sexta-feira, 4 de abril de 2025

Donald Trump reservou para a Esquerda brasileira a Lei Magnitsky, a Interpol e empalamento por mandioca sem cuspir

Este livro me inspirou para escrever O CLUBE DOS ONIPOTENTES
e O OLHO DO TOURO. Um terceiro volume será lançado em 2026

RAY CUNHA 

BRASÍLIA, 4 DE ABRIL DE 2025 – Enquanto os generais ditavam as regras, de 1964 a 1985, os comunistas aparelhavam tudo, silenciosamente: incensavam os artistas, aparelhavam as universidades, as escolas e a imprensa, incentivavam o desarmamento da população, defendiam os direitos humanos dos bandidos, esculhambavam a família, as religiões, as polícias, e idolatravam ditadores. 

Comecei a frequentar rodas de artistas em 1968, em Macapá/AP, então uma cidadezinha ribeirinha afogada na Hileia. Eu tinha 14 anos de idade. Para mim, e muitos dos meus companheiros, era bacana pensar em Fidel Castro como aquele que enfrentou os Estados Unidos, acabou com a corrupção em Cuba e fez da ilha um exemplo nas áreas educacional e médica. 

Na verdade, nós não sabíamos de nada. O fato era que a Internacional Comunista queria dominar o mundo e Fidel Castro era um agente comunista, corrupto, assassino, ladrão do seu próprio povo. Não havia internet e a imprensa era quase toda corrupta ou ignorante. 

Dos meus amigos de adolescência o escritor Fernando Canto foi, talvez, o mais lúcido, e produtivo. Homem de Esquerda, não era, porém, radical. O fato é que não falávamos de política, mas de álcool, poesia, sobre o azul, mulheres, nossa convivência com o poeta Isnard Brandão Lima Filho, com o pintor Olivar Cunha, com o pintor e poeta Manoel Bispo, sobre o Cosmos, sobre a Amazônia, sobre Gabriel García Márquez, jasmineiros chorando perfume, o Caribe, tacacá. 

Muitas das melhores farras da minha vida eu as fiz com Fernando Canto. Éramos como irmãos. Foi graças a ele, meu padrinho, que fui eleito o primeiro sócio-correspondente da Academia Amapaense de Letras (AAL), em 5 de abril de 2024, por unanimidade, conforme comunicado do secretário da AAL, Paulo Tarso Barros, confirmado pelo próprio Fernando Canto, pessoalmente, dois dias depois, no Aeroporto Juscelino Kubitschek, onde o escritor fez escala rumo a São Paulo, acompanhado da sua esposa, a advogada Sônia Mont’alverne Canto. 

Fernando faleceu em 2024. Sem ele, provavelmente eu não seria acadêmico, pois, em Macapá, escritor de Direita é relegado ao fundo do poço. Está tudo tomado pelos comunistas. 

Com a internet, uma grande parcela da população, que antes vivia hipnotizada pela TV Globo, tomou conhecimento de pensadores como Olavo de Carvalho e de líderes da Direita como Jair Messias Bolsonaro. Comecei a trabalhar como jornalista em 1975 e trabalhei em todos os grandes jornais da Amazônia e de Brasília. Até a internet se tornar uma realidade no Brasil, na virada do século, a verdade era o que os jornalões diziam, e pouco de um jornalão inteiro era verdade, especialmente na editoria de política, e simplesmente era impossível desmentir um jornalão. Com o advento da internet a coisa mudou. 

Observando com lupa o cenário político desde a virada do século, comecei a pesquisar sobre o comunismo, a maior máfia que já surgiu na face da Terra. Fazendo a revisão dos originais de Marxismo: O Ópio dos Intelectoides Latino-Americanos (Thesaurus Editora/Tagore Editora, Brasília, 2020, 444 páginas), de Jorge Bessa, espião brasileiro em Moscou durante a Guerra Fria, chefe dos departamentos de Contra-Espionagem e de Contra-Terrorismo da antiga Secretaria de Inteligência da Presidência da República, atual Agência Brasileira de Inteligência (Abin), surgiu a ideia de eu escrever sobre comunismo de forma romanceada. 

