silva abastece de alimentos o Irã, que está em guerra contra os Estados Unidos, e entrega o Brasil à China, uma das ditaduras mais brutais de toda a história da Humanidade.
Journalists
Explain Brazil: Daniel Perez Will Receive The Robed Dictatorship Trilogy Upon
Taking Over as U.S. Ambassador in Brasília
RAY
CUNHA
BRASÍLIA, AUGUST 27, 2026 — Alexandre Siqueira is one of the most outspoken journalists from Minas Gerais working during Brazil’s current “Years of Lead” under what I call the Robed Dictatorship. This Saturday, August 29, at 11 a.m., he will sign two of his books—Perdeu, Mané! – Documentário (You Lost, Man! – A Documentary) and Jornalismo: a um Passo do Abismo... (Journalism: One Step from the Abyss...)—at Livraria Da Rua, 913 Antônio de Albuquerque Street, Funcionários, Belo Horizonte, Minas Gerais. The price is R$70 per copy.
Siqueira will also sign his books at the First Conference of AJOIA Brasil in São Paulo, at Palácio Fiorentino, 703 Angatuba Street, Pacaembu, on September 21 at 8 p.m. The event marks the first anniversary of AJOIA Brasil—the Brazilian Associationof Independent and Affiliated Journalists—which Siqueira serves as vice president.
In You Lost, Man! – A Documentary, Siqueira revisits the history of Brazil’s Federal Supreme Court (STF). In Journalism: One Step from the Abyss..., he delivers a critical examination of the paths Brazilian journalism has taken—one of which, in his view, leads to a slaughterhouse.
The Brazilian slang jabá refers to perks or gifts given to journalists. In Siqueira’s usage, it is tantamount to accepting a bribe: corruption and journalistic prostitution, particularly when a journalist lies in exchange for a job for himself or members of his family, or simply for cash.
In these days of the Robed Dictatorship, writing about certain subjects requires something more than courage. It requires functioning gonads.
“Writing about the STF and about journalism during dark times had a common and unsettling purpose: helping truth prevail. One through the corridors of the Republic, the other through the corridors of newsrooms,” Siqueira says.
Alexandre Siqueira is a large, imposing man from Minas Gerais, with a deep, measured voice and an unhurried manner. He is one of those journalists who combine professional ethics with culture. Some time ago, he told me that he was suffering from what he jokingly called “the Federal Police-at-six-in-the-morning syndrome”—the fear of hearing agents knocking on the door to arrest journalists simply for having opinions, whether they are in pajamas or even naked.
Journalists who criticize what I call the Robed Dictatorship, he argues, are monitored and can end up among political prisoners serving sentences for expressing their opinions.
The robe, in my view, is merely the tip of the iceberg of the communist dictatorship that Lula da Silva has been stitching together for 46 years—beginning with the founding of the Workers’ Party (PT) in 1980, followed by the creation of the São Paulo Forum in 1990, the PT’s rise to power in 2003, and, ultimately, what I describe as the 2023 coup d’état.
Alexandre Siqueira is one of the journalists on the front lines of this struggle against dictatorship and communism, alongside Allan dos Santos, Paulo Figueiredo, Augusto Nunes, Alexandre Garcia, José Aparecido Ribeiro, president of AJOIA, and many others.
Their stated objective is to “restore the professional origins, ethics, and morality of Brazilian journalism, and to combat political activism and ideological co-optation in newsrooms.”
According to the presentation of You Lost, Man! – A Documentary on Amazon Brazil, the book addresses the conduct of Brazil’s highest court at a moment the author considers dangerous for democracy, the Republic, and individual freedom.
The title refers to the notorious words allegedly uttered by STF Justice Luís Roberto Barroso on a public street in New York when confronted, politely, by a Brazilian citizen: “You lost, man!”
Siqueira begins his book by examining the origins of the contemporary Brazilian Left and tracing the history of the Supreme Court back to the colonial and imperial periods. He also examines the careers and records of the STF’s eleven justices and revisits controversial subjects, including the stabbing of Jair Bolsonaro, the COVID-19 pandemic, and Brazil’s electronic voting system.
The work was completed at the end of 2022, when Brazil was experiencing a wave of popular reaction that preceded events the author considers tragic and consequential for thousands of Brazilians.
Journalism: One Step from the Abyss... turns its attention to the Brazilian press.
Once again, Siqueira is concerned with documenting what he considers one of democracy’s most important institutions: journalism.
“I decided to record this period, filled with reservations, contradictions, stupidity, affronts, and unprofessionalism in our press,” he writes.
