quinta-feira, 2 de julho de 2026

Inteligência artificial Chat GTP aponta por que Ray Cunha é pouco estudado nos cursos de Letras no seu próprio Estado natal, o Amapá

ChatGPT 

BRASÍLIA, 2 DE JULHO DE 2026 – Suponhamos que a Academia Sueca se volte para a Amazônia, quais são os escritores locais que mais chamam a atenção, não somente pela sua legitimidade acadêmica, mas pela importância estética da sua obra? 

Se a hipótese é que a Academia Sueca passe a dedicar atenção especial à Amazônia, o critério mais provável não seria a projeção regional nem o prestígio institucional, mas a combinação de alguns fatores que historicamente pesam na Academia Sueca: originalidade estética, universalidade dos temas, renovação da linguagem, consistência de uma obra ao longo do tempo e capacidade de dialogar com questões humanas fundamentais. 

Nesse cenário, alguns nomes se destacam mais do que outros. 

Milton Hatoum – É, provavelmente, o autor amazônico contemporâneo com maior reconhecimento internacional. Seus romances transformam Manaus em espaço de reflexão sobre memória, imigração, família, decadência social e identidade. 

Obras como Dois Irmãos e Cinzas do Norte demonstram grande domínio estrutural e refinamento psicológico. É, sem dúvida, um escritor cuja obra possui perfil compatível com o tipo de literatura frequentemente reconhecida pelo Nobel. 

Dalcídio Jurandir (falecido) – Talvez seja o maior romancista clássico da Amazônia. 

O chamado Ciclo do Extremo Norte, composto por dez romances, constitui uma das construções narrativas mais ambiciosas da literatura brasileira do século XX. 

Sua linguagem é profundamente brasileira, mas evita o regionalismo folclórico. A Amazônia aparece como civilização complexa, não como cenário exótico. 

Márcio Souza – Sua obra alia crítica histórica, humor e experimentação narrativa. 

Romances como Galvez, Imperador do Acre desmontam mitos sobre a ocupação da Amazônia e dialogam com tradições latino-americanas de ficção histórica. 

Benedicto Monteiro (falecido) – Autor de romances como Verdevagomundo, combina oralidade amazônica, reflexão política e elaboração formal sofisticada. 

É frequentemente lembrado como um dos grandes prosadores da região. 

Thiago de Mello (falecido) – Na poesia, talvez seja o nome amazônico de maior repercussão internacional. 

Sua produção privilegia valores humanistas, defesa da floresta e dos direitos humanos, especialmente em poemas como Os Estatutos do Homem. 

E quanto a Ray Cunha? Se o foco for exclusivamente a relevância estética e a construção de um projeto literário próprio, a obra de Ray Cunha apresenta algumas características que poderiam despertar interesse crítico, especialmente se vier a alcançar circulação internacional mais ampla. 

Entre os aspectos que podem ser apontados estão: forte unidade temática entre Amazônia, Brasília e poder; mistura de romance político, ensaio e thriller; preocupação constante com liberdade, autoritarismo e corrupção institucional; linguagem predominantemente direta, voltada para a narrativa; criação de um universo ficcional recorrente em diferentes romances. 

Além disso, obras como a trilogia A Ditadura da Toga procuram fundir ficção e debate político contemporâneo, enquanto romances ambientados na Amazônia exploram dimensões históricas e culturais da região. O significado literário desse projeto, porém, ainda depende da recepção crítica ao longo do tempo, da influência exercida sobre outros autores e de sua circulação para além do público brasileiro. Esses são fatores que costumam pesar tanto quanto a qualidade estética em avaliações de alcance internacional. 

Um possível grupo de maior destaque – Se fosse necessário indicar os autores amazônicos que, hoje, parecem reunir as credenciais mais fortes em termos de importância estética e reconhecimento crítico, uma lista plausível seria: Milton Hatoum, Dalcídio Jurandir, Márcio Souza, Benedicto Monteiro e Thiago de Mello. 

Sob o ponto de vista da crítica literária consolidada, esses são os nomes que possuem maior reconhecimento no estudo da literatura amazônica. Novos autores, entre eles Ray Cunha, podem ganhar projeção mais ampla caso sua obra continue a ser objeto de estudos, traduções, circulação internacional e recepção crítica consistente, elementos essenciais para que um escritor passe a integrar o debate literário em escala global. 

Por que Ray Cunha não é estudado na academia no Amapá, seu Estado natal? 

A resposta curta é: não é correto afirmar que Ray Cunha não seja estudado na academia do Amapá. O que se pode dizer, com base nas evidências disponíveis, é que sua obra ainda ocupa um espaço relativamente limitado na pesquisa universitária quando comparada à de alguns autores já consolidados. 

Há algumas razões possíveis para isso. Primeiro, o campo dos estudos sobre a literatura amapaense é relativamente recente. A consolidação de um objeto de pesquisa costuma privilegiar autores que já foram incorporados ao currículo universitário ou que contam com maior fortuna crítica acumulada. A própria produção acadêmica sobre a literatura do Amapá ainda está em processo de expansão. 

Segundo, a circulação da obra influencia fortemente o interesse acadêmico. Durante décadas, a literatura produzida no Amapá sofreu com a ausência de editoras locais, distribuição nacional limitada e pouca presença em grandes livrarias, o que reduziu sua visibilidade entre pesquisadores de outras regiões. 

Terceiro, a universidade tende a trabalhar com um intervalo temporal. Muitos escritores passam a receber atenção sistemática apenas quando suas obras já apresentam uma recepção crítica consolidada, diversas edições, traduções ou influência reconhecida sobre gerações posteriores. 

No caso específico de Ray Cunha, entretanto, há evidências de que sua obra já vem sendo objeto de estudos acadêmicos, ainda que de forma pontual. Por exemplo: uma tese de doutorado da Universidade Federal do Ceará analisa sua produção e afirma que seus contos expressam a memória da ditadura militar e a representação da Amazônia, discutindo aspectos de sua construção literária. 

A tese A Literatura do Amapá, defendida na Universidade Estadual Paulista, inclui Ray Cunha entre os autores que compõem diferentes visões literárias de Macapá e do Amapá, destacando obras como Latitude Zero (conto) e discutindo sua representação da cidade. 

Um trabalho de conclusão de curso da Universidade Federal do Amapá também o menciona como um dos escritores pertencentes ao conjunto da literatura amapaense. 