Foi assim que publiquei O CLUBE DOS ONIPOTENTES, que tem como enredo a tentativa de matarem o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. E publiquei uma sequência, O OLHO DO TOURO. Aí, surgiu o presidente americano, Donald Trump, e o gênio Elon Musk, e estou escrevendo um terceiro volume, que será publicado em 2026. 

A pesquisa que realizei e continuo realizando me fez ver, com clareza, o que é o comunismo. Como já disse, trata-se de uma quadrilha organizadíssima que vem corrompendo, assaltando países, traficando, matando, estuprando, prendendo, torturando, fazendo o diabo. 

Bolsonaro conseguiu, de 2019 a 2022, estancar a roubalheira no Brasil e frear o fisiologismo político, mas isso lhe custou caro: um golpe de facão no ventre do qual ele só escapou por milagre e ameaça de prisão. Se for preso, não sairá vivo da cadeia. Ele mesmo já disse isso. 

Nos Estados Unidos, Trump, o maior líder da Direita em todo o planeta, passou por situação semelhante a de Bolsonaro, mas com uma diferença colossal: conseguiu se eleger novamente presidente e, com a experiência pela qual passou no primeiro mandato está metendo uma mandioca tão fundo no traseiro da Esquerda americana que até aqui no Brasil ouve-se a gritaria da manada empalada. 

Com o advento Bolsonaro, e a internet, começou-se, no Brasil, a prestar mais atenção no que os comunistas fazem. Eles se parecem a nuvens de gafanhotos. Devoram, rapidamente, uma grande plantação inteira e partem para outra. Vivem assim, devorando tudo o que os outros produzem. Devoram em propinas, diárias, cabides de emprego, desvio de verbas; dão o rabo por dinheiro. São capazes de entregar suas esposas para quem lhes oferecer vantagens. Não estão nem aí para chifre. 

Pois bem, temos, agora, um pensador de Direita: Olavo Luiz Pimentel de Carvalho, natural de Campinas/SP, onde nasceu, em 29 de abril de 1947, e morreu em Richmond/EUA, em 24 de janeiro de 2022. Jornalista e ensaísta, é o maior representante do conservadorismo no Brasil. Os comunistas ou intelectoides tem horror dele. 

Em fevereiro de 1977, começa a colaborar com o caderno literário Folhetim, da Folha de S.Paulo. Nos anos seguintes, trabalha como colunista nos jornais O Globo, Jornal do Brasil, Folha de S.Paulo, Zero Hora e outros. Em 1996, publica O imbecil coletivo: atualidades inculturais brasileiras, elogiada pelo jornalista Paulo Francis e o economista Roberto Campos, que classificou Olavo como “um filósofo de grande erudição”. Em 2012, publica Os EUA e a Nova Ordem Mundial. Em 2013, lança O Mínimo que Você Precisa Saber para não Ser um Idiota. 

Em 2015, inicia seu canal no YouTube, alcançando mais de 1 milhão de inscritos e pelo menos 81 milhões de visualizações. Sua página no Facebook era seguida por pelo menos 551 mil usuários. Em 2016, Donald Trump classificou Carvalho como “um dos maiores intelectuais conservadores do mundo”. 

Olavo de Carvalho observou que a Esquerda brasileira domina a universidade, a mídia, a cultura e a política, empregando os métodos de Antonio Gramsci, culminando na criação do Foro de São Paulo. 

O ninho da serpente era o Partido Democrata americano e o banco da Internacional Comunista era a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (United States Agency for International Development – Usaid). Trump fechou a Usaid e elegeu maioria no Congresso dos Estados Unidos. No Brasil, o sistema obedecia a Joe Biden, o antecessor de Trump, do Partido Democrata e agente comunista. 

O sistema no Brasil está igual barata quando recebe uma porrada no chifre, pois Trump reservou para as hienas brasileiras a Lei Magnitsky e a Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal), que combate crimes transnacionais.

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