The book traces the emergence of journalism in the world and in Brazil, following the evolution of the Brazilian press from the colonial and imperial periods through decisive moments in the nation’s political and social history. It also examines embarrassing episodes, statements, opinions, and positions taken by prominent figures in the Brazilian media—some of whom were once highly respected.
A chapter devoted to testimonies features journalists from what Siqueira regards as the tradition of genuine journalism, including Claudio Lessa, Cristina Graeml, and José Carlos Bernardi.
The Same Trench
I, too, stand in the same trench as Alexandre Siqueira and AJOIA Brasil.
My contribution is the trilogy The Robed Dictatorship—The Club of the Omnipotent,The Bull’s Eye, and The Third Eye. The trilogy will be presented to Daniel Perez, the new U.S. ambassador to Brazil, as soon as he takes office.
The books will be delivered to Perez in English.
President Lula da Silva does not want to hear Daniel Perez’s name. As a leading figure in the São Paulo Forum, Lula fears that he could suffer the same fate as Venezuela’s dictator Nicolás Maduro, whom I describe as the Venezuelan hyena: captured by the United States and imprisoned on American soil, where, according to this narrative, he has been confessing to crimes capable of making one’s hair stand on end and turning one’s stomach.
The thread running through the trilogy is the attempted assassination of President Jair Messias Bolsonaro.
After being stabbed and nearly killed, Bolsonaro is imprisoned and wasting away, accused of a coup d’état so fanciful that even Kafka might have struggled to invent it.
The Robed Dictatorship covers a historical arc stretching from the collapse of tsarism to the Shield of the Americas.
The three books are essayistic—or journalistic—novels: fictional narratives built against a real historical and political backdrop, with particular emphasis on Brazil’s recent history.
U.S. President Donald Trump is also invited to read the trilogy.
From the Monroe Doctrine to the Shield of the Americas
In December 1823, U.S. President James Monroe articulated the Monroe Doctrine, a principle of American foreign policy commonly summarized as “America for the Americans.” Its central message was that European powers should no longer seek to colonize or intervene in the Western Hemisphere.
In 1917, communists seized power in Russia through revolution. In my interpretation, this marked the beginning of a broader project of expansion and ideological domination.
In 1990, the São Paulo Forum was established. I argue that it brought together dictators, left-wing guerrillas, terrorists, and drug traffickers with the objective of dominating Latin America—particularly Brazil—and eventually eliminating U.S. influence from the continent.
In the United States, I argue, communists found shelter within the Democratic Party and used money from USAID—the United States Agency for International Development—to support dictatorships in Latin America.
In Brazil, according to this interpretation, Lula da Silva was released from prison and returned to the presidency with the assistance of former U.S. President Joe Biden. Meanwhile, right-wing former President Jair Bolsonaro was accused of plotting a coup and sentenced to 27 years in prison.
Before that, an attempt was made on his life with a rusty knife that nearly pierced the man his supporters call “the Myth.”
But everything changed on January 20, 2025, when Republican Donald Trump was sworn in as president of the United States.
Trump shut down USAID and, on January 3 of this year, captured one of the two alleged leaders of the São Paulo Forum: Venezuela’s dictator Nicolás Maduro.
The other, I argue, is Lula.
On March 7, 2026, Trump created the Shield of the Americas military coalition, bringing together 12 Latin American governments aligned with the Right to fight drug cartels and narco-terrorism in the region and to contain the influence of powers such as China, Russia, and Iran.
China, meanwhile, already has what I describe as genuine fiefdoms inside Brazil, particularly in the Northeast. Lula has also, according to this account, ceded a uranium mine to the Chinese Communist Party.
To confront the São Paulo Forum, which I argue lies behind narco-terrorism in Ibero-America, Lula turned his attention to Marco Rubio, the U.S. Secretary of State.
Rubio understands Latin American geopolitics deeply and is a strategist.
As Trump’s representative in Brazil, Daniel Perez was chosen as another figure with extensive knowledge of Latin American geopolitics.
Lula, however, has refused to grant credentials to the new ambassador and, in my view, has been working toward a rupture in relations with the United States.
In the mind of this “amphibian,” Trump would never order his capture as he did Maduro. Deep in what I describe as his delusion, he believes Brazil possesses sufficient deterrent power to stand against the Pax Americana.
Brazil is already surrounded.
Colombian drug traffickers are fleeing into Brazil with American forces in pursuit.
Meanwhile,
Lula da Silva is supplying food to Iran, which is at war with the United
States, while handing Brazil over to China—one of the most brutal dictatorships
in human history.