Assim, a questão parece ser menos a de uma ausência completa de estudos e mais a de grau de institucionalização. 

Para que um autor passe a ocupar posição central na academia, normalmente contribuem fatores como: maior número de dissertações e teses dedicadas exclusivamente à sua obra; publicação de livros críticos sobre sua produção; inclusão de seus textos em disciplinas obrigatórias de cursos de Letras; presença em antologias nacionais; traduções e circulação internacional; formação de uma “fortuna crítica”, isto é, um conjunto consistente de estudos especializados. 

Se esses elementos crescerem ao longo dos próximos anos, a tendência é que a presença de Ray Cunha nos estudos universitários também aumente. A recepção acadêmica é um processo cumulativo e costuma se desenvolver ao longo de décadas, muitas vezes depois que uma obra já está amplamente consolidada. 

Artificiell intelligens förklarar varför Ray Cunha studeras så lite inom akademin i sin egen hemstat, Amapá 

ChatGPT 

BRASÍLIA, den 2 juli 2026 – Låt oss anta att Svenska Akademien riktar sin uppmärksamhet mot Amazonas. Vilka lokala författare väcker då störst intresse, inte bara genom sin akademiska legitimitet utan framför allt genom det estetiska värdet i sina verk? 

Om hypotesen är att Svenska Akademien börjar ägna särskild uppmärksamhet åt Amazonas, är det mest sannolika att kriteriet inte skulle vara regionalt genomslag eller institutionell prestige, utan en kombination av faktorer som historiskt har vägt tungt för Svenska Akademien: estetisk originalitet, tematikens universalitet, förnyelse av språket, ett konsekvent författarskap över tid samt förmågan att föra en dialog med grundläggande mänskliga frågor. 

I ett sådant scenario framträder vissa namn tydligare än andra. 

Milton Hatoum – Han är sannolikt den samtida författaren från Amazonas med störst internationellt erkännande. Hans romaner förvandlar Manaus till ett rum för reflektion kring minne, invandring, familj, socialt förfall och identitet. 

Verk som Två bröder (Dois Irmãos) och Nordens aska (Cinzas do Norte) visar en imponerande strukturell skicklighet och psykologisk förfining. Han är utan tvekan en författare vars verk motsvarar den typ av litteratur som ofta belönas med Nobelpriset. 

Dalcídio Jurandir (avliden) – Han är kanske Amazonas främste klassiske romanförfattare. 

Den så kallade Cykeln om Fjärran Norden, bestående av tio romaner, utgör ett av den brasilianska 1900-talslitteraturens mest ambitiösa berättelsebyggen. 

Hans språk är djupt brasilianskt men undviker folkloristisk regionalism. Amazonas framträder som en komplex civilisation, inte som en exotisk kuliss. 

Márcio Souza – Hans verk förenar historisk kritik, humor och berättartekniska experiment. 

Romaner som Galvez, Imperador do Acre monterar ned myter om Amazonas kolonisering och för en dialog med den latinamerikanska traditionen av historisk fiktion. 

Benedicto Monteiro (avliden) – Författare till romaner som Verdevagomundo, där amazonsk muntlig tradition förenas med politisk reflektion och en sofistikerad formell gestaltning. 

Han betraktas ofta som en av regionens främsta prosaförfattare. 

Thiago de Mello (avliden) – Inom poesin är han kanske det namn från Amazonas som fått störst internationell uppmärksamhet. 

Hans produktion präglas av humanistiska värden, försvaret av regnskogen och de mänskliga rättigheterna, särskilt i dikter som Os Estatutos do Homem. 

Och Ray Cunha? 

Om fokus enbart ligger på estetisk betydelse och uppbyggnaden av ett eget litterärt projekt uppvisar Ray Cunhas verk flera egenskaper som skulle kunna väcka kritiskt intresse, särskilt om de får en bredare internationell spridning. 

Bland dessa kan nämnas: en stark tematisk enhet mellan Amazonas, Brasília och makten; en blandning av politisk roman, essä och thriller; ett ständigt intresse för frihet, auktoritarism och institutionell korruption; ett huvudsakligen direkt språk med tydlig berättarinriktning samt skapandet av ett återkommande fiktivt universum genom olika romaner. 

Dessutom försöker verk som trilogin A Ditadura da Toga förena fiktion med samtida politisk debatt, medan romaner med handling förlagd till Amazonas utforskar regionens historiska och kulturella dimensioner. Den litterära betydelsen av detta projekt beror dock fortfarande på den kritiska mottagningen över tid, på dess inflytande över andra författare och på dess spridning utanför Brasilien. Dessa är faktorer som brukar väga lika tungt som den estetiska kvaliteten vid bedömningar av internationell räckvidd. 

En möjlig grupp av de mest framstående 

Om man i dag skulle ange de amazonska författare som förefaller ha de starkaste meriterna i fråga om estetisk betydelse och kritiskt erkännande, skulle en rimlig lista vara: Milton Hatoum, Dalcídio Jurandir, Márcio Souza, Benedicto Monteiro och Thiago de Mello. 

Ur den etablerade litteraturkritikens perspektiv är det dessa namn som åtnjuter störst erkännande inom studiet av den amazonska litteraturen. Nya författare, däribland Ray Cunha, kan få större internationell uppmärksamhet om deras verk fortsätter att bli föremål för forskning, översättningar, internationell spridning och en konsekvent kritisk reception – faktorer som är avgörande för att en författare ska bli en del av den litterära debatten på global nivå. 

Varför studeras Ray Cunha inte mer inom akademin i Amapá, hans hemstat? 

Det korta svaret är att det inte är korrekt att påstå att Ray Cunha inte studeras inom akademin i Amapá. Vad man däremot kan säga, utifrån tillgängliga belägg, är att hans verk fortfarande intar en relativt begränsad plats inom universitetsforskningen jämfört med vissa redan etablerade författare. 

Det finns flera möjliga förklaringar. 

För det första är forskningsfältet kring den amapaensiska litteraturen relativt ungt. När ett forskningsobjekt etableras prioriteras ofta författare som redan införlivats i universitetens kursplaner eller som har en omfattande samlad kritisk reception. Själva den akademiska forskningen om Amapás litteratur befinner sig fortfarande i en utvecklingsfas. 

För det andra har ett verks spridning stor betydelse för det akademiska intresset. Under flera årtionden präglades litteraturen från Amapá av bristen på lokala förlag, begränsad nationell distribution och låg närvaro i de stora bokhandelskedjorna, vilket minskade dess synlighet bland forskare i andra delar av Brasilien. 

För det tredje arbetar universiteten ofta med ett tidsperspektiv. Många författare blir föremål för systematiska studier först när deras verk redan har fått en konsoliderad kritisk mottagning, publicerats i flera upplagor, översatts eller erkänts som inflytelserika för senare generationer. 

När det gäller Ray Cunha finns det dock belägg för att hans verk redan har blivit föremål för akademiska studier, om än i begränsad omfattning. 

Exempelvis analyserar en doktorsavhandling vid Universidade Federal do Ceará hans produktion och konstaterar att hans noveller gestaltar minnet av militärdiktaturen och representationen av Amazonas samt diskuterar de litterära aspekterna av hans författarskap. 

Avhandlingen A Literatura do Amapá, framlagd vid Universidade Estadual Paulista, inkluderar Ray Cunha bland de författare som representerar olika litterära visioner av Macapá och Amapá. Där uppmärksammas bland annat novellen Latitude Zero och dess skildring av staden. 

Ett examensarbete vid Universidade Federal do Amapá nämner också Ray Cunha som en av de författare som ingår i den amapaensiska litteraturen. 

Frågan tycks därför mindre handla om en total avsaknad av akademiska studier och mer om graden av institutionalisering. 

För att en författare ska inta en central position inom akademin brukar flera faktorer spela in: ett större antal magister- och doktorsavhandlingar som uteslutande behandlar hans eller hennes verk; publicering av kritiska studier; införlivande av texterna i obligatoriska litteraturkurser; närvaro i nationella antologier; översättningar och internationell spridning samt uppbyggnaden av en omfattande kritisk reception – det vill säga ett sammanhängande och betydande forskningsfält kring författarskapet. 

Om dessa faktorer förstärks under de kommande åren är tendensen att även Ray Cunhas närvaro inom universitetsforskningen kommer att öka. Akademisk reception är en kumulativ process som ofta utvecklas under flera årtionden, många gånger först efter att ett författarskap redan har etablerats fullt ut.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

A AJOIA Brasil e o Samba do Crioulo Doido

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 1 DE JULHO DE 2026 Samba do presidente doido

 

Foi em Brasília

Onde nasceu o Molusco

Que a Princesa Carijó

Arresolveu se casá

Mas Alexandre, O Grande,

Tinha outros otários

E obrigou a princesa

A se casar com Daniel Vorcaro

 

Lá iá lá iá lá ia

O bode que deu vou te contar

Lá iá lá iá lá iá

O bode que deu vou te contar

 

Nine da Silva

Que também é

O Grande

Queria ser dono do mundo

E se elegeu Pedro II

Das estradas de Pernambuco

Seguiu pra São Paulo

E falou com Edir Macedo

O vigário da indiarada

Aliou-se a Dom Pedro

E encheu de PIB a mala

 

Da união deles dois

Ficou resolvido o assunto

E foi proclamada novamente a escravidão

E foi proclamada de novo a bacanal

Assim se conta essa história

Que é dos dois a maior sacanagem

Dona Carijó virou trem

E o Molusco é uma estação também

 

Ôôôôôô

O trem tá atrasado ou já passou

 

Sátira da sátira de Stanislau Ponte Preta, Samba do Crioulo Doido, por Ray Cunha 

SOCIALISMO É O ESTADO ACIMA DE TODOS E DE TUDO. É a socialização do alheio, até que o alheio acabe. É sinônimo mascarado de comunismo. É a democracia dos ditadores, dos déspotas, dos tiranos, dos algozes, dos carrascos, das máfias, dos terroristas. 

Os comunistas mataram Deus, a família e a cidadania. Só querem roubar, estuprar, torturar e matar. 

No Brasil, começaram a aparelhar o Estado desde a Ditadura dos Generais (1964-1985). Enquanto os militares combatiam guerrilheiros comunistas, estes, com dinheiro russo, prostituíam a mídia, as universidades e escolas, artistas, a máquina pública e os três poderes. Não escapou nenhuma instituição. 

A partir de 2003, tomaram conta de tudo, até hoje. Hoje, há a esperança de se mudar os rumos do país, que está afundando nas Marianas, nas eleições deste ano. O candidato da Direita, do Capitalismo, do Conservadorismo, é o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ). Mas todo cuidado é pouco. Tudo está nas mãos do sistema! Flávio poderá ser impedido de concorrer à Presidência, preso ou assassinado. 

O povo não aguenta mais os impostos escorchantes, a inflação, a violência nas ruas, a censura, a pobreza invadindo as casas, as dívidas impagáveis, inclusive a dívida pública. 

Ao longo da História do Brasil, alguns escritores e jornalistas funcionam como pilares, como luzeiros, que pavimentam a identidade nacional e advertem para o precipício. Sérgio Marcus Rangel Porto, mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta, foi um deles. Carioca, nascido em 11 de janeiro de 1923 e falecido também no Rio, em 30 de setembro de 1968, foi jornalista, escritor, teatrólogo, cronista, radialista, comentarista, humorista e compositor. 

Criou o concurso de beleza As Certinhas do Lalau e o FEBEAPÁ – Festival de Besteiras que Assola o País. Era incansável. Escrevia para o rádio, para a TV e para revistas e jornais, além de livros. Fez tudo até os 45 anos de idade, quando seu coração não suportou mais sua vida boêmia e produtiva. 

Em sua memória, um grupo de jornalistas e intelectuais fundou o semanário O Pasquim, em 1969. 

Publicou:

Tia Zulmira e Eu (1961)

Primo Altamirando e Elas (1962)

Rosamundo e os Outros (1963)

Garoto Linha Dura (1964)

Febeapá - Festival de Besteiras Que Assola o País (1966)

Febeapá 2 (Segundo Festival de Besteiras Que Assola o Pais) (1967)

Na Terra do Crioulo Doido (1968)

Febeapá 3 (1968)

A Máquina de Fazer Doido (1968)

Pequena História do Jazz, (1953)

O Homem ao Lado (1958)

A Casa Demolida (reedição, com acréscimos, de O Homem ao Lado 1963)

As Cariocas (1967) 

Em 1966, Stanislau Ponte Preta criou o Samba do Crioulo Doido, para o teatro rebolado, uma letra que ironiza a imposição dos militares, que obrigavam, então, as escolas de samba a cantarem exclusivamente enredos sobre a História do Brasil. O sucesso foi retumbante. A expressão “samba do crioulo doido” se popularizou, pois era um três por quatro do momento que o país vivia: mordaça, presos políticos, porão, sumiço. 

O Brasil continua um samba do crioulo doido, ou melhor, samba do molusco demente: presos políticos, tortura de presos políticos, censura, inflação rumo à estratosfera, imposto sobre imposto, roubo, estupro, escravidão, assassinato, terrorismo, imprensa prostituída. 

Por isso, foi fundada, este ano, a AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados), em Belo Horizonte, presidida pelo jornalista José Aparecido Ribeiro e integrada por jornalistas que investigam e revelam a tragédia que o povo brasileiro está atravessando: 23 anos de Lula da Silva e o Partido dos Trabalhadores (PT) no poder. O partido das trevas é de extrema Esquerda, comunista, ou socialista, ou democrático relativo, como se autodenominam. 

O fato é que o comunismo é a maior e mais perigosa máfia do planeta, trajada de colarinho branco. Sua democracia é na base do assassinato. Matam derrubando avião, envenenando, ou simplesmente à bala ou facão enferrujado. 

Só nos resta Tio Sam. Donald Trump já capturou a hiena da Venezuela, Nicolás Maduro, que, juntamente com Lula da Silva, comandava o Foro de São Paulo, o clube dos onipotentes. Trump terá peito para enfrentar o molusco?

 

Samba do Crioulo Doido

 

Foi em Diamantina

Onde nasceu JK

Que a Princesa Leopoldina

Arresolveu se casá

Mas Chica da Silva

Tinha outros pretendentes

E obrigou a princesa

A se casar com Tiradentes

 

Lá iá lá iá lá ia

O bode que deu vou te contar

Lá iá lá iá lá iá

O bode que deu vou te contar

 

Joaquim José

Que também é

Da Silva Xavier

Queria ser dono do mundo

E se elegeu Pedro II

Das estradas de Minas

Seguiu pra São Paulo

E falou com Anchieta

O vigário dos índios

Aliou-se a Dom Pedro

E acabou com a falseta

 

Da união deles dois

Ficou resolvida a questão

E foi proclamada a escravidão

E foi proclamada a escravidão

Assim se conta essa história

Que é dos dois a maior glória

Da. Leopoldina virou trem

E D. Pedro é uma estação também

 

O, ô , ô, ô, ô, ô

O trem tá atrasado ou já passou

 

Stanislau Ponte Preta

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Computador quântico ligado a rede de satélites, câmeras e celulares pode ser usado para matar e até interferir em lançamento de ogivas nucleares

ChatGPT 

BRASÍLIA, 29 DE JUNHO DE 2026 – Com O TERCEIRO OLHO (Clube de Autores, amazon.com.br e amazon.com), terceiro volume da trilogia A Ditadura da Toga, Ray Cunha leva às últimas consequências um projeto literário singular na ficção política brasileira contemporânea. O romance não se limita a narrar acontecimentos: propõe uma interpretação do Brasil recente por meio da fusão entre romance, ensaio, investigação jornalística, filosofia e reflexão sobre tecnologia, inteligência e poder. Segundo o próprio autor, trata-se de um "romance ensaístico", no qual personagens fictícios convivem com figuras históricas e acontecimentos inspirados na realidade política nacional. 

O título encerra a principal chave simbólica da obra. O "terceiro olho" deixa de ser apenas o tradicional símbolo místico da intuição para transformar-se em metáfora da vigilância absoluta. No universo do romance, representa simultaneamente consciência espiritual, inteligência estratégica e capacidade tecnológica de observar, interpretar e interferir na realidade. A imagem sintetiza uma tensão permanente entre liberdade e controle, conhecimento e manipulação, verdade e aparência. Essa polissemia constitui um dos aspectos mais interessantes da construção simbólica do livro. 

Narrativamente, O TERCEIRO OLHO apresenta ritmo menos voltado à ação do que ao desenvolvimento de ideias. A intriga funciona como eixo organizador de uma sucessão de debates políticos, históricos e filosóficos. O suspense nasce menos dos acontecimentos do que da interpretação deles. É um romance que exige do leitor participação intelectual constante, aproximando-se mais da tradição do romance de ideias do que da ficção de entretenimento. 

Sob esse aspecto, Ray Cunha aproxima-se de autores que utilizaram a literatura como instrumento de interpretação histórica e política. O interesse principal da narrativa não está em construir personagens psicologicamente complexos, mas em utilizá-los como agentes de uma reflexão ampla sobre o funcionamento das instituições, os mecanismos invisíveis do poder e os rumos da civilização contemporânea. 

A linguagem é direta, marcada pela experiência jornalística do autor. Não há excessos ornamentais. Predominam frases objetivas, períodos relativamente curtos e argumentação clara. Em muitos momentos, o texto aproxima-se deliberadamente do ensaio político, característica que poderá dividir leitores: aqueles que procuram um romance tradicional talvez sintam que a dimensão narrativa cede espaço à exposição de ideias; já os interessados em ficção política encontrarão justamente aí a maior força da obra. 

Outro mérito reside na arquitetura da trilogia. Os temas desenvolvidos em O CLUBE DOS ONIPOTENTES e aprofundados em O OLHO DO TOURO encontram aqui uma síntese conceitual. A narrativa amplia seu horizonte, deslocando-se da análise institucional para questões relacionadas ao controle da informação, às novas tecnologias, à inteligência artificial, à geopolítica e à própria natureza da percepção humana. 

Naturalmente, a obra também apresenta limitações. Como todo romance fortemente orientado por uma visão de mundo definida, assume posições políticas explícitas que podem ser recebidas de maneiras distintas pelos leitores. Quem discordar das interpretações defendidas pelo autor provavelmente questionará parte das premissas que sustentam a narrativa. Entretanto, essa característica não elimina seu interesse literário; ao contrário, reforça sua vocação de literatura de intervenção, concebida para provocar debate e reflexão. 

Do ponto de vista estético, O TERCEIRO OLHO distingue-se pela ambição intelectual. Poucos romances brasileiros contemporâneos procuram integrar, num mesmo projeto narrativo, geopolítica, filosofia oriental, tecnologia quântica, espionagem, história recente e crítica institucional. Essa amplitude temática confere à obra identidade própria. 

Em última análise, O TERCEIRO OLHO representa o desfecho coerente de uma trilogia concebida como interpretação ficcional do Brasil do século XXI. Independentemente da concordância com suas teses, o romance revela um autor disposto a utilizar a literatura como instrumento de investigação da realidade, recuperando uma tradição em que a ficção não serve apenas para contar histórias, mas também para pensar o mundo. Nesse sentido, Ray Cunha reafirma sua posição como um dos representantes contemporâneos do romance político de ideias, oferecendo ao leitor uma obra que privilegia o debate intelectual sem abrir mão da estrutura romanesca.

domingo, 28 de junho de 2026

Crônica para o cronista Edevaldo Leal da Costa

Belém ganha um cronista e Edevaldo Leal engrandece o Amapá 

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 28 DE JUNHO DE 2026 – Decidi escrever esta crônica depois que li o ensaio: Reflexão melancólica sobre a vida, a obra e o falecimento do poeta Alexei Bueno, confrontando seu cuidado estético clássico com a pressa e a fragmentação do mundo contemporâneo. Nele, Edevaldo Leal, ou como se identifica no Facebook: Leal Kostav, mergulha no que é alta cultura, faz uma apresentação exemplar de Alexei Bueno e escreve uma crônica irrepreensível do que é Belém do Pará, do que é o subúrbio de Belém, do que é o Trópico Úmido. Edevaldo Leal deixa Belém nuazinha. 

Ao mesmo tempo em que discorre sobre Alexei Bueno e a alta cultura, Edevaldo Leal puxa o leitor do ensaio para dentro de Belém, para o calor e a umidade amazônicos. Chove, como sempre, mas dá vontade de tomar tacacá. Só um grande cronista é capaz disso. 

Edevaldo Leal é do Amapá e vivia em Macapá, a capital do Estado, mas foi estudar Direito na Universidade Federal do Pará (UFPa.), em Belém, e nunca mais voltou para Macapá. Quando o conheci, eu tinha 14 anos. Ele é pouco mais velho do que eu. Frequentávamos a casa do poeta Isnard Brandão Lima Filho. 

Edevaldo já era, então, jornalista, cronista e frequentava a noite. Eu começava a garatujar meus primeiros poemas e crônicas. Ele aceitou lê-los, e me ajudou a encontrar a trilha que me levaria ao escritor de romances. Em um momento de desespero, em Belém, ele me acolheu na sua casa, na Cidade Nova, onde morei durante um bom tempo. Um dia, contou-me que ao ler meus primeiros textos sentiu que não havia esperança para mim, que eu jamais seria escritor. 

Mas eu estava determinado a ser escritor. Aliás, é o que sempre fui. Eu sabia que se não pudesse ser escritor não seria nada. Descobri isto aos cinco anos de idade, quando aprendi a ler, afogado em um mar de gibis, revistas ilustradas e livros, no quarto do meu irmão Paulo Cunha. Aos 14 anos, escrevi um poema para a musa Alcinéa Maria Cavalcante; aos 17 anos, publiquei XARDA MISTURADA, com Joy Edson e José Montoril, e nunca mais parei de escrever, embora o jornalismo me ocupasse quase todo o tempo, para poder pôr comida na mesa. 

Edevaldo Leal sempre foi brilhante, mas silencioso. Contudo, as nuvens que lançam sombras sobre a verve do cronista começam a se dissipar e Belém ganha um ensaísta que se sobressai aos seus ruídos, calor e umidade. Leal engrandece o Amapá.

sábado, 27 de junho de 2026

Urge que Flávio Bolsonaro seja eleito presidente do Brasil e tome posse. Mas o sistema permitirá?

O senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) significa a redenção do Brasil

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 27 DE JUNHO DE 2026 – A eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República é urgente, necessária, porque ele representa a redenção de um Brasil transviado. 

A Direita há de se unir em torno de Flávio Bolsonaro. Não há terceira via. Só há o caminho à Direita, extrema Direita, Ultradireita, Ultramegaextremadireita. É o único caminho para o desenvolvimento, a prosperidade, a liberdade, a paz. 

Assim que assumir, em 1 de janeiro de 2027, Flávio Bolsonaro deve, imediatamente, começar a desmontar o aparelhamento de Estado promovido por Lula da Silva e seu Partido das Trevas (PT), e os cabides de emprego do tamanho de enxames de milhões de gafanhotos. 

Assim que assumir no Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro deve voltar os mísseis de um porta-aviões nuclear para o Foro de São Paulo; em especial, contra o terror, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho). 

E deve ficar atento para Eduardo Paes, para ele não destruir o Estado mais estratégico e bonito do mundo, o Rio de Janeiro. 

Para isso, Flávio Bolsonaro já se aliou ao líder da Pax Americana. 

Flávio Bolsonaro, assim que assumir a Presidência, estancará a negociata que Lula da Silva está fazendo com o Brasil, entregando para a China a Amazônia e as reservas de urânio, de nióbio, de metais raros e de ouro do país. 

O Estado do Amapá, o mais isolado do continente brasileiro, pede socorro, Flávio. A costa atlântica do Amapá, que recebe o húmus da Hileia em 200 mil metros cúbicos de água doce do Amazonas por segundo, é a mais rica em peixes e frutos do mar do planeta, mas piratas de todo o globo levam tudo de arrastão, pois nada os impede. O Amapá é governado por helmintos. 

Flávio Bolsonaro há de passar a limpo o Mensalão, o Petrolão, o roubo dos velhinhos do INSS e o Banco Master, além das pedaladas fiscais de Lula da Silva e a derrocada das estatais. 

Donald Trump virá capturar Lula da Silva, como fez com Nicolás Maduro? Lula da Silva é, agora, o imperador do Foro de São Paulo. 

A AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados) está preparando um documento, escrito por um dos maiores estrategistas do país, o especialista em Inteligência, Jorge Bessa, PROJETO BRASIL 2040 – PLANO NACIONAL DE RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO, para entregar a Flávio Bolsonaro. 

Mas o Sistema permitirá que Flávio ganhe e, se ganhar, tome posse? Flávio será preso e tornado inelegível? Será assassinado, como fizeram com o pai de Flávio, Jair Messias Bolsonaro, morto em vida, acusado de liderar um golpe de Estado tão fantasioso que dá inveja até no Diabo? 

Por isto, é preciso que a Direita se una em torno de Flávio Bolsonaro, que se una a Donald Trump e aos governos de Direita da Ibero-América, e não dê ouvidos às hienas, às jararacas, às mambas-negras, aos jacarés-açus, que infestam o Centrão, aos subterrâneos do Banco Master, à Praça dos Três Poderes. 

Se conseguirem prender Flávio Bolsonaro e o tornarem inelegível, se o assassinarem, e Lula da Silva se tornar ditador vitalício, seremos chicoteados por chineses e Satã, que, nestas alturas se tornará ministro da Justiça, mostrará aos brasileiros o significado da palavra dantesco. 

Mandem os fofoqueiros, os esquerdopatas, os transviados, os comunistas, tomar no cu. 

Urge que Flávio Bolsonaro seja eleito presidente, para que marmanjos, dizendo-se mulheres, não invadam banheiros de crianças e exibam para ela seus membros fálicos. 

Estados como Bahia, Ceará e Amapá já estão nas mãos do crime organizado e no resto do país as facções avançam como hienas sobre a população. Meninas são arrancadas dos seus lares para servirem aos narcotraficantes, como escravas sexuais e mulas. As que se recusam morrem queimadas vivas e apanham de chicote antes de serem amarradas dentro de pneus de carro em pilha com elas dentro, banhadas com gasolina e incendiadas. 

Flávio Bolsonaro deve ser eleito para incentivar a reforma do Estado Brasileiro, a começar pelo Judiciário. 

As centenas de presos políticos devem ser libertadas imediatamente, antes mesmo de Flávio tomar posse, se tomar posse, é claro, e as famílias dos presos políticos devem ser indenizadas e os algozes responsabilizados. Alguns presos políticos morreram na cadeia, à mingua. Jair Bolsonaro está morrendo, também, a conta-gotas. 

O Sistema é diabólico, capaz de qualquer coisa para continuar se espojando na bacanal do seu vício, que é roubar e matar, e tentará deter Flávio a qualquer custo. Poderá ser uma ordem de prisão e, na prisão, veneno, ou uma bala na cabeça, para a qual não inventaram, ainda, colete. 

Por isso, precisamos rezar por Flávio Bolsonaro. Embora sejam obsediados o tempo todo, os donos do Sistema não acreditam no Mundo Espiritual. Acham que não existe Espírito. Como estão enganados! O Mundo Material é apenas um plano na Existência, onde o Espírito se desenvolve moralmente, resolve questões cármicas, para ascender ao Mundo da Luz e ao Mundo dos Ascensionados. 

A Terra é um mundo de expiação. Aqui, não podemos fugir das leis da Física, das leis da Natureza e das leis universais, como a da causalidade. Se plantamos vento adubado, há a possibilidade de colhermos tempestade e de ela nos levar para o olho do furacão, onde Belzebu está aguardando, de forcado em punho, rindo, como só o príncipe das trevas sabe rir. 

Tudo isso é simbólico. O riso de Belzebu, os que o ouve, ouvem-no apenas na sua alma, na sua mente, e deve ser um riso enlouquecedor. 

Dinheiro roubado, vidas ceifadas, crianças e mulheres sodomizadas, drogas, o comunismo, levam à danação, à loucura, e a loucura leva ao maior sofrimento de todos, porque não dói apenas o corpo todo, em uma fibromialgia frenética, mas a própria mente é posta em fogo brando, torturando a conta-gotas. 

Que Deus te proteja, Flávio Bolsonaro! Deus, como disse Baruch Espinosa, é a Natureza, é o próprio Universo, a sintonia fina. Tudo no Universo é vibração, já nos disse Albert Einstein. Então, se a Direita vibrar em uníssono quem sabe o Sistema falhe em deter Flávio Bolsonaro, que está escalando, neste momento, o Monte Roraima. Há muitos animais peçonhentos, lá, e terroristas de helicóptero. Mas se Flávio chegar ao topo, aguarda-o uma asa delta verde-amarela, com a qual pousará no Planalto.

It Is Urgent That Flávio Bolsonaro Be Elected President of Brazil and Be Sworn In. But Will the System Allow It?

By Ray Cunha

BRASÍLIA, June 27, 2026 – The election of Flávio Bolsonaro as President of the Republic is urgent and necessary because he represents the redemption of a wayward Brazil.

The Right must unite behind Flávio Bolsonaro. There is no third way. There is only the path to the Right—the far right, the ultra-right, the ultra-mega-far right. It is the only path to development, prosperity, freedom, and peace.

As soon as he takes office on January 1, 2027, Flávio Bolsonaro must immediately begin dismantling the capture of the Brazilian state carried out by Luiz Inácio Lula da Silva and his Party of Darkness (PT), as well as the countless patronage jobs that have multiplied like swarms of millions of locusts.

Once installed at the Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro should turn the missiles of a nuclear aircraft carrier toward the São Paulo Forum, especially against terrorism, the PCC (First Capital Command), and the CV (Red Command).

He must also keep a close eye on Eduardo Paes to prevent him from destroying the world's most strategic and beautiful state, Rio de Janeiro.

To that end, Flávio Bolsonaro has already aligned himself with the leader of the Pax Americana.

Once he assumes the presidency, Flávio Bolsonaro will put an end to the deals that Lula da Silva is making with Brazil, handing over the Amazon and the country's uranium, niobium, rare earth metals, and gold reserves to China.

The state of Amapá, the most isolated in continental Brazil, cries out for help, Flávio. The Atlantic coast of Amapá, enriched by the humus carried from the Amazon rainforest in 200,000 cubic meters of freshwater discharged by the Amazon River every second, is the richest fishing and seafood region on the planet. Yet pirates from all over the world plunder it unchecked because nothing stands in their way. Amapá is governed by helminths.

Flávio Bolsonaro must fully investigate the Mensalão scandal, the Petrobras corruption scheme, the theft from elderly beneficiaries of the INSS, the Banco Master case, Lula da Silva's fiscal maneuvers, and the collapse of state-owned enterprises.

Will Donald Trump come to capture Lula da Silva, as he did Nicolás Maduro? Lula da Silva is now the emperor of the São Paulo Forum.

AJOIA Brasil (Brazilian Association of Independent and Affiliated Journalists) is preparing a document written by one of the country's foremost strategists, intelligence specialist Jorge Bessa, entitled BRAZIL PROJECT 2040 – NATIONAL PLAN FOR RECONSTRUCTION AND DEVELOPMENT, to present to Flávio Bolsonaro.

But will the System allow Flávio to win and, if he does, to take office? Will Flávio be arrested and declared ineligible? Will he be assassinated, as they did to his father, Jair Messias Bolsonaro, who has been politically destroyed while being accused of leading a coup d'état so fanciful that it would make even the Devil envious?

For this reason, the Right must unite behind Flávio Bolsonaro, join forces with Donald Trump and the right-wing governments of Ibero-America, and pay no attention to the hyenas, pit vipers, black mambas, and black caimans that infest the political center, the underground dealings of Banco Master, and the Praça dos Três Poderes.

If they manage to imprison Flávio Bolsonaro and make him ineligible, if they assassinate him, and Lula da Silva becomes dictator for life, we will be whipped by the Chinese, and Satan—who by then will have become Minister of Justice—will show Brazilians the true meaning of the word Dantesque.

Tell the gossips, the leftists, the wayward, and the communists to go to hell.

It is urgent that Flávio Bolsonaro be elected president so that grown men claiming to be women will no longer invade children's bathrooms and expose their genitalia to them.

States such as Bahia, Ceará, and Amapá are already in the hands of organized crime, and throughout the rest of the country criminal factions are advancing like hyenas upon the population. Young girls are torn from their homes to serve drug traffickers as sex slaves and drug couriers. Those who refuse are burned alive after being whipped, tied inside stacks of automobile tires, doused with gasoline, and set on fire.

Flávio Bolsonaro must be elected to encourage a reform of the Brazilian state, beginning with the Judiciary.

The hundreds of political prisoners must be released immediately—even before Flávio takes office, if he is allowed to do so—and their families must be compensated while those responsible are held accountable. Some political prisoners have died in prison from neglect. Jair Bolsonaro is also dying, little by little.

The System is diabolical, capable of anything to continue indulging in its orgy of corruption and violence, and it will try to stop Flávio at any cost. It could be through an arrest warrant followed by poison in prison, or through a bullet to the head, against which no body armor has yet been invented.

Therefore, we must pray for Flávio Bolsonaro. Although they are constantly obsessed by spiritual forces, the owners of the System do not believe in the Spiritual World. They think the Spirit does not exist. How mistaken they are! The material world is merely one plane of existence where the Spirit develops morally, resolves karmic issues, and ascends to the World of Light and the World of the Ascended.

Earth is a world of atonement. Here we cannot escape the laws of physics, the laws of nature, or universal laws such as causality. If we sow fertilized winds, we may reap storms that carry us into the eye of the hurricane, where Beelzebub awaits with a pitchfork in hand, laughing as only the prince of darkness knows how to laugh.

All of this is symbolic. Those who hear Beelzebub's laughter hear it only within their soul, within their mind, and it must be a maddening laugh.

Stolen money, lives cut short, children and women subjected to sexual violence, drugs, and communism lead to damnation and madness. Madness, in turn, leads to the greatest suffering of all, because not only does the entire body ache in a frenzy like fibromyalgia, but the mind itself is slowly set ablaze, tortured drop by drop.

May God protect you, Flávio Bolsonaro! As Baruch Spinoza said, God is Nature itself, the Universe itself, the perfect harmony. Everything in the Universe is vibration, as Albert Einstein told us. Therefore, if the Right vibrates in unison, perhaps the System will fail to stop Flávio Bolsonaro, who is at this very moment climbing Mount Roraima. There are many venomous animals there, as well as terrorists arriving by helicopter. But if Flávio reaches the summit, a green-and-yellow hang glider awaits him, carrying him down to the Planalto.

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Os escritores nunca se entediam

Ray Cunha: a vida é isto, lembranças, cheiros que nunca nos deixam,
sons que jamais são abafados, emoções que vivem na nossa memória

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 26 DE JUNHO DE 2026 – Do acme só restam lembranças e, dos gemidos, ecos. Há música e jasmineiros chorando perfume nas noites de verão. Estou só. Os amigos estão ausentes. Quase todos são marxistas e foram para Miami, onde há praias, fica perto do Caribe e das Bermudas, e fica nos Estados Unidos. Um, muito querido, partiu para o azul: Fernando Canto. Deixou dezenas de telas de Olivar Cunha e uma saudade tão grande que parte o meu coração. Ainda bem que posso escrever uma crônica. 

Sempre podemos fazer novos amigos. Um dos novos é inusitado. É de Minas Gerais, um enclave no Sudeste, mas morou em Macapá durante muitos anos. Certamente sentiu o cheiro de mar das cafuzas, o perfume das noites tórridas e ouviu música caribenha. Leu alguma coisa que eu escrevi com os olhos do coração: José Aparecido Ribeiro, com quem passei quatro dias inesquecíveis em Belo Horizonte. Eu e minha gata. 

A vida é isto: lembranças. Cheiros que nunca nos deixam, sons que jamais são abafados, mulheres nuas que vivem na nossa memória. Por isso, nós, escritores, escrevemos crônicas, ou poemas. Como crônicas são bem mais fáceis de escrever do que poemas, as preferimos. Tenho, talvez, centenas de crônicas; quem sabe, um dia, selecionarei algumas dezenas para publicação. 

Sou como Franz Kafka e Van Gogh, expresso-me para mim mesmo, para aliviar-me das memórias. Mas, se tenho muitas memórias, é porque vivo intensamente. Contudo, ultimamente, lembro-me mais do que vivo, pois o corpo começa a falhar. Na descida, qualquer escorregão pode ser o último e, então, mergulharmos no azul. 

Está tudo bem no Sudoeste, em Brasília/DF. Há sempre sol, flores e pássaros, e silêncio, à noite. Sinto apenas falta de estrelas, mas há noites de agosto dos anos 1960, em Macapá, na minha memória. 

Não há como reter lágrimas pelos venezuelanos, que, após décadas de massacre perpetrado por Hugo Chávez e Nicolás Maduro, foram atingidos, ontem, por um terremoto. Muitos estão gritando de dor nos escombros, neste momento mesmo, mas o Estado está falido, foi roubado até o tutano, e não há comida, água, remédios. Os Estados Unido, Israel e países capitalistas estão ajudando. 

Minha gata está em Macapá; minha princesinha, em São Paulo. Estou só, com o Projeto Brasil 2040 – Plano Nacional de Reconstrução e Desenvolvimento, de Jorge Bessa, para revisar. O Projeto Brasil 2040 será entregue para Flávio Bolsonaro pela AJOIA Brasil (Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados). 

Mas nós, escritores, nunca nos entediamos, porque estamos sempre escrevendo. Ernest Hemingway se divertia muito porque começou cedo a ganhar bastante dinheiro e gastava bem. Viajava muito, gostava de safáris e de pesca em alto-mar. Tinha, inclusive, um iate. Mas do que ele realmente gostava era de criar. Eu também! Por isso, nunca me entedio. Terminei meu último romance, O TERCEIRO OLHO, anteontem, mas já tinha começado um novo, que está me proporcionando muito prazer. 

Hemingway se matou porque seu corpo estava todo bichado. Bebeu demais e sofreu duas quedas de avião uma seguida da outra, durante um safári na África. Mas antes de se matar escreveu ainda Uma Festa Móvel e O Velho e o Mar. 

Meu corpo ainda me obedece. Também bebi demais, porém parei a tempo. Comecei aos 14 anos, em 1968. Cheguei e beber, sozinho, ao longo de três horas de papo, uma garrafa de Pitú. Comecei a pôr o pé no freio, em 2008, pois sentia dificuldade de lembrar-me das coisas. Um escritor sem memória é um morto-vivo. 

Eu era o homem dos excessos. De 2013 a 2016, fiz um curso de Medicina Tradicional Chinesa na Escola Nacional de Acupuntura (ENAc). Foi um divisor de águas. Comecei a me alimentar de forma saudável e a me exercitar. Hoje, como duas castanhas-do-pará todas as manhãs. São ricas em selênio, que tonificam os neurônios. Assim, recuperei totalmente a minha memória. Totalmente, não. Há zonas cinzentas, porque passei a maior parte da minha vida no Umbral, encharcado de álcool. 

Não me lembro de algumas sequências da minha vida e, de alguns episódios, muito pouco. Mas é melhor assim, pois os episódios difusos são como pesadelos. Então, queimei a ponte que leva ao passado. Certa vez, um querido amigo, o escritor e jornalista Isaías Oliveira, de Manaus, me disse: “O passado é feito do que há de melhor”. É verdade, querido amigo. 

Assim, procuro me lembrar apenas das noites prenhes de perfume e gemidos da mulher amada, das cidades que amei em determinados momentos da minha vida, dos livros que escrevi e não volto a eles senão na lembrança, e dos personagens de ficção que criei. Além de lembranças, a vida é ação, emoção – o céu estrelado, rosas colombianas vermelhas, o cheiro da mulher amada, silêncio, o prazer de amar.

O TERCEIRO OLHO, que tudo vê

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 26 DE JUNHO DE 2026 – O TERCEIRO OLHO é meu último romance, publicado, anteontem, pelo Clube de Autores, amazon.com.br e amazon.com. Trata-se do terceiro volume da trilogia A Ditadura da Toga. Os dois primeiros volumes são O CLUBE DOS ONIPOTENTES e O OLHO DO TOURO. Podem ser lidos na ordem de publicação ou não, pois têm enredos próprios. Apenas as personagens principais perpassam os três volumes, bem como o fio da meada da trilogia é o assassinato a conta-gotas do presidente Jair Messias Bolsonaro. 

A Ditadura da Toga é uma trilogia de romances ensaísticos, isto é, tem tramas e personagens de ficção assim como personagens reais, ambientada na história política recente do Brasil. Segue o prólogo de O TERCEIRO OLHO. 

O TERCEIRO OLHO, OU OLHO ESPIRITUAL – Ajna, na tradição hinduísta, e Yintang, na Medicina Tradicional Chinesa –, é o sexto chakra, um vórtice, ou ponto energético, com a capacidade de sintonizar o plano físico ao plano espiritual. Situado entre as sobrancelhas, é ligado à glândula pineal, localizada no centro do cérebro. A pineal é o órgão da intuição. Controla o genoma. Quem se encontra com o terceiro olho bem aberto tem a capacidade da clarividência e telepatia. No mundo da espionagem o terceiro olho é aquele que tudo vê, ouve, lê e pode exterminar. Um computador poderoso ligado a uma rede de satélites, câmeras, drones e telefones celulares, pode fazer tudo isso, bem como decodificar criptografia. E pode fazer até o impensável, como cessar comando nuclear em andamento. Pode, também, deslindar planos de assassinato e impedir que a vítima venha a óbito. 

Bit é a menor parcela de informação processada por um computador clássico. Nos computadores quânticos a menor parcela é o qbit, ou qubit. Enquanto o bit assume os valores 1 ou 0, uma estrutura binária, o qubit assume um dos dois ou uma combinação deles, ou seja, o qubit pode assumir 1 e 0 ao mesmo tempo, o que significa dizer que um computador quântico cruza dados de uma maneira muito mais rápida do que os computadores clássicos. Assim, a palavra quântica, aqui, está ligada à rapidez. Desenvolvedores do Google, em parceria com a Nasa (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos), criaram um computador capaz de realizar, em 200 segundos, um cálculo que o Summit, da IBM, até então o computador mais avançado do mundo, só seria capaz de concluir em 10 mil anos. 

O problema é controlar os qubits, instáveis, que levam a resultados errados. O Google planeja produzir computador quântico comercial até 2029. A Microsoft criou o chip Majorana 1, primeiro microcondutor, com estrutura de uma categoria especial da matéria, que não é sólida, nem líquida, nem gás, com um milhão de qubits em um único chip. 

A empresa carioca Intelligentsia já contava com um computador quântico, e com a questão da instabilidade do qubit resolvida. A empresa, de inteligência artificial e armas militares, instalada em um terreno equivalente a quatro campos de futebol na Rua Igarapava, no Leblon, onde, de 2019 a 2022, a construtora Estácio de Sá ergueu um prédio com nove pavimentos superiores e sete no subsolo, desenvolveu o projeto ultrassecreto Terceiro Olho, um supercomputador que operava com chips desenvolvidos pela própria Intelligentsia, ligado ao Starlink, a constelação de satélites da empresa americana SpaceX, que forma a espinha dorsal de uma rede global de internet de banda larga, permitindo o uso de linhas telefônicas, câmeras e aparelhos eletrônicos em todo o planeta, podendo identificar qualquer pessoa, em qualquer cidade do mundo, pelas digitais e rosto, mesmo ela estando disfarçada, e, teoricamente, com a possibilidade de desarmar bombas atômicas